Quinta-feira, 23 de abril de 2026 |
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Toffoli se afasta de julgamento e crise no BRB se aprofunda com rombo bilionário. Projeto de escolas cívico-militares empaca na ALMG e testa base de Mateus Simões. Confira estes e outros destaques desta quinta-feira, 23 de abril. |
Dez dias após chegar à Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o projeto que recria escolas cívico-militares ainda não começou a tramitar e sequer foi apresentado aos deputados, tornando-se o primeiro grande teste político do governador Mateus Simões. Sem consenso e sob ameaça de obstrução da oposição, a proposta já gera tensão dentro e fora do Parlamento, enquanto o governo tenta destravar a pauta e evitar novo impasse em sua base. |
Em meio à possível expulsão do delegado brasileiro dos EUA, o superintendente da Polícia Federal do Brasil em Minas, Richard Murad Macedo, defende a atuação internacional da corporação como peça-chave no combate ao crime organizado. Segundo ele, a presença de agentes no exterior fortalece a cooperação entre países, ajuda a frear crimes como tráfico e lavagem de dinheiro e permite ações na origem, antes que atinjam o Brasil. O caso, ainda sob análise das autoridades, não deve impactar a estratégia global da instituição. |
A inadimplência no aluguel residencial voltou a crescer em Minas Gerais e segue como a mais alta do país, segundo levantamento da Loft. Em abril, 6,5% dos contratos registraram atrasos, acima de março e do índice nacional, que também subiu. O cenário indica que o estado ainda não acompanha a melhora observada em outros mercados, mantendo pressão sobre o setor imobiliário. |
Conteúdo de marca. O clima é de tensão na SEF-MG. Após a tentativa de desmonte da Corregedoria pelo secretário Luiz Cláudio Gomes, o Sindifisco-MG e a AFFEMG questionam a transparência dos atos e a estabilidade das instituições fiscais. Há algo a ser escondido? Entenda o impacto dessa crise e as medidas dos órgãos de controle. Clique e saiba mais. |
A morte do pai de Ana Paula Renault, exibida ao vivo às vésperas da final do Big Brother Brasil, reacendeu o debate sobre como cada pessoa vivencia o luto, sem regras, métricas ou julgamentos. Do monumental Taj Mahal à poesia íntima de Adélia Prado, especialistas e vozes ouvidas mostram que a dor é singular e atravessada por cultura, história e escolhas individuais. Entre críticas, apoio e reflexão, o caso expõe a tensão entre experiência privada e espetáculo público, reforçando que o luto exige, antes de tudo, respeito. |
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