|
|
A pesquisa "Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho", do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), mostra que o número de ocupados em funções expostas à tecnologia chegou a 29,8 milhões no terceiro trimestre de 2025, com maior concentração entre mulheres, jovens, trabalhadores mais escolarizados e empregados do setor de serviços. Entre os setores mais expostos à IA estão intermediação financeira, comércio, serviços de informação e comunicação. Na outra ponta, aparecem agropecuária e indústria de transformação. |
|
Quando economistas e empresários falam sobre o possível fim da escala 6x1, uma palavra surge com frequência: produtividade . Paulo Solmucci, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), acredita que “a discussão que deveríamos estar pautando como obsessão nacional é como ganhar produtividade para pagar mais e trabalhar menos". Alguns economistas, no entanto, criticam essa centralidade, argumentando que limitar o debate à questão é insuficiente. |
|
O projeto de regulamentação do trabalho por aplicativos na Câmara dos Deputados, que seria discutido na última terça-feira (14/4), foi retirado da pauta após articulação entre o governo e o presidente da Casa, Hugo Motta. Segundo o relator da proposta, deputado Augusto Coutinho (Republicanos - PE), a suspensão ocorreu pelo impasse em torno do piso mínimo para entregadores . Para evitar o engavetamento do projeto, o relator cobra que o governo apresente uma nova proposta para o setor. |
|
Um estudo recente publicado pelo Fórum Econômico Mundial, que analisou mais de 351 mil profissionais entre 2019 e 2025, chegou a uma conclusão preocupante: habilidades humanas como criatividade, resolução de problemas, curiosidade, resiliência e liderança regrediram drasticamente durante a pandemia e, quase cinco anos depois, ainda não se recuperaram. As quedas chegam a 6% em todas as dimensões de efetividade no trabalho, e as habilidades mais necessárias são as menos desenvolvidas. |
|
Lidiane Jones resume assim sua estratégia de carreira: para crescer, é preciso escolher o caminho mais desconfortável. A executiva escolheu os lugares onde podia aprender mais , em vez de priorizar marcas ou posições consideradas seguras. Para ela, “se você está confortável demais, provavelmente está no lugar errado”. Foi com essa mentalidade que Lidiane, nascida numa família de baixa renda da zona leste de São Paulo, se tornou CEO de grandes empresas como Bumble e Slack. |




