




| | Informativo 12 de julho de 2024 |
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Justiça obriga menina de 13 anos a manter gestação após estupro em Goiás [Intercept Brasil] A justiça de Goiás está impedindo que uma menina de 13 anos, grávida após um estupro, realize um aborto legal e seguro. A menina decidiu interromper a gestação quando estava com 18 semanas. Agora, depois de uma recusa do hospital e duas da justiça, caminha para a 28ª. A demora já fez com que ela cogitasse fazer o aborto por conta própria, colocando sua vida em risco. O processo corre em segredo de justiça, mas o Intercept Brasil teve acesso à decisão da desembargadora que impediu o aborto e outros documentos relacionados e ouviu pessoas familiarizadas com a situação. Nenhuma informação identificável será publicada para preservar a identidade da menina. Foto: Mídia Ninja. Mais» |
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Pesquisadores apontam dificuldade de acesso ao aborto legal no SUS [Agência Brasil] A ENSP, vinculada à Fiocruz, promoveu dia 3 de julho, no Rio de Janeiro, o debate Acesso ao aborto legal no SUS: Como acolher e garantir direitos?. A coordenação foi do grupo Observatório do SUS. Pesquisadores e especialistas presentes no evento apontaram as principais dificuldades das mulheres ao acessar o procedimento no sistema público de saúde. “Não existe estuprada que, por maldade, vai levar a gestação até 22 semanas por que quer ver o feto nascer prematuro, sofrer, ir para a UTI e ficar sequelado. Não existe essa maldade. Não atrasou porque foi culpa dela. Ela deixou chegar até esse ponto por causa do Estado brasileiro, que fechou todas as portas”, disse Olímpio Moraes, diretor médico da Universidade de Pernambuco (UPE). Mais » |
| [Portal Catarinas] À medida que o julgamento da descriminalização do aborto, até a 12ª semana de gestação, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), se aproximava, um movimento opositor à discussão se organizava em diferentes plataformas. É o que revela o relatório ‘Temos que dar um basta’: a campanha multiplataforma em 2023 contra a ADPF 442 e o direito ao aborto no Brasil, conduzido pelo Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais (NetLab) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O estudo detalha como organizações como Brasil Paralelo, Instituto Plínio de Oliveira e Citizen Go, juntamente com perfis ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, lideraram a disseminação de conteúdos antiaborto em redes sociais como WhatsApp, Telegram, Facebook e Instagram. Mais » |
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Agenda Edital Ocupa Mana abre inscrições para a edição de 2024 – Participe até 28/07 Estão abertas as inscrições para a nova edição do edital ’Ocupa Mana por Justiça Reprodutiva’. O programa oferece apoio de até R$6.000 para três propostas de ações, produtos ou atividades que promovam o diálogo sobre saúde sexual e reprodutiva. Podem participar grupos formados por adolescentes e jovens entre 12 e 18 anos, incluindo meninas e mulheres cis, pessoas trans e não bináries, negras, negros e indígenas. Mais »
Violência contra as Mulheres em Dados 81% das mulheres não procuram nenhum serviço de atendimento após estupro Buscar serviço emergencial após uma violência sexual é fundamental para a saúde das mulheres vítimas, no entanto, algumas barreiras como vergonha, medo de exposição e receio de serem denunciadas para a polícia são apontadas como complicadores, segundo a pesquisa Percepções sobre direito ao aborto em caso de estupro, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Locomotiva, em 2022. Mais » | |
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