23 março, 2026

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No Quênia, a engenheira Nzambi Matee desenvolveu uma alternativa inovadora para o descarte de plástico ao transformá-lo em tijolos utilizados na construção civil. A tecnologia combina resíduos plásticos com areia, resultando em blocos reutilizáveis e de produção sustentável.
Além de contribuir diretamente para a redução do lixo, os materiais apresentam alto desempenho estrutural e, em testes, chegam a superar a resistência de tijolos convencionais de cimento, posicionando a solução como uma opção viável e escalável para o setor.











































O caso envolve um relacionamento extraconjugal entre o líder religioso e sua nora

Transcrito de Brasil247

O pastor Sales Batista, ligado à igreja Assembleia de Deus Missão em Marabá, no Pará, está no centro de um escândalo familiar que ganhou novos desdobramentos nos últimos dias. As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles, com base em apuração inicial do site Marabá Fatos.

O caso envolve um relacionamento extraconjugal entre o líder religioso e sua nora, Luciana Salles, que veio à tona em fevereiro de 2025 após a esposa do pastor, Raquel Viegas, contratar um detetive particular.

A revelação provocou forte repercussão entre fiéis e lideranças religiosas da região. Agora, um novo elemento agrava ainda mais a situação: há suspeitas de que as crianças, até então consideradas netos do pastor, possam, na verdade, ser seus filhos biológicos.

 Exames de DNA foram realizados para esclarecer a paternidade, mas os resultados ainda não foram divulgados oficialmente pela família.Segundo fontes ouvidas por lideranças religiosas e membros da igreja, há indícios de que o pastor seja, de fato, o pai das crianças. 

A suspeita se baseia, principalmente, na coincidência entre a idade dos meninos e o período em que o relacionamento entre Sales Batista e a nora teria ocorrido.

O núcleo familiar envolvido inclui ainda Kennedy Salles, marido de Luciana, o que torna o caso ainda mais delicado e complexo do ponto de vista familiar e social.

A repercussão do episódio tem sido significativa na comunidade local, especialmente por envolver uma liderança religiosa e questões que atingem diretamente valores familiares e éticos defendidos pela instituição

Até o momento, não houve posicionamento público oficial do pastor ou da família sobre os resultados dos exames ou sobre os desdobramentos mais recentes do caso. 

A expectativa é que a confirmação ou não da paternidade possa trazer novos impactos tanto no âmbito pessoal quanto na atuação religiosa de Sales Batista.O caso segue cercado de especulações e deve continuar gerando repercussão à medida que novas informações forem confirmadas.






"Dia da Vergonha", diz ex-repórter especial da Globo sobre PowerPoint ligando Master ao PT 











A estratégia de incriminar os petistas sem provas está de volta ao cardápio da imprensa neste ano eleitoral

Por Chico Alves, no ICL Notícias

Um dos pontos mais marcantes dos tristes tempos em que a força-tarefa da Lava Jato mandava e desmandava no Brasil foi a apresentação do Power Point de Deltan Dallagnol. No diagrama, exibido em 2016, todos os crimes reais e irreais atribuídos aos acusados convergiam para um só mandante: Lula. Perguntado sobre as provas para sustentar as acusações, Dallagnol mostrou apenas “convicção”. Apesar disso, a apresentação virou manchete em sites, jornais e telejornais – nove anos depois, condenado pelo Power Point, Dallagnol teve que pagar R$ 146 mil a Lula, por danos morais.

Em pouco tempo, a Vaza Jato, série de reportagens publicada no site Intercept Brasil, e o trabalho de alguns poucos jornalistas e sites independentes revelaria a extensão da farsa de Dallagnol, Sergio Moro e cia. Como se sabe agora, era tudo um jogo de cartas marcadas para incriminar Lula e seus aliados para, assim, tirar o petista da corrida presidencial.

Pois bem: a estratégia de incriminar os petistas sem provas está de volta ao cardápio da imprensa neste ano eleitoral.

O caso Master, a maior fraude bancária da história do Brasil, nasceu e foi fermentada durante o governo de Jair Bolsonaro e sob a omissão do presidente do Banco Central indicado por ele, Roberto Campos Neto. Como parceiro e “amigo de vida”, o próprio dono do banco, Daniel Vorcaro, apontou o senador Ciro Nogueira, presidente do PP, que chegou a sugerir lei direcionada a beneficiá-lo. No papel de braço direito de Vorcaro, Fabiano Zettel doou R$ 3 milhões para a campanha presidencial de Bolsonaro e R$ 2 milhões para campanha a governador de Tarcísio de Freitas.

Todos esses envolvidos são personagens ligados à direita e à extrema direita.

A megafraude só foi interrompida em novembro, com a ação firme de Gabriel Galípolo, o presidente do Banco Central indicado por Lula. Sob a gestão do petista, a Polícia Federal teve total autonomia para mergulhar fundo nas investigações — e o resultado foi tão efetivo que não restou alternativa a Vorcaro, agora preso, senão negociar uma delação.

Depois de meses de cobertura do caso, a Globonews resolveu mostrar no programa Estúdio I desta sexta-feira (20) um quadro para resumir os principais nomes da República ligados a Vorcaro. Surpreendentemente, no alto do “power point” apresentado pela jornalista Andréia Sadi, quais figuras apareceram? Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega e a estrela do PT! As figuras da extrema direita e do Centrão estavam no “power point da Sadi” em segundo plano.

As “justificativas” para o destaque de Lula e Galípolo? Os dois tiveram uma reunião com Vorcaro no Palácio do Planalto. Apesar de feito fora da agenda, o encontro foi testemunhado por várias pessoas e não teve nenhum caráter secreto. O banqueiro foi ao presidente pedir ajuda para o seu negócio, não recebeu a resposta que gostaria e, meses depois, o Master foi enquadrado nos rigores da lei.

Repetindo: a fraude do Master nasceu na gestão Bolsonaro/Campos Neto e foi interrompida na gestão Lula/Galípolo.

Onde está Campos Neto?

E Campos Neto, a autoridade que teve maior nível de negligência no caso? Esse nem aparece no “power point” apresentado na Globonews. O fato de o ex-presidente do BC hoje estar à frente do Nubank, banco que tem a sociedade da família Marinho, dona do Grupo Globo, teve influência nessa omissão? Cada um que tire suas conclusões. .

O fato é que sempre que Lula ou alguém do governo lembra a responsabilidade de Campos Neto no caso Master recebe críticas de Andréia Sadi, que classifica a acusação como “jogo de empurra”.

A sexta-feira lavajatista do Grupo Globo não parou no Estúdio I. Se estendeu ao Jornal Nacional, que deu espaço generoso ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que é relator do caso Master.

O principal telejornal da emissora reproduziu uma fala totalmente desimportante em que Mendonça faz o papel de “herói que não quer dizer que é herói”. Com voz messiânica de pastor, ele exibiu falsa modéstia em evento realizado na OAB do Rio de Janeiro:

“Eu não tenho a pretensão de ser alguma esperança ou alguém diferente em algum sentido, com algum dom especial. Não. Tenho só a expectativa de fazer o certo, pelos motivos certos. Acho que esse é o papel de um bom juiz. O papel de um bom juiz não é ser estrela”, disse. O discurso clichê recebeu aplausos dos presentes, e as palmas foram exibidas em rede nacional.

Quem é André Mendonça

A quem especula que Mendonça seja o novo Sergio Moro, no sentido da imagem heroica construída pela mídia, é preciso refrescar a memória sobre quem é este personagem.

Como ministro da Justiça, foi Mendonça que ordenou em 2020 a confecção de um dossiê que seria usado contra jornalistas, políticos, servidores e ativistas considerados antifascistas. Se esse candidato a herói se opõe aos que se classificam como antifascistas, podemos dizer que ele próprio se admite fascista?

No cargo de advogado-geral da União em julgamento do STF ocorrido em abril de 2021, Mendonça defendeu a realização de cultos religiosos durante a pandemia. Pastor evangélico, chegou a afirmar que os cristãos “estão sempre dispostos a morrer para garantir a liberdade de religião”.

Foi também Mendonça que, já como ministro do STF, protagonizou uma discussão em plenário em que responsabilizou o governo Lula pela invasão dos golpistas do 8/1.

Está formada a espinha dorsal para uma nova campanha de mentiras contra Lula e o PT. Basta que Vorcaro cite em sua delação alguém que tenha ligação mesmo longínqua com o governo e o circo estará novamente armado. Esse roteiro é o que está se desenhando: cheios de dubiedade, algumas das figuras foram citadas no programa da Globonews como suspeitas apenas por “ter relações” com o dono do Master — a expressão foi repetida várias vezes.

A questão central para separar o joio do trigo é: essas “relações” foram legais ou ilegais?

Mas, assim como o famoso comunicador Chacrinha, o lavajatismo (uma denominação diferente para antipetismo) não surgiu para esclarecer nada, mas para confundir.

Apertem os cintos, lá vamos nós outra vez.





(... record \ universal \ partido republicano ...)







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