15 abril, 2026

Newsletter Abril 2026 | ACAM Portinari

 

Na parte superior da imagem, sobre fundo claro, aparece o logotipo da ACAM Portinari – Organização Social de Cultura. Ao centro, uma fotografia em plano aproximado mostra as mãos de uma pessoa manuseando a terra e posicionando uma muda de planta em um vaso. A pessoa veste camiseta clara e calça escura, com o corpo parcialmente enquadrado, sem exibir o rosto. Em primeiro plano, folhas verdes ocupam a frente da imagem, levemente desfocadas, enquanto o foco está nas mãos em contato com o solo. O ambiente sugere um espaço externo, com iluminação natural e elementos de jardim ao redor. No canto inferior esquerdo, há o selo “Carbon Free” com identificação numérica.

Selo Carbon Free destaca avanços ambientais dos museus

Em continuidade a uma trajetória iniciada há mais de uma década, os museus geridos pela ACAM Portinari mantêm a certificação Carbon Free, que atesta a compensação das emissões de gases de efeito estufa geradas por suas atividades.

O programa, realizado em parceria com a ONG Iniciativa Verde, se baseia na recomposição de áreas de Mata Atlântica na Serra da Mantiqueira, com o plantio de árvores e a recuperação de áreas degradadas, contribuindo para soluções baseadas na natureza e para a ampliação de serviços ambientais.

Na consolidação dos dados mais recentes, referentes a 2023 e 2024, os resultados indicam avanços entre as unidades. O Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro apresentam os maiores índices, com 53,93 toneladas de CO² compensadas em 2023 e 55,50 em 2024. O Museu Índia Vanuíre também registra crescimento, passando de 32,24 para 42,73 toneladas compensadas.

O Museu Casa de Portinari amplia seus números de 14,90 para 23,03 toneladas, enquanto o Museu das Culturas Indígenas registra 29,51 toneladas compensadas em 2023 e 22,37 em 2024, mantendo ações contínuas voltadas à sustentabilidade.

Os resultados refletem a adoção de práticas sustentáveis no dia a dia dos museus, com ações que fortalecem a relação com os territórios e as comunidades e integram a gestão ambiental das instituições.

ACESSE O SITE
 
ícone do facebook ícone do instagram ícone do linkedin
 
Na parte superior da imagem, sobre fundo claro, aparece o logotipo do Museu Casa de Portinari. Ao centro, uma fotografia mostra um grupo de visitantes em um ambiente interno da casa, com piso de madeira e luz natural entrando pelas janelas ao fundo. À direita, um educador, em pé e de perfil, veste camiseta laranja e conduz a mediação com gestos. À sua frente, uma mulher adulta vestida com trajes teatrais que remetem a uma pessoa idosa gesticula, enquanto várias crianças estão sentadas no chão, próximas a um móvel de madeira. Ao fundo, há cadeiras encostadas na parede e extintores de incêndio. Nas laterais da composição, aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual da instituição.

Museu oferece visitas educativas aos fins de semana

Museu Casa de Portinari passa a oferecer visitas educativas mediadas aos fins de semana e amplia as possibilidades de experiência do público com o acervo. As atividades acontecem aos sábados e domingos, às 10h e às 15h, conduzidas pelo Núcleo Educativo.

Durante o percurso pela casa onde Candido Portinari viveu, em Brodowski (SP), o público conhece pinturas murais preservadas nos ambientes e objetos pessoais que integram o acervo. O conjunto permite compreender momentos de sua formação, referências de sua produção e a relação com a cidade natal.

A proposta estimula a observação e o diálogo, aproxima o visitante desse patrimônio e amplia o conhecimento sobre a obra do artista e a cultura brasileira. Para grupos com mais de 12 pessoas, é necessário agendamento prévio pelo telefone (16) 3664-4284 ou pelo e-mail contato@museucasadeportinari.org.br.

APOIE ESTE MUSEU
 
ACESSE O SITE
 
ícone do facebook ícone do instagram ícone do linkedin ícone do twitter ícone do tiktok
 
Na parte superior da imagem, sobre fundo claro, aparecem os logotipos do Auditório Claudio Santoro e do Museu Felícia Leirner. Ao centro, uma fotografia mostra duas crianças em um ambiente externo, cercado por vegetação. À esquerda, uma menina usa boné preto e camiseta marrom; ao lado, um menino veste camiseta preta com um casaco branco. Ambos seguram pequenos recipientes com terra, concentrados na atividade. Ao redor, há bancadas com mudas de plantas organizadas em vasos e bandejas. Ao fundo, árvores e estruturas do espaço expositivo ao ar livre compõem o cenário. Nas laterais da composição, aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual da instituição.

Instituições fortalecem atuação como polo de educação ambiental

Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro se destacam como polo de educação ambiental na Serra da Mantiqueira, com ações que colocam o público em contato direto com a natureza e com o território onde estão inseridos.

Localizados em uma área de proteção ambiental e em meio à Mata Atlântica de altitude, os espaços desenvolvem atividades voltadas à compreensão dos ecossistemas locais, com temas como biodiversidade, ciclos naturais e conservação. Caminhadas guiadas, experiências de observação da fauna, atividades sobre a dinâmica da água no solo e ações de plantio são exemplos de atividades que contribuem para ampliar o conhecimento sobre o ambiente.

As iniciativas do Núcleo Educativo envolvem professores, estudantes e famílias, com práticas que podem ser aplicadas em diferentes contextos de ensino e que estimulam a reflexão sobre o ambiente. Esse conjunto de ações destaca o Museu e Auditório como referências para a educação não formal na região.

APOIE ESTE MUSEU
 
ACESSE O SITE
 
icone facebook icone instagram icone linkedin icone x icone tik tok
 
Na parte superior da imagem, sobre fundo claro, aparece o logotipo do Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre. Ao centro, uma fotografia mostra um homem ajoelhado no chão, em um ambiente interno, realizando pintura ou preparação de superfície. Ele veste camiseta cinza e trabalha próximo a uma lata de tinta posicionada à sua frente. O espaço apresenta iluminação baixa, com uma área mais clara ao fundo e paredes parcialmente cobertas. À direita, há uma estrutura expositiva protegida por plástico. No primeiro plano, um objeto escuro aparece em silhueta sobre o piso refletivo. Nas laterais da composição, aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual da instituição.

Inauguração de exposição tem nova data

Museu Índia Vanuíre informa que a inauguração da nova exposição de longa duração tem nova data e ocorre em 23 de maio. A alteração acompanha o processo de construção da mostra, desenvolvido em diálogo com comunidades indígenas das Terras Indígenas Vanuíre, Icatu e Araribá, que envolve etapas de escuta, validação e ajustes conjuntos.

A reformulação inclui revisão de conteúdos, reorganização dos ambientes e definição de um novo percurso expositivo. A proposta se orienta pela participação ativa dessas comunidades na construção das narrativas, com foco na autorrepresentação e na atualização das abordagens apresentadas ao público.

Durante esse período, as atividades do Museu seguem em espaços parceiros na cidade. Já a 54ª Semana dos Povos Indígenas acontece em frente ao Museu, entre os dias 18 e 30 de abril, em área com a rua fechada e estrutura de tendas, com ações que destacam a diversidade e o protagonismo dos povos originários.

APOIE ESTE MUSEU
 
ACESSE O SITE
 
icone facebook icone instagram icone linkedin icone x icone tik tok
 
Na parte superior da imagem, sobre fundo claro, aparece o logotipo do Museu das Culturas Indígenas. Ao centro, uma fotografia mostra um grupo de pessoas reunidas em um espaço interno, posando para a câmera. Os participantes vestem roupas variadas, algumas com elementos tradicionais e acessórios culturais, e utilizam crachás de identificação. Ao fundo, há portas abertas e um banner com a inscrição “Povos Indígenas” posicionado ao centro. O ambiente possui iluminação artificial, com luminárias no teto e paredes de concreto aparente. Nas laterais da composição, aparecem padrões gráficos discretos que dialogam com a identidade visual da instituição.

Conselho Aty Mirim participa de debate sobre saberes tradicionais

Na última semana, o Rio de Janeiro (RJ) sediou mais uma etapa fundamental do processo de construção do Marco Legal de Proteção dos Conhecimentos Tradicionais, com a presença de representantes de diferentes povos e comunidades em consultas públicas presenciais. Entre os participantes, o Conselho Indígena Aty Mirim, do Museu das Culturas Indígenas, teve atuação ativa nas reflexões, experiências e propostas que reforçam a importância do reconhecimento e da proteção dos saberes ancestrais.

A participação do Aty Mirim se insere em um processo mais amplo conduzido pelo Ministério da Cultura, que busca ouvir povos indígenas, comunidades quilombolas e grupos tradicionais em diferentes regiões do país. Essas consultas têm como objetivo garantir que o texto legal seja construído de forma coletiva, a partir do diálogo direto com representantes.

Durante os encontros, foram debatidos temas centrais como a proteção contra o uso indevido de conhecimentos tradicionais, a necessidade de repartição justa de benefícios e os mecanismos de autorização para uso comercial desses saberes. A presença do Conselho reforça a importância da participação indígena qualificada nesse processo e contribui para que o Marco Legal reflita as realidades, demandas e protocolos próprios dos povos.

APOIE ESTE MUSEU
 
ACESSE O SITE
 
icone facebook icone instagram icone linkedin icone x icone tik tok
 
logo acam portinari, cultsp e governo do estado de são paulo