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O LinkedIn deixou de ser há tempos apenas uma rede de networking profissional. Em meio a um cenário de mídia social fragmentado e ao aumento de casos de burnout, cresce o número de pessoas que usam a plataforma para expor chefes ruins e ambientes de trabalho considerados tóxicos , depois de não conseguirem apoio ou solução da área de recursos humanos para as mais diversas situações. Mas será que a exposição vale a pena? |
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A classificação de cargos em níveis júnior, pleno e sênior já virou prática no mercado de trabalho, mas ainda gera dúvidas entre os profissionais na hora de se candidatar a uma vaga. Além das definições dos cargos poderem variar de uma empresa para a outra, os critérios usados para definir experiências e habilidades profissionais não são simples — e vão muito além de tempo de carreira ou formação. Confira algumas orientações de especialistas e descubra em qual nível você se encontra. |
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Enquanto os CEOs lutam contra o FOMO ("medo de ficar de fora", em tradução livre) e correm para adotar a inteligência artificial, seus funcionários estão experimentando um lado diferente da revolução da IA - o FOBO ("medo de se tornar obsoleto") . O termo, que está em alta, se refere ao receio dos profissionais em serem deixados para trás, à medida que a inteligência artificial avança em alta velocidade. |
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Segundo pesquisa feita pela Pacto Global com iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), oito em cada dez trabalhadores e trabalhadoras com deficiência ou neurodivergência que estão empregados avaliam que a maioria das empresas está despreparada para recebê-los em seu quadro funcional. Outra proporção significativa foi a de pessoas que preferem trabalhar em modelo remoto ou híbrido, ou seja, que mescla expedientes presenciais e remotos. A parcela é de 71% nesse caso, superior à dos que já têm essa rotina atualmente, de 58%. |



