
| Informativo 07 de março de 2024 |
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Brasil registra mais de 10 mil casos de feminicídio em 9 anos, aponta levantamento [Folha de S. Paulo] Estudo divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que pelo menos 10.655 mulheres foram vítimas de feminicídio no país de março de 2015 (quando a lei sobre o tema foi criada) a dezembro de 2023 — o levantamento leva em conta apenas os casos que foram oficialmente registrados dessa forma pela polícia. Esse número, segundo a entidade, seria maior não fosse a subnotificação de casos nos primeiros anos de vigência da legislação. A lei do feminicídio, sancionada em março de 2015, qualifica o crime quando ele é cometido contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, quando envolve violência doméstica e familiar e menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil. Mais » |
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[O Globo] Dados de um estudo divulgado nesta quinta-feira pela Rede de Observatórios da Segurança apontam que foram registrados 3.181 ocorrências do gênero em oito estados brasileiros no ano passado. O número representa um aumento de 22% na comparação com 2022, quando o Pará ainda não fazia parte do monitoramento. O relatório mapeou casos de feminicídio (inclusive de mulheres trans), agressão física e verbal, violência sexual, cárcere privado, tortura, sequestro, dano ao patrimônio e supressão de documentos das vítimas. As estatísticas abrangem ainda os estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. Mais » |
| Duas em cada três mulheres já sofreram assédio na cidade de São Paulo
[Agência Brasil] Duas em cada três mulheres já sofreram algum tipo de assédio na capital paulista, número que representa cerca de 3,4 milhões de pessoas. O local em que elas percebem maior risco de serem assediadas é o transporte público. Os dados são da pesquisa Viver em São Paulo: Mulheres, realizada pela Rede Nossa São Paulo em parceria com o instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec). Questionadas sobre os tipos de assédio que já sofreram, 53% das entrevistadas apontaram gestos, olhares incômodos ou comentários invasivos; 44% já sofreram assédio no transporte público e 29% dentro do ambiente de trabalho. Entre as entrevistadas, 25% disseram que já foram agarradas, beijadas ou desrespeitadas em outra situação sem o seu consentimento. Mais » |
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Agenda
Ato 8M em São Paulo – Nas ruas pela vida das mulheres e pela legalização do aborto Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres, 8 de março, um ato está agendado para ocorrer em São Paulo. Com início às 17h, a concentração da marcha acontecerá no Maps, situado na Av. Paulista. Organizado pela Frente de São Paulo Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, juntamente com diversas outras organizações e movimentos sociais, a marcha tem como foco principal a luta contra as diversas formas de violência, a oposição às privatizações, o combate ao fascismo e ao genocídio de comunidades negras e palestinas. Além disso, enfatiza o direito à vida das mulheres e a urgente necessidade da legalização do aborto no Brasil. Mais »
Violência contra as Mulheres em Dados 3 em cada 4 mulheres já sofreram violência em seus deslocamentos pelas cidades em 2023 A pesquisa Percepções e experiências das mulheres quando se deslocam pelas cidades foi realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Locomotiva, com apoio da Uber, com o objetivo de mapear hábitos de deslocamento das mulheres e entender suas percepções sobre segurança em seus trajetos pelas cidades, as situações vividas em diferentes meios de transporte e as iniciativas para contribuir para um deslocamento mais seguro. Participaram deste estudo nacional online 1.618 mulheres com 18 anos de idade ou mais, de 27 de setembro a 18 de outubro de 2023. Com margem de erro de 2,2 pontos percentuais, a pesquisa foi ponderada a partir da distribuição da população brasileira por região, sexo e escolaridade, conforme parâmetros da PNAD/IBGE. Mais »
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