| | |  | O Ibovespa opera em alta e sobe mais de 1% até o meio do dia, renovando recorde intradiário acima dos 194 mil pontos, na contramão do exterior. O fluxo de capital estrangeiro para emergentes sustenta a Bolsa mesmo com a disparada do petróleo após o novo fechamento do Estreito de Ormuz. Investidores monitoram as tensões após ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, enquanto índices futuros americanos recuam. | |
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|  | A OCDE, uma associação para cooperação entre os países mais ricos, pediu que governos desmontem rapidamente os cortes de impostos sobre combustíveis criados após a guerra com o Irã. A entidade afirma que as medidas são caras, pouco eficientes e podem agravar inflação e desequilíbrios fiscais. O choque de energia deve manter preços elevados e frear o crescimento global em 2026. A recomendação é substituir subsídios amplos por políticas mais focalizadas e temporárias. | | |
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|  | Uma falha técnica no controle de tráfego aéreo paralisou pousos e decolagens nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos na manhã desta quinta-feira. O problema ocorreu após acionamento de alarme de incêndio no centro de controle da Força Aérea Brasileira, que levou à evacuação do local. As operações começaram a ser retomadas por volta das 10h, mas houve atrasos e voos redirecionados. A FAB informou que a situação já foi normalizada e será investigada. | | |
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|  | A economia dos Estados Unidos perdeu força no fim de 2025, com o PIB crescendo apenas 0,5% no quarto trimestre em taxa anualizada. O dado veio abaixo das estimativas anteriores e bem distante da alta de 4,4% registrada no terceiro trimestre. No ano de 2025 todo, a expansão foi de 2,1%. O resultado foi puxado pelos serviços privados, enquanto governo e indústria retraíram. A revisão negativa reflete investimentos mais fracos e os efeitos da paralisação parcial do governo federal. | | |
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A REAÇÃO TÍMIDA DOS MERCADOS AO RISCO DE NAUFRÁGIO DO CESSAR-FOGO |
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Bom dia!
Os mercados financeiros globais recuam nesta terça-feira, menos por receio de que o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã seja interrompido e mais por um ajuste do excesso de euforia da véspera. A queda dos futuros americanos é relativamente modesta ante a disparada de mais de 2% registrada na quarta. O petróleo também volta a subir, mas se mantém ainda abaixo dos US$ 100 por barril.
A agenda econômica pode recobrar seu espaço com a divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos. O país divulga o PCE, indicador de referência usado pelo Fed para decidir a taxa de juros. Os dados ainda são relativos a fevereiro – ou seja, não capturam os efeitos da alta dos combustíveis causada pela guerra. Há também a divulgação semanal dos pedidos de seguro-desemprego nos EUA e a última leitura do PIB do quarto trimestre.
No Brasil, a agenda doméstica é fraca. O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, começa o dia perto da estabilidade (-0,03%), isso apesar do recorde do Ibovespa na véspera, que fechou acima dos 192 mil pontos.
O fato é que investidores gostariam de se desconectar do noticiário bélico, mas essa deve ser uma tarefa complexa, já que não há consenso nem sobre os termos do acordo de trégua , colocando em xeque até a reabertura do Estreito de Ormuz, que parece ser a maior preocupação de curto prazo. Bons negócios.
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 | | Futuros S&P 500: -0,33% Futuros do Nasdaq : -0,35% Futuros do Dow Jones : -0,37% *às 7h25 |
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 | | 9h: IBGE divulga Produção Industrial Regional de fevereiro 9h: Galípolo, Nilton David e Picchetti participam do prêmio Top 5 do BC, em SP 9h30: EUA publicam pedidos semanais de auxílio-desemprego 9h30: EUA anunciam PCE de fevereiro 9h30: EUA publicam leitura final do PIB do 4º tri |
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 | | Índice europeu (Euro Stoxx 50): -0,87% Londres (FTSE 100): -0,31% Frankfurt (Dax): -1,19% Paris (CAC): -0,84% *às 7h26 |
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 | | Índice chinês CSI 300 (Xangai e Shenzhen): -0,64% Hong Kong (Hang Seng) : -0,54% Bolsa de Tóquio (Nikkei): -0,73% |
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 | | Brent* : 3,60%, a US$ 98,24 o barril Minério de ferro: -2,62%, a US$ 103 por tonelada *às 7h26 |
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 | | | Esta reportagem mostra como economistas avaliam os efeitos das medidas do governo para amenizar os efeitos da disparada do petróleo sobre os combustíveis e a inflação. |
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