 • Ibovespa: -0,61% (179.364,82 pts.) • S&P 500: -1,33% (6.740,02 pts.) • Nasdaq: -1,59% (22.387,68 pts.) • Dow Jones: -0,95% (47.501,55 pts.) • Dólar: -0,86% (R$ 5,218) • Euro: -0,56% (R$ 6,084) • Petróleo Brent (maio): +8,52% (US$ 92,69) • Ouro (abril): +1,57% (US$ 5.158,7)
Contexto: O Ibovespa encerrou esta sexta-feira (6) em queda e registrou a maior perda semanal desde 2022, ainda pressionado pelas preocupações em torno do conflito no Oriente Médio. As ações da Petrobras, no entanto, evitaram um recuo mais acentuado da bolsa, ao dispararem impulsionadas pela forte alta do petróleo no exterior e pela repercussão positiva dos resultados e das perspectivas da estatal.
No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 0,88%, cotado a R$ 5,2414. Mesmo assim, a primeira semana da guerra foi negativa para o real, com a moeda norte-americana acumulando alta de 2,08% no período. No acumulado do ano, porém, o dólar ainda registra queda de 4,51%.
Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street também encerram o dia em baixa, refletindo sinais de enfraquecimento no mercado de trabalho norte-americano e a alta de cerca de 12% nos preços do petróleo do país provocada pela escalada das tensões geopolíticas. |
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 Petróleo dispara até 35% em primeira semana de guerra no Oriente Médio

Os preços do petróleo dispararam na primeira semana da guerra dos Estados Unidos e de Israel com o Irã. Os contratos mais líquidos da commodity dispararam até 35%, à medida que o conflito se estende e a crise na região se agrava.
O barril do petróleo Brent - referência internacional negociado na ICE (International Commodities Exchange) - fechou o dia em alta de 8,52%, cotado a US$ 92,69. Na primeira semana de guerra, o preço acumula ganho de 27,2%.
Enquanto isso, o WTI (West Texas Intermediate), referência dos EUA, encerrou o dia em US$ 90,90, disparando 12,21%. A cifra representa alta semanal de 35,63%, ante o fechamento da última sexta-feira (27), antes de o conflito estourar.
Após uma semana de conflito e sem sinal de apaziguamento, com o Estreito de Ormuz seguindo bloqueado, o mercado já vem precificando risco de falta de petróleo, segundo analistas.
"Com a expectativa do mercado de que a guerra entre EUA e Irã pode se prolongar, e com o Estreito de Ormuz aparentemente travado, por onde passa 20% do petróleo do mundo, em 100 dias, se a situação não for revertida, poderemos ter queda significativa nos estoques globais", diz João Abdouni, analista da Levante Inside Corp. |
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Geração de caixa e receita sem perdas se destacam em balanço da Petrobras

Rita Mundim, colunista do CNN Money, repercute o balanço da Petrobras, além da produção industrial brasileira de janeiro e os dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos.
🔗 Confira a análise completa |
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Segunda-feira (9/3)
Brasil 8h - FGV divulga o IPC-S (março) 8h25 - BCB divulga a Pesquisa Focus (março) 15h00 - Secex/Mdic divulga a Balança Comercial Semanal (março) Sem definição de horário - CNI divulga os Indicadores Industriais
Estados Unidos 7h - NFIB divulga a Confiança do Pequeno Empresário (fevereiro) |
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