O índice Trump de declarações sobre a guerra subiu e fechou em alta, com indicadores de ameaça escalando o terror. O presidente dos EUA, que ontem falou uns palavrões contra o fechamento de Ormuz, agora partiu pro apavoro total em vez de bradar em baixo calão: “Vamos atacar o Irã amanhã e derrotá-lo ‘em apenas uma noite’”, vociferou. E qual a reação do mercado? Praticamente ficou na mesma, num andar de lado desconfiado. O petróleo, não, esse deu uma subida, mas sem aquela força impulsionada pelo medo, com o barril na casa dos já amedrontadores US$ 110. “Reação contida”, “mercado com um pé atrás”, “Bolsas oscila” - foi o que a gente viu no noticiário. Resumo da ópera, segundo analistas: “O movimento foi tímido porque Trump, todo o mundo sabe, um dia vocifera e no outro puxa o freio”. Como se ele dissesse algo como “quem me conhece sabe que…” Sabe que pode recuar ou, no dia seguinte, elevar o tom. Pra você não ficar zonzo entre vai e não vai do mercados, fomos atrás dos gurus da Faria Lima: quem vai pagar dividendos bons? A Bolsa segue atrativa? Vem que tem luz nesse túnel esfumaçado! |
Quero grana na coisa no meio desse bololó, é possível? Pois não, pois sim. Resiliência diante do ciclo econômico e conflitos geopolíticos e antecipação de proventos para fugir de tributos impulsionaram a remuneração até agora; 3 companhias devem segurar o ritmo daqui para a frente. Segura o tranco que dá.
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Durma-se nesse colchão com um barulho desses! Carteiras giram posições, reforçam aposta no setor de energia e mantêm busca por renda estável. Bem desconfortável, mas vamos nessa!
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Sim, senhor, sim, senhora - tem atrativos. Casa vê aumento da volatilidade global, mas destaca resiliência do País, fluxo estrangeiro acima de R$ 50 bilhões e oportunidades em meio à reprecificação dos ativos. Pra frente, Brasil. |
Agora vai? ‘Estamos construindo relações de longo prazo’, diz VP Segmento já ocupa um terço de toda a carteira da estatal; José Ricardo Sasseron explica, em entrevista exclusiva, a estratégia na bioeconomia
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Tá dúvida ao declarar? Nem declarou? Fica frio. Mas não exagera. e mais: entre arrecadação robusta e o retorno em serviços, o caminho do dinheiro ajuda a explicar um incômodo persistente do contribuinte brasileiro. Vem restituição, vem!
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