Bom dia! A volatilidade do noticiário político-econômico dos Estados Unidos tem se refletido no sobe e desce das bolsas globais. Veja o caso da guerra comercial desencadeada por Trump: até terça-feira, esse era o assunto principal, capaz de causar uma sangria nos mercados mundo afora. Dois dias depois, é como se o tema nem existisse – isso apesar de a China ter avisado que entrará na Organização Mundial de Comércio contra os Estados Unidos por causa da alíquota de 10% sobre seus produtos.
Nesta quinta, a serenidade volta a imperar em Wall Street, e os futuros das bolsas americanas avançam. O noticiário econômico é fraco nos Estados Unidos, com a divulgação semanal dos pedidos de auxílio-desemprego e a espera pelos resultados financeiros da Amazon, que saem após o fim do pregão. Não significa, no entanto, que a paz reina na terra de Trump. O noticiário hoje é sobre a adesão de 40 mil servidores públicos ao programa de demissão voluntária lançado por Elon Musk, para reduzir os custos com o funcionalismo. O número equivale a 2% do quadro de servidores civis, e ainda fica abaixo da meta de 5% a 10% ambicionada pelo governo americano. A janela de adesão termina nesta quinta. Apesar do dia positivo nos EUA e na Europa, o EWZ, fundo que representa a bolsa brasileira em Nova York, amanhece no negativo. O noticiário por aqui também é fraco. O destaque fica por conta da retomada da agenda pública (e entrevistas) do presidente Lula fora de Brasília, isso após o período de recuperação das duas cirurgias a que foi submetido após uma queda. Bons negócios.
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