31 março, 2013

Atirar em presidentes parece ser comum nos Estados Unidos


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Os estragos causados pelas armas nos Estados Unidos não estão restritos ao jovens nas escolas e universidades. Vários presidentes foram assassinados nos Estados Unidos:

- Abraham Lincoln, 56 anos, 15 de abril de 1865, assassinado por John Wilkes Booth
- James A. Garfield, 49 anos, 19 de setembro de 1881, assassinado por Charles J. Guiteau
- William McKinley, 58 anos, 14 de setembro de 1901, assassinado por Leon Czolgosz
- John F. Kennedy, 46 anos, 22 de novembro de 1963, assassinado por Lee Harvey Oswald

Na lista de políticos, também podemos citar o senador Robert Kennedy, assassinado em 5 de julho de 1968 em plena campanha eleitoral, por Sirhan Bishara Sirhan
O presidente Ronald Reagan também não escapou da loucura das armas. Sessenta e nove dias após assumir a presidência, Reagan foi baleado na saída de um hotel em Washington D.C, por John Hinckley Jr. Era o dia 30 de março de 1981. Três outras pessoas foram atingidas, James Brady, Secretário de Impressa da Casa Branca, Thomas Delahanty, Oficial de Polícia do Distrito de Columbia e agente do Serviço Secreto  Tim McCarthy.
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O maluco era apaixonado pela atriz Jodie Foster e escreveu, mas não postou, uma carta para ela, dizendo que ele esperava impressioná-la com o que iria fazer.

Veja no vídeo, imagens do momento do ataque, que estavam perdidas nos arquivos da emissora .

Cananéia - primeiro povoado do Brasil - Vale do Ribeira e Litoral Sul de São Paulo



CANANÉIA – PRIMEIRO POVOADO DO BRASIL – VALE DO RIBEIRA E LITORAL SUL DE SÃO PAULO

Joaquim Macêdo Júnior

Desde que cheguei em São Paulo, passei a escutar muitas informações, histórias, lendas e sugestões para que não deixasse de conhecer o lugar. Cananéia, para mim, tornou-se um destino indispensável.
Cheguei mesmo a achar que Cananéia ficava no fim do mundo, o que para os andantes de pouca distância não deixa de ter um fundo de verdade.
Bem, mais surpreendente que isso, foi descobrir que “aquém e além do fim do mundo” havia um manancial, literalmente, de naturezas sem fim, ecossistemas de grande complexidade, de novidades, descobertas e um agora impositivo conhecimento de toda a região, uma mania deste escriba-viajante.
Sim, vou dizer de Cananéia e muito. Mas, seria injusto se não tentasse descrever um pouco do que vi no Vale do Ribeira e Litoral Sul de São Paulo, região do rio Ribeira do Iguape (470 km do Paraná (com 60% de suas águas) à foz em Barra do Ribeira, em Iguape-SP).
Tudo o que pude visitar e, quem sabe mais atrativos que ainda não conheci, mais que já estão na lista dos 1001 que não devem deixar de ser vistos enquanto tempo houver.
Situada numa área onde foi disputada a demarcação de terra entre aventureiros e piratas espanhóis, portugueses e franceses, que passavam por ali à procura das riquezas do novo mundo, principalmente as duas maiores potências da época – Portugal e Espanha.
Em 24 de janeiro de 1502, desembarca em Cananéia a expedição exploratória, comandada por Gaspar de Lemos e Américo Vespúcio.
Os exploradores denominaram o lugar de Barra do Rio Cananor, trazendo com eles o misterioso ‘Bacharel’ Mestre Cosme Fernandes, degredado de Portugal pelo Rei D. Manuel, como consta no Livro dos Degredos no Museu do Tombo em Lisboa. O documento registra a posição de Cananéia – “a 25 graus de ladeza da costa sul do grande mar oceano – o que coincidia com a ilha do meio (Ilha do Cardoso), onde fixaram o marco do Tratado de Tordesilhas (Itacuruçá) em frente à Ilha do Bom Abrigo”.
(aqui, registro indispensável: o “Bacharel” talvez seja um dos personagens, mais pesquisados e citados na história de São Paulo e do Brasil e, possivelmente, o que permanece mais enigmático até hoje. Bom lembrar que Pedro Taques, Frei Gaspar, Machado de Oliveira, Varnhagen, Galanti, Cândido Mendes e Paulo Setúbal já tentaram traçar-lhe uma biografia completa, sem sucesso. Para dar sabor especial à lendária história, Ídolo de Carvalho afirma “Somente um homem de engenho e valentia e, também, letrado, saberia manter, diplomaticamente, a posse de um ponto que, por certo, viria a ser disputado entre os dois reinos, e ainda com a presença nem sempre pacífica do gentio. Com essa intenção foi o bacharel deixado em em Cananéia em 1499”. Repito em 1499).
Anos mais tarde, a Coroa Portuguesa decide enviar mais uma de suas expedições à colônia, sob o comando de Martim Afonso de Souza, cuja armada atracou, em Cananéia, em 12 de agosto de 1531 (data mais tarde considerada a de fundação oficial da vila), já havendo encontrado um povoado formado junto com o Bacharel, 6 europeus vivendo em família, duzentos mestiços e mais de mil e quinhentos índios vivendo na comunidade de Maratayama (primeiro nome de Cananéia, proveniente do tupi Mara = mar e Tayama = terra), como consta no Diário de Navegação da Armada de Pero Lopes, irmão de Martim Afonso de Souza.
Ponto de conflitos e de trânsito de muitas embarcações que ali atracavam, desenvolveu-se em Cananéia um pólo de produção de meios de transportes para as tropas que se dirigiam ao Sul e reparos de caravelas.
Dotada de um excelente porto natural, a construção naval ganhou espaço durante os séculos XVII e XVIII. Em 1782 já contava com dezesseis estaleiros e uma frota de mais de duzentas embarcações produzidas.
Já no século XIX, a atividade decaiu em função do avanço de extração de madeira destinada à exportação, empurrando a “indústria naval” a servir quase que somente à pesca.
Hoje, a cidade tem no turismo e na pesca suas principais atividades e se destaca por dentro dos seus limites seis importantes unidades de conservação ambiental, além de ser importante núcleo urbano tombado como Patrimônio Histórico pelo CONDEPHAAT.
Cananéia está situada no extremo sul do litoral paulista, no centro de um corredor biológico de 110 km que se estende desde a foz do Rio Ribeira em Iguape (SP) até a baia de Paranaguá (PR).
Considerada um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica intocada na costa brasileira e um dos maiores berçários de vida marinha do planeta, foi tombada pela UNESCO como Patrimônio Natural da Humanidade.
Apontada pela revista americana “Condé Nast Traveler” como o melhor roteiro ecológico do mundo, a região lacunar-estuarina de Cananéia, conhecida como Lagamar, abriga uma fantástica coleção das águas de muitos rios, baías e lagoas com o mar, compreendendo, num só lugar, 4 ecossistemas: mangues, dunas, restingas e a Mata Atlântica. (Dados da prefeitura de Cananéia)
Ali, encontram-se inúmeros sítios arqueológicos, os sambaquis (detalharei depois), datados entre seis e quatro mil anos, e ruínas do período colonial. Além do Parque Estadual da Ilha do Cardoso, o visitante pode conhecer a praia do Boqueirão Sul, no município de Ilha Comprida, bastando atravessar o canal, a 25 minutos de balsa. O nome Cananéia tem duas origens:
01) Entre os Tupiniquins, o “Bacharel” foi logo desejado pelos famintos indígenas, mas a linda Caniné, filha do Chefe Ariró, apaixonou-se pelo louro de fala macia. Ariró permitiu o casamento, era gratidão ao que lhe ensinara o inteligente Bacharel. Festa estrondosa se realizou. O Bacharel depois de dois anos partiu, deixando a já conhecida terra de Caniné, que foi sofrendo corrupções – Caniné e Cananea –Cananéia;
02) Outra razão viria do fato de o Bacharel ser um judeu que se recusou a virar cristão. Com essa tese, apoia-se a designação do nome de “Cananéia” que seria uma alusão a “Canaã”, a terra dos judeus no primeiro testamento. Obs: os dicionários em português apontam como sinônimo de cananeus, nascidos em Canaã.
Está a 465 km de São Paulo e a 450 km de Curitiba, tem cerca de 1,2 km² e 12,2 mil habitantes. O gentílico é cananiense.
A Região Administrativa de Registro, onde está Cananéia, tem números bastante tímidos, quando comparados aos do estado: seu PIB é de R$ 3,4 bilhões, face o 1,3 trilhão de São Paulo (0,27%); a região apresenta um IDH de 0,710, bem abaixo do 0,833, do estado; o PIB per capita dos moradores de lá é R$12,6 mil/ano, enquanto o estadual é de R$ 30,2 mil. Possui área de 12,1 mil km², contra 248,2 mil do estado; tem 270 mil habitantes, frente aos cerca de 42 milhões de paulistas.
Esses números não falam sozinhos. Têm de ser cotejados com os altos níveis de restrições nas áreas ambiental e de patrimônio histórico, o que, muitas vezes, sem uma política compensatória governamental ou um plano de investimento maciço em turismo, ecologia, esportes especializados, arranjos produtivos não poluentes, leva a estagnação econômica de lugares como esses!
Profusão de beleza, traduzida em natureza e história no pedaço economicamente mais pobre do estado mais rico do país!
Na semana que vem, tem mais Vale do Ribeira e Litoral Sul.

De: Geleia General <noreply@blogger.com>
Assunto: Geleia General
Para: cidad3@yahoo.com.br

Blog Clara Nunes: Deusa dos orixás


É o máximo da empolgação?!?




De: "Sovaco de Sapo" <noreply@blogger.com>
Para: sulinha3@yahoo.com.br


Ministério da Defesa proíbe comemorações no dia 31 de março - Resposta.


Jorge Serrão
O ministro Celso Amorim acaba de baixar uma ordem proibindo
qualquer celebração de 31 de março de 1964 em unidades militares ou
qualquer outro local sob jurisdição das Forças Armadas (como as Vilas
Militares e as agremiações militares).
Na verdade, a proibição imposta por Celso Amorim é uma censura
ordenada pela chefona em comando das Forças Armadas, Presidenta Dilma
Rousseff.

A censura de Dilma aos militares é apenas mais evidência escancarada
de que o revanchismo ideológico prevalece e que a democracia está mais
ameaçada que nunca no Brasil.
(Alerta Total, 20 de Março de 2013).


Comemorar, sim, o Dia 31 de Março de 64!
Não consigo acreditar que as Forças Armadas brasileiras tenham se
transformado num grande canil de cães amestrados. No governo do ex
presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex ministro da Defesa Nelson
Jobim mandou e desmandou na instituição militar. Afrontou o Alto
Comando do Exército, chegando a ameaçar de prisão os oficiais que
discordassem de uma publicação apresentada no palácio do Planalto, com
a presença do presidente da república, aonde se enalteciam os
guerrilheiros que na Guerrilha do Araguaia lutaram contra os
militares. Depois dizia que não tinha medo de confrontamento. Os
militares nas duas ocasiões ouviram calados e permaneceram em
silêncio. O mesmo Nelson Jobim desafiava os cadetes da AMAN
desautorizando a homenagem que se fazia ao ex comandante da academia,
e ex presidente da república, General Emílio Garrastazu Médici. Os
cadetes e um familiar do homenageado não reagiram, aceitando o desafio
calados. Na gestão do novo comandante do Exército, general Enzo
Martins Peri, a ordem vinda de cima proibia que se fizessem homenagens
à Contra-revolução de 31 de março de 64, suspendendo-se palestras e
reuniões programadas em todas as unidades militares.
"Esqueçam o dia 31 de março de 64", sentenciou o general Enzo Peri. O
Exército calou nesse dia. A frouxidão tomou conta da alma e coração
dos nossos solados, e o resultado viria com o descerramento de uma
placa no Curso Básico da Academia Militar das Agulhas Negras,
admitindo-se que na instituição de ensino se torturavam os cadete nos
exercícios de instrução de guerra. A indecorosa placa contou com a
presença do general Enzo Peri que foi signatário do "Acordo de Solução
Amigável" que tornou possível essa humilhação às FFAA brasileiras.
Agora pergunto: Onde estão os chefes 'militares do presente'?
Medraram, trocaram a farda por saiotes escoceses, viraram
'machos-men'; se tal tenha acontecido, que procurem outra seara para
fingir que chefiam, mas não comandam. Não consigo acreditar que um
merda qualquer, marqueteiro, por ter enfiado na cabeça de um marginal,
arruaceiro de porta de fábrica, que era uma estadista; possa mexer com
os brios de uma instituição séria, respeitada e admirada pela opinião
pública, e a coloque no rés do chão, trate-a como cachorro e não
encontre um único chefe militar para a defender.
Faço um desafio: Que todas as unidades militares, não apenas do
Exército, no dia 31 de março, reúnam os seus homens e prestem uma
homenagem à Revolução Redentora de 1964, aquele movimento que abortou
o avanço do país na direção do abismo, transformando-o numa
republiqueta nos moldes de Cuba e de países subordinados à então
poderosa URSS. Vamos mostrar ao mundo que somos um país forte,
guardado por forças militares fortes, e de um povo livre e soberano.
Não irá ser uma ordem partida de um mentecapto, serviçal de um governo
sem ética e moral, que subjugará as Forças Armadas brasileiras!
Eles que venham. Por aqui não passarão!
José Geraldo Pimentel
Cap Ref EB
Rio de Janeiro, 20 de março de 2013.



De: Verdades e Mentiras <donotreply@wordpress.com>
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Excelente Páscoa!!!

Humor da Páscoa

Fala Sério... para não esquecer...







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Hugo Chávez encontra os amigos no céu


A
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Tartaruga caçando




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Dr.Lair Ribeiro – médico fala sobre água comprada e refrigerantes





De: Verdades e Mentiras <donotreply@wordpress.com>
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Quebra molas de alemão




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Sorria, Você Está em Recife




De: Papo de Blodega <moziel81@hotmail.com>
Assunto: Papo de Blodega - Aqui Até a Conversa é Fiada
Para: sulinha3@yahoo.com.br