| | Notícias e análises da economia e do mundo dos negócios, diretamente da redação de VEJA
O Ibovespa, principal índice da B3, retoma o fôlego e opera em alta, atingindo 136,4 mil pontos após encerrar o pregão de quinta-feira em queda. O movimento acompanha a tendência das principais bolsas americanas, impulsionadas pelo otimismo de um pouso suave da economia, à medida que dados recentes do mercado de trabalho reduzem os temores de uma recessão. Investidores repercutem a fala de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), em Jackson Hole. Durante o discurso, Powell afirmou que "chegou a hora" de ajustar a política monetária americana. A maioria do mercado aposta em um corte de 0,25 ponto percentual na reunião de setembro. No Brasil, persistem incertezas quanto à política monetária, após o diretor de Política Monetária, Gabriel Galípolo, inicialmente recuar sobre um possível aumento na taxa Selic, corrigindo sua posição logo em seguida e reafirmando o compromisso com o combate à inflação. O dólar, que chegou a ser cotado a R$ 5,59 durante as negociações, recua mais de 1%, sendo vendido a R$ 5,49.
PEREGRINAÇÃO | Após a aprovação dos textos de regulamentação da reforma tributária na Câmara, o Senado se tornou o novo ponto de peregrinação de lobistas preocupados com os efeitos das prováveis mudanças de regras para seus negócios. Todos, claro, querendo pagar menos imposto. Conforme um levantamento feito pela coluna Radar, os senadores foram procurados por empresas como Nubank, Coca-Cola, Mercado Livre, Uber, Avon e também por representantes de santas casas, hospitais privados e galerias de arte. A votação dos textos da tributária, no entanto, deve ficar para a parte final do ano, depois das eleições municipais. | BALAS CONTAMINADAS | A Dori Alimentos anunciou nesta sexta-feira, 23, o início do recolhimento de diversos produtos fabricados em sua unidade de Rolândia (PR) por risco de contaminação com a bactéria Salmonella Muenchen. O recall envolve balas e doces distribuídos nacionalmente e fabricados entre os dias 21 de junho e 10 de julho de 2024. Na segunda-feira, a Anvisa publicou no Diário Oficial da União uma determinação proibindo a comercialização, a distribuição e o uso dos lotes afetados do alimento. A empresa informa que já realizou a descontaminação, limpeza e higienização da fábrica e orientou os pontos de venda a interromper a comercialização dos itens. |
| + Os planos de cinco gigantes da celulose com investimento de R$ 105 bilhões + Receita abre nesta sexta-feira a consulta ao 4º lote de restituição do IRPF + Radar Econômico: Novartis promete medicamento revolucionário no Brasil — para poucos
Notícias e análises da economia e do mundo dos negócios, diretamente da redação de VEJA.
Powell fala em Jackson Hole sob a expectativa de mais do mesmo |
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Bom dia! Esse é o sextou mais esperado do ano pelo mercado financeiro global. Logo mais, às 11h, o presidente do Fed, Jerome Powell, discursa no simpósio de Jackson Hole, o encontro anual do Banco Central americano. Há um contrassenso em tamanha expectativa. Um levantamento da agência de notícias Bloomberg mostra que, nos últimos dez anos, os discursos do Fed tiveram pouco impacto direto sobre os preços dos ativos. Acontece que Powell tem sido consistente e cauteloso em seus discursos, abrindo pouca margem para surpresas que mudem as apostas do mercado financeiro para a taxa de juros e ações. É como se a ansiedade pelas declarações de Powell fosse justamente para confirmar que o Fed continuará a fazer o que já está fazendo. Se as apostas se confirmarem, será jogo jogado: as expectativas de investidores se consolidaram ao redor de um corte de juros de 0,25 ponto percentual no encontro de setembro, o primeiro desde 2020, quando a pandemia empurrou bancos centrais a uma política monetária extremamente agressiva. Nesta manhã, os futuros das bolsas americanas avançam ao redor de 0,50%. O EWZ, o ETF da bolsa brasileira em Nova York, acompanha a subida – isso após a bolsa brasileira ter interrompido uma sequência de três recordes consecutivos. O dólar disparou. O movimento de ontem foi atribuído a falas de Gabriel Galípolo, cotado para suceder Campos Neto no BC. Investidores entenderam que ele havia voltado atrás no recado sobre uma possibilidade de aumento na taxa Selic. Cresce a pressão na Faria Lima para que os juros voltem a subir, isso sob o risco de inflação acima da meta. Após a primeira fala ser mal interpretada, Galípolo voltou a declarar que o compromisso do BC é com a inflação, e que a instituição usa a taxa de juros sempre que necessário para manter os preços no alvo. Resta saber como investidores vão entender a autocorreção de Galípolo. Bons negócios.
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Futuros S&P 500: 0,47% Futuros Nasdaq: 0,77% Futuros Dow Jones: 0,29% *às 7h26 |
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11h: EUA divulgam vendas de moradias novas de julho 11h: Jerome Powell discursa em Jackson Hole 12h: BoE divulga texto do discurso que o presidente do BC britânico, Andrew Bailey, fará no simpósio |
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- Índice europeu (Euro Stoxx 50): 0,54%
- Londres (FTSE 100): 0,27%
- Frankfurt (Dax): 0,71%
- Paris (CAC): 0,65%
*às 7h26 |
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- Índice chinês CSI 300 (Xangai e Shenzhen): 0,42%
- Hong Kong (Hang Seng): -0,16%
- Bolsa de Tóquio (Nikkei): 0,40%
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- Brent*: 0,79%, a US$ 77,83
- Minério de ferro: -2,24%, a US$ 100,82 por tonelada na bolsa de Dalian
*às 7h27 |
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Uma população que encolhe O IBGE atualizou as projeções para a população brasileira, com base no censo de 2022. E a conclusão é de que a população brasileira atingirá o pico em 2042, quando começará a diminuir. Isso deve ocorrer seis anos antes do esperado. Leia nesta reportagem as razões e as consequências do fenômeno, que não ocorre apenas no Brasil. Cidad3: Imprensa Livre!!! Saúde, Sorte e $uce$$o: Sempre!!!
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