Era para o anúncio da prorrogação do cessar-fogo ter dado uma animadinha no mercado, mas o clima se manteve em banho maria. Com Trump e o Irã sem se entender direito e o entrevero geopolítico na temperatura máxima, investidores continuam com desconfianças inabaláveis. O petróleo subiu acima de US$ 100, as Bolsas lá fora hesitaram e aí o cenário só fez fumaça na Ibovespa. O índice suou para não cair muito. O real, ao menos, segurou a chama em relação ao dólar. Feliz com a volta do feriado? Saudade da prainha gostosa e do pôr do sol? Deixa pra lá. Suas contas podem continuar cuspindo fogo: de crédito privado a dividendos, do dólar abaixo de R$ 5 às ações da Petrobras. Vai que tá pelando. |
Thiago de Aragão avança no tabuleiro político com um xeque-mate de análise que você precisa ver. Queda nas reservas globais, sanções à Rússia e avanço de sistemas alternativos aceleram busca por um “plano B” ao dólar com o Brasil em posição delicada entre EUA e BRICS. Pode sobrar pra gente? Ele explica. |
Crédito privado também pena, e como. A classe de fundos foi a que mais sofreu dentro da renda fixa em função da forte repulsa ao risco no mercado - aversão escalando pra ojeriza total, cruz credo. |
Pode ter mais freio de mão puxado no meio da ladeira, dizem analistas. Qualidade dos ativos vira principal preocupação para a primeira temporada de balanços do ano, com aumento de provisões, pressão sobre margens e sinais de desaceleração. Segura esse ROE. Ai meu índice de basileia. |
Se tem resposta na ponta da língua? Aguardemos mais um pouco. De setores perenes a commodities, veja como montar aportes mais eficientes em um mercado mais seletivo. Não tem motivo para desespero não - calma, ainda tem jogo, e bom. |
Einar, me dê uma boa notícia porque olha… Estatal supera pares globais e até o próprio petróleo em 2026, mas correção recente expõe um setor mais sensível a choques geopolíticos. Foi quase. Mas tentou. Quando é que não tava osso mesmo? |
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