Apple Watch (2014): o primeiro grande passo da "era Cook". O relógio inteligente abriu caminho para uma categoria nova dentro da empresa, movendo o foco para a saúde e o bem-estar. No último trimestre de 2025, as vendas do Apple Watch representaram 32% de todos os smartwatches comercializados no mundo, de acordo com um relatório da Counterpoint Research.
AirPods (2016): o que começou com memes sobre o design de fones de ouvido sem fios e com hastes, tornou-se um fenômeno cultural e liderou a revolução dos fones true wireless. Com o passar dos anos, os AirPods ganharam cancelamento de ruído ativo (ANC), tradução de conversas e até monitoramento de frequência cardíaca.
Chips Apple Silicon (M1 - 2020): talvez o movimento técnico mais audacioso. Ao escantear a Intel e criar seus próprios processadores Série M para computadores (e tablets), a Apple retomou o controle total sobre a performance e eficiência de seu hardware.
AirTag (2021): os pequenos rastreadores Bluetooth se tornaram tão populares que até mesmo aeroportos e companhias aéreas estão integrados ao serviço da Apple para ajudar a localizar as malas dos passageiros.
Apple Vision Pro (2023): o "canto do cisne" de sua gestão em termos de novas categorias. O óculos de realidade mista representa a aposta de Cook na computação espacial e o legado tecnológico que ele deixa para o futuro com o próximo CEO, John Ternus.
Apple Services (Music, TV+, iCloud, App Store, Apple Pay): Cook entendeu que o hardware é a porta de entrada, mas os serviços são a estadia. Sob sua gestão, a receita com serviços, como streaming e armazenamento em nuvem, tornou-se uma coluna vertebral financeira da empresa, superando US$ 100 bilhões anuais e compensando variações nas vendas de hardware.