01 fevereiro, 2025

Nexo Cultural

 

Circulou muito ao longo da semana uma planilha atribuída a profissionais de marketing nas quais influenciadores são classificados por notas e comentários conforme a qualidade dos serviços prestados às empresas para quem fazem propaganda. 

O conteúdo é revelador sobre um mercado cada vez mais profissionalizado. E o texto publicado pelo Lucas Zacari nesta semana é perfeito para entender as engrenagens dos contratos das celebridades da internet com as marcas – e qual o poder de barganha de cada uma das partes.

Recomendo também a leitura sobre o fenômeno Tiny Desk, gravações pocket de alcance mastodôntico que conquistaram a audiência brasileira. E também a seleção de trechos da entrevista dada por Marina Colasanti ao Museu da Pessoa em 2008, para relembrar a trajetória da escritora que morreu na terça-feira.

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da semana 

MÚSICA

Por que os vídeos no Tiny Desk viraram um fenômeno pop

Grandes nomes da música internacional fazem performances com milhões de visualizações no canal do YouTube da rede americana de rádios NPR

ARTE

‘IA na arte possibilita mudar o imaginário colonialista’

Pesquisadora Giselle Beiguelman fala ao ‘Nexo’ sobre a relação da inteligência artificial com a produção de obras, memória e ecologia

LIVROS

A vida e a obra de Marina Colasanti, segundo ela mesma

Em depoimento ao Museu da Pessoa em 2008, a escritora ítalo-brasileira falou sobre sua vinda ao país e sua relação com a literatura. Ela morreu aos 87 anos


da estante

TRECHOS

'A mulher habitada': o despertar para uma luta social

O ‘Nexo’ publica um trecho de ‘A mulher habitada’, da escritora nicaraguense Gioconda Belli. O romance conta a história de Lavínia, que volta dos estudos na Europa para a América Latina nos anos 1970 e passa a questionar seu papel numa sociedade tomada por uma ditadura militar

A mulher habitada

Gioconda Belli
Trad. Enrique Boero Baby
Rose of the Times
448 páginas

*Assinantes podem comprar este livro com 30% de desconto na Livraria do Nexo

FAVORITOS

 

5 livros importantes para pensar a pós-modernidade

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