 • Ibovespa: +1,12% (197.323,87 pts.) - novo recorde • S&P 500: -0,11% (6.816,89 pts.) • Nasdaq: +0,35% (22.902,89 pts.) • Dow Jones: -0,56% (47.916,57 pts.) • Dólar: -1,03% (R$ 5,01) • Euro: -0,79% (R$ 5,877) • Petróleo Brent (junho): +0,75% (US$ 95,20)
Contexto: O Ibovespa fechou acima de 197 mil pontos pela primeira vez nesta sexta-feira (10), registrando o terceiro recorde consecutivo. Os investidores acompanham com expectativa o início das negociações entre Estados Unidos e Irã, previstas para começar no sábado (11).
No mercado de câmbio, o dólar iniciou o dia em leve queda frente ao real, mas intensificou o movimento ao longo da manhã, aproximando-se de R$ 5, nível que não era observado desde abril de 2024. Esse recuo ocorre em linha com a desvalorização da moeda norte-americana frente a outras divisas no cenário internacional.
Já em Wall Street, os principais índices acionários encerraram o pregão sem direção única, enquanto os investidores repercutiam dados de inflação e se posicionam antes das reuniões entre Washington e Teerã.
No mercado de commodities, o petróleo fechou em queda, embora ainda permaneça em níveis elevados, próximos de US$ 100 por barril. Persistem as preocupações com possíveis restrições no fluxo pelo Estreito de Ormuz. Ainda assim, a commodity acumulou perda de cerca de 12% na semana, após anúncio de um cessar-fogo. |
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 Alta dos alimentos aperta orçamento e pode complicar pagamento de dívidas

Registrada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de março, a alta dos preços de alimentação e transportes acende um alerta importante: o orçamento das famílias, principalmente as de menor renda, tende a ficar ainda mais pressionado.
E isso agrava um quadro que já é delicado — o de elevado endividamento e inadimplência, que preocupa tanto o governo quanto o sistema financeiro.
Para Rogério Sobreiro, economista-chefe do Banco do Nordeste, o encarecimento de itens básicos ajuda a explicar a deterioração das condições de crédito observada desde o início de 2025.
Mesmo com o avanço da renda média, as famílias mais pobres vêm destinando uma parcela crescente do orçamento a despesas essenciais, o que reduz sua capacidade de honrar dívidas. |
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É difícil resolver o endividamento com juro alto, diz Aod

O governo federal tem apostado em programas de renegociação de dívidas, como o Desenrola, mas os efeitos das medidas podem ter um prazo de validade curto se problemas estruturais não forem enfrentados. Aod Cunha, colunista do CNN Money, fala sobre os fatores que devem ser discutidos para a melhora do cenário.
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Segunda-feira (13/4)
Brasil 8h25 - BC divulga o Boletim Focus 15h - Mdic divulga a Balança Comercial Semanal
Estados Unidos 11h - NAR divulga as Vendas de Moradias Usadas (março) 15h - Tesouro divulga o Resultado Fiscal Mensal (março) |
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