Mais onipresente que apetite ao risco é a fome do capital gringo no Brasil, que sustenta as altas da Bolsa desde o ano passado e continua fortíssimo. Isso levou o Ibov a bater recordes mesmo depois da euforia inicial com o cessar-fogo - esse evento que não cessou e que tá cambaleando com bombas explodindo no Oriente Médio. As chamadas reforçam: “Fluxo estrangeiro sustenta alta no mercado.” Com tanta visita diária na B3, já tem gente cogitando mudanças radicais, fazendo galhofa nas redes numa animação com precedentes: “O capital gringo só falta pedir visto permanente e morar de vez no Brasil.” Que o fluxo estrangeiro permaneça, curtindo a vida adoidado com os juros altos e os ativos ainda baratos. Fica à vontade, a casa é sua, só não repara a bagunça, a gente tá meio sem tempo de arrumar as coisas. Nesse ritmo, o Ibov vai a quanto? 300 mil, se bobear? Temos respostas, e de bônus o dia vem com FIIs, entrevista com a ALLOS e outras maravilhas que a grana de fora vê no Brasil - “um país tropical, bonito por natureza, que beleza, tem carnaval”. |
Olha aí a ‘fixação’ pelo país fazendo a Bolsa subir mais alto que foguete da Nasa. Rali da bolsa brasileira combina fluxo externo, cenário global favorável e suporte técnico, mas riscos seguem no radar - tinha até esquecido deles, os riscos. A gente põe na mesa.
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Não conhecia? Pois bem. Em 2015 existiam cinco casas especializadas. Número saltou para 51 em 2025. 40% ao ano: pode vir atrás que a gente explica.
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Enquanto o bicho tá solto no mundo, tem investidor de olho em outra batalha, essa bem mais tranquila - para investir em FIIs de imóveis. Objetivo do fundo imobiliário é ter uma renda estável e recorrente em dólar equivalente a 8% ao ano, distribuída trimestralmente. Tô dentro ou devo ficar? |
Exclusivo! A gente faz o que pode: em entrevista, Daniella Guanabara comenta a estratégia da maior operadora de shopping centers do Brasil, fruto da fusão entre Aliansce Sonae e brMalls.
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Que medo! Choque geopolítico mexe com petróleo, inflação e juros, enquanto o país se beneficia de commodities e diferencial de taxas — mas segue exposto aos efeitos indiretos da crise. Fica esperto, capital gringo e não gringo. Muita hora nessa calma sempre!
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