15 maio, 2026

Newsletter Maio 2026 | ACAM Portinari


Na parte superior da imagem, sobre fundo cinza claro, aparece o logotipo da ACAM Portinari – Organização Social de Cultura. Ao centro, uma composição gráfica combina fotografia, elementos ilustrativos e textos da vigésima quarta Semana Nacional de Museus. À esquerda, um grande círculo vermelho traz a frase “Museus unindo um mundo dividido” em letras brancas. À direita, aparece o texto vigésima quarta semana nacional de museus. A fotografia ao fundo mostra mãos segurando fitas coloridas diante de um espelho com moldura ornamentada. Parte da imagem está em preto e branco, enquanto as fitas aparecem em cores vibrantes, como azul, amarelo, verde e vermelho. Elementos gráficos vermelhos complementam a composição nas bordas da arte.

Semana Nacional de Museus: programação
destaca memória, diversidade e diálogo

Entre os dias 18 e 24 de maio, os museus administrados pela ACAM Portinari participam da 24ª Semana Nacional de Museus, iniciativa que mobiliza instituições culturais de todo o país em torno do tema “Museus: unindo um mundo dividido”. A proposta desta edição coloca em pauta o papel dos museus na construção de espaços mais acessíveis, plurais e conectados com as diferentes realidades da sociedade.

A programação reúne experiências que atravessam arte, patrimônio, música, memória e culturas indígenas. Em Brodowski (SP), o Museu Casa de Portinari apresenta a mostra “Portinari: Paz em Diálogo”, dedicada ao painel “Paz”, de Candido Portinari. A atividade aproxima o público de documentos, peças de filatelia, vídeos e reflexões sobre paz e união entre os povos, em diálogo com a obra do artista.

No Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro, em Campos do Jordão (SP), alguns dos destaques são as oficinas “A Arte de Girar”, que transforma o movimento em ponto de encontro entre corpo, criatividade e expressão, e “Criaturas e Caretices”, que propõe a criação como ponto de encontro entre diferentes experiências e modos de ver o mundo.

Em Tupã (SP), o Museu Índia Vanuíre destaca os saberes e os territórios indígenas do Centro-Oeste Paulista e promove visitas mediadas à exposição “Intervenção Tupã”, a partir do dia 23, com foco no protagonismo indígena e nas diferentes formas de narrar a história.

Já o Museu das Culturas Indígenas, na capital paulista, realiza o encontro “Memória em Retomada”, dedicado aos debates sobre memória, direitos e justiça de transição indígena. Confira a programação completa nas redes sociais e nos sites oficiais das instituições.

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Na parte superior da imagem, sobre fundo cinza claro, aparece o logotipo do Museu Casa de Portinari. Ao centro, uma fotografia mostra cinco obras emolduradas expostas em uma parede cinza escura. Os desenhos, em tons monocromáticos, apresentam figuras humanas e paisagens em diferentes formatos e tamanhos. As molduras brancas criam contraste com o fundo escuro da parede expositiva. A composição organiza as obras de maneira equilibrada, com uma peça maior à esquerda e outras menores distribuídas ao redor. Nas laterais inferiores da composição, grafismos geométricos claros aparecem sobre a faixa cinza de fundo.

Desenhos de Portinari e o trabalho
de preservação do acervo

Os desenhos originais de Candido Portinari pertencentes ao acervo do Museu Casa de Portinari passaram recentemente por procedimentos especializados de conservação e restauro. Trabalhos como “Praça de Brodowski”, “A Banda”, “São Jorge e o Dragão” e “Músico Tocando Flauta” receberam intervenções conduzidas pelo Ateliê de Artes e Ofícios Daisy Estrá, em São Paulo, para correção de desgastes naturais provocados pela ação do tempo.

Produzidos em papel e concebidos como estudos para telas e murais, esses materiais exigem atenção constante. No cotidiano da instituição, o Núcleo de Acervo monitora fatores como temperatura, umidade e incidência de luz, além de realizar avaliações periódicas para acompanhar as condições de preservação.

O conjunto está exposto na Sala dos Desenhos , um dos espaços de exposição da casa onde o artista morou em Brodowski. As obras revelam etapas importantes do processo criativo do artista, desde a construção das cenas até os traços que depois ganharam escala em telas e murais. Personagens, paisagens e composições ajudam o público a entender diferentes momentos da trajetória de Portinari.

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Na parte superior da imagem, sobre fundo cinza claro, aparecem os logotipos do Auditório Claudio Santoro e do Museu Felícia Leirner. Ao centro, uma fotografia em plano aproximado mostra uma pessoa utilizando um notebook apoiado no colo. O enquadramento destaca as mãos sobre o teclado e a tela do computador, onde aparece o site do museu com a frase “Sonhos Concretos” sobre uma imagem de paisagem montanhosa. A pessoa veste roupa clara e aparece desfocada em primeiro plano, com o foco voltado para o computador. O ambiente possui iluminação suave e piso de madeira ao fundo. Nas laterais inferiores da composição, elementos gráficos claros aparecem sobre a faixa cinza de fundo.

Nova mostra “Sonhos Concretos”
já está disponível no site

Museu e Auditório apresentam a exposição virtual “Sonhos Concretos”, do fotógrafo Marcelo Vigneron. Com mais de 20 imagens, o projeto explora as relações entre arte, arquitetura e paisagem na Serra da Mantiqueira, a partir de registros realizados em diferentes áreas do complexo cultural.

Disponível no site das instituições, a mostra percorre ambientes internos e externos, aproximando as esculturas de Felícia Leirner, as linhas do Auditório e a vegetação que envolve o espaço. Contrastes de luz, textura e composição conduzem o olhar por perspectivas pouco percebidas durante a visita presencial.

A mostra democratiza o acesso ao conjunto e leva a experiência para o ambiente digital. Permite que o público explore, à distância, diferentes perspectivas sobre o encontro entre arte, arquitetura e paisagem. Concreto, natureza, sombra, escala e matéria compõem um percurso visual que revela detalhes, contrastes e conexões entre os elementos do conjunto artístico e arquitetônico em Campos do Jordão (SP).


 
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Na parte superior da imagem, sobre fundo cinza claro, aparece o logotipo do Museu Índia Vanuíre. Ao centro, uma fotografia mostra a área externa do museu em um dia ensolarado. Em destaque, uma grande faixa vermelha instalada na fachada traz a mensagem “AGUARDE... Nova Exposição em 23/05” em letras brancas. A estrutura do prédio aparece ao fundo, com paredes de concreto aparente e entrada parcialmente visível. Em primeiro plano, plantas verdes e corrimãos metálicos ocupam a parte inferior da imagem. Árvores com folhas iluminadas pela luz natural aparecem na parte superior esquerda. Nas laterais inferiores da composição, grafismos indígenas em branco aparecem sobre a faixa cinza de fundo.

Museu inaugura nova exposição
de longa duração em 23 de maio

Museu Índia Vanuíre inaugura, no dia 23 de maio, a nova exposição de longa duração “Intervenção Tupã”, marcando a reabertura da visitação presencial e o início das comemorações pelos 60 anos da instituição, celebrados em 2026. Resultado de um trabalho realizado ao longo dos últimos anos junto a comunidades indígenas do Centro-Oeste Paulista, a mostra apresenta um novo percurso voltado à memória, ao território e à diversidade cultural.

A exposição reúne contribuições de representantes das Terras Indígenas Vanuíre, Icatu e Araribá, com participação das comunidades Kaingang, Krenak, Terena e Guarani Nhandewa. Narrativas, seleção de objetos e organização do espaço expositivo foram definidos em diálogo constante, em uma proposta orientada pela museologia colaborativa e pelo protagonismo indígena.

A nova organização do percurso destaca a presença histórica e contemporânea desses povos no território paulista e aborda disputas de memória, representatividade e diferentes formas de construção da história regional. A mostra também incorpora conteúdos relacionados à imigração e às contribuições da população negra na formação de Tupã (SP).

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Na parte superior da imagem, sobre fundo cinza claro, aparece o logotipo do Museu das Culturas Indígenas. Ao centro, uma fotografia mostra quatro homens indígenas sentados em cadeiras durante uma roda de conversa em ambiente interno. Um deles segura um microfone e fala ao público, enquanto os demais escutam em silêncio. Os participantes usam roupas casuais e acessórios tradicionais, como colares e pulseiras. À frente do grupo, uma pequena mesa de madeira exibe livros e materiais gráficos. O espaço possui elementos decorativos coloridos nas paredes e iluminação suave. Nas laterais inferiores da composição, grafismos indígenas em branco aparecem sobre a faixa cinza de fundo.

Língua Guarani avança rumo ao reconhecimento
como patrimônio imaterial de São Paulo

campanha de assinaturas em apoio ao reconhecimento da língua Guarani como patrimônio imaterial do Museu das Culturas Indígenas mobilizou a sociedade para a importância da valorização das línguas originárias no fortalecimento da memória, da identidade e da diversidade cultural brasileira. Realizada ao longo dos últimos meses, a iniciativa reuniu visitantes, educadores, pesquisadores, lideranças indígenas e parceiros institucionais em torno de uma pauta fundamental para a preservação dos saberes ancestrais.

Como desdobramento desse processo, em 25 de abril de 2026, o Museu promoveu um encontro estratégico em formato híbrido, com atividades presenciais e transmissão ao vivo pelo YouTube da instituição. O evento reuniu detentores do saber, lideranças indígenas, pesquisadores do Centro de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas, coordenado pelo Museu da Língua Portuguesa, representantes do MAE-USP, além de integrantes do IPHAN e do Conselho de Defesa do CONDEPHAAT.

O encontro marcou um importante avanço no amadurecimento de um plano de preservação voltado à garantia dos direitos linguísticos e da diversidade cultural nos territórios paulistas, além de fortalecer a articulação para o protocolo formal do pedido de reconhecimento da Língua Guarani como patrimônio imaterial do estado.

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