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Os acionistas da Warner Bros. Discovery (WBD) votaram "esmagadoramente" a favor da fusão da empresa com a Paramount Skydance, controladora da CBS News, por US$ 110 bilhões, na última quinta-feira. No entanto, os acionistas votaram contra os generosos pacotes de remuneração propostos para os executivos da WBD, incluindo um pagamento de US$ 550 milhões ao CEO que está de saída, David Zaslav. |
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Reed Hastings, presidente do conselho da Netflix, está deixando o serviço de streaming que co-fundou há quase 30 anos, enquanto a empresa se reergue após perder a disputa pela aquisição da Warner Bros. Discovery. Em uma carta aos investidores, a Netflix informou que Hastings não se candidataria à reeleição e que ele planeja se dedicar à filantropia e a outras atividades. O preço das ações da empresa caiu 8% com a notícia, e a empresa ainda não nomeou um sucessor para a vaga. |
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O YouTube está expandindo sua ferramenta de detecção de semelhança para celebridades e profissionais do entretenimento, em mais um passo na tentativa de responder ao avanço dos deepfakes na plataforma. Na última terça-feira (21), a plataforma anunciou uma ferramenta capaz de identificar vídeos gerados por IA que reproduzam o rosto de uma pessoa sem autorização, permitindo que os participantes localizem esse conteúdo e solicitem sua remoção — mesmo que não tenham canal no YouTube. |
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A iQIYI, maior plataforma de streaming da China, quer que a maior parte de seus novos filmes e séries passe a ser produzida com inteligência artificial nos próximos cinco anos . A estratégia faz parte de uma mudança mais ampla no modelo de produção do grupo, que tem como objetivo ampliar o uso de IA em praticamente todas as etapas do processo audiovisual — do roteiro à renderização final —, com apoio de ferramentas próprias e de modelos chineses como Alibaba e ByteDance. |
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O filme O Diabo Veste Prada 2 provocou uma onda de críticas na China por causa de uma personagem que supostamente seria vítima de racismo . Como parte da promoção do longa, um clipe curto foi divulgado online, no qual uma assistente asiática se apresenta como “Jin Chao”. Muitos entenderam erroneamente que seu nome seria “Chin Chou”, o que soou para alguns como “Ching Chong” — um termo depreciativo e racista contra chineses usado desde o século XIX. |




