“Esperança tucana no Rio de Janeiro, Luciano Huck terá que fazer umas aulinhas de português caso queira mesmo se candidatar, nem que seja para evitar vexames no Twitter. Na rede social, ele acaba de pedir um sistema público de saúde "descente" (assim mesmo, com sc), numa mensagem que foi imediatamente multiplicada por Sabrina Sato, aquela que se vangloria do seu QI nem tão privilegiado
Ninguém sabe ao certo se Luciano Huck, celebridade da Globo, atenderá ao chamado do PSDB para concorrer ao governo do Rio de Janeiro, conforme foi noticiado pelo jornalista Ilimar Franco, do Globo, há pouco mais de uma semana.
Mas se for realmente verdade, o garoto-propaganda terá que, antes, fazer um curso intensivo de português, para evitar vexames no Twitter. Indignado com uma reportagem do Jornal Nacional, Huck acaba de postar a seguinte mensagem: "Espero que um dia o Brasil tenha um sistema de saúde público descente e para todos #JN".
Se era discurso de pré-candidato, faltou cuidar do vernáculo.
"Descente" talvez seja um sistema de saúde em dúvida entre ser decente ou descendente – mas a palavra, simplesmente, não existe.
Por ironia ou não, a mensagem de Huck mereceu um retweet imediato de Sabrina Sato, celebridade notória por alardear o fato de ser "burrinha".
De: "Brasil! Brasil!" anfenoju@gmail.com
Para: sulinha13@yahoo.com.br
Deixando de lado o erro de português de Luciano Huck (escreveu "descente" em vez de decente), e o elitismo do 247 para cima da Sabrina Sato, que nem fez nenhuma declaração indevida, o pior são as atitudes incoerentes do apresentador tucano.
Hoje Huck se apresenta como "bonzinho", com compaixão pelos usuários do SUS, mas em 2007 ele se engajou ferozmente na campanha neoliberal demotucana para retirar R$ 40 bilhões por ano do orçamento do SUS, detonando a CPMF.
Huck seria o apresentador voluntário do show gratuito promovido pela FIESP em São Paulo contra a CPMF. Com nomes de cantores famosos, esperava atrair um público de 2 milhões de pessoas. O público foi só 7 mil pessoas. Com esse público pífio, Huck cancelou sua participação de última hora, alegando "problemas de agenda".
Mesmo assim a bancada demotucana no senado, com ajuda do PSOL, conseguiu detonar a CPMF. O empresário Luciano Huck ficou mais rico ao embolsar para o si o dinheiro que pagava de CPMF e era usado para financiar o SUS. A saúde pública ficou mais pobre do que deveria, apesar dos esforços do governo Lula e Dilma para repor e aumentar as verbas.
Ah... E o Plano de Saúde do banco que Huck é garoto propaganda se deu bem, pois enquanto a saúde pública tiver má fama, o cidadão se sacrificará, enquanto puder, para pagar plano de saúde privado.
Mas deixa o Huck prá lá. O SUS, apesar de sabotado, vai se tornar um sistema cada vez mais decente, pelos esforços:
- do governo federal para aumentar as verbas e melhorar a gestão;
- dos bons prefeitos e governadores para fazer funcionar bem as unidades de saúde;
- para combater os desvios que ocorrem onde há maus prefeitos, governadores e maus gestores;
- de conscientização do cidadão brasileiro trabalhador de classe média, ao tomar conhecimento de que pode ser muito melhor atendido, com mais qualidade, por melhores profissionais de saúde, e atendimento mais humanizado, se todos contribuírem para financiar a saúde pública, de acordo com a renda de cada um, pagando de "imposto" muito menos do que as mensalidades de planos de saúde privados. Como ocorre no Canadá e em muitos países da Europa.
Hoje Huck se apresenta como "bonzinho", com compaixão pelos usuários do SUS, mas em 2007 ele se engajou ferozmente na campanha neoliberal demotucana para retirar R$ 40 bilhões por ano do orçamento do SUS, detonando a CPMF.
Huck seria o apresentador voluntário do show gratuito promovido pela FIESP em São Paulo contra a CPMF. Com nomes de cantores famosos, esperava atrair um público de 2 milhões de pessoas. O público foi só 7 mil pessoas. Com esse público pífio, Huck cancelou sua participação de última hora, alegando "problemas de agenda".
Mesmo assim a bancada demotucana no senado, com ajuda do PSOL, conseguiu detonar a CPMF. O empresário Luciano Huck ficou mais rico ao embolsar para o si o dinheiro que pagava de CPMF e era usado para financiar o SUS. A saúde pública ficou mais pobre do que deveria, apesar dos esforços do governo Lula e Dilma para repor e aumentar as verbas.
Ah... E o Plano de Saúde do banco que Huck é garoto propaganda se deu bem, pois enquanto a saúde pública tiver má fama, o cidadão se sacrificará, enquanto puder, para pagar plano de saúde privado.
Mas deixa o Huck prá lá. O SUS, apesar de sabotado, vai se tornar um sistema cada vez mais decente, pelos esforços:
- do governo federal para aumentar as verbas e melhorar a gestão;
- dos bons prefeitos e governadores para fazer funcionar bem as unidades de saúde;
- para combater os desvios que ocorrem onde há maus prefeitos, governadores e maus gestores;
- de conscientização do cidadão brasileiro trabalhador de classe média, ao tomar conhecimento de que pode ser muito melhor atendido, com mais qualidade, por melhores profissionais de saúde, e atendimento mais humanizado, se todos contribuírem para financiar a saúde pública, de acordo com a renda de cada um, pagando de "imposto" muito menos do que as mensalidades de planos de saúde privados. Como ocorre no Canadá e em muitos países da Europa.

