As eleições gerais de domingo, 12 de abril de 2026, marcam um ponto de virada histórico para a Hungria, com a queda de Viktor Orbán após 16 anos de governo autoritário e iliberal – e, pior ainda, um governo conivente com o Kremlin. O apoio de JD Vance, poucos dias antes da votação, não lhe foi favorável. Leia o editorial completo...
Charges de Niels Bo Bojesen (Dinamarca), Arend Van Dam (Holanda), Ann Telnaes (EUA), Lectrr (Bélgica) |
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