O fim da janela partidária e do prazo para renúncia de prefeitos e governadores fortaleceram partidos de direita e centro-direita por todo o país. O prazo para a reacomodação nas legendas se encerrou no sábado e, segundo levantamento feito pelo jornal Folha de S.Paulo, 11 governadores e 20 prefeitos deixaram seus cargos para entrar na corrida pela Presidência, governos e Senado. O PSD, que em 2022 elegeu apenas Ratinho Junior no Paraná e Fábio Mitidieri em Sergipe, saltou para 6 governadores com as novas adesões, tornando-se o partido com maior número de governadores. O MDB também deu um salto de 2 para 4 governadores com as posses de Daniel Vilela, em Goiás, e de Ricardo Ferraço, no Espírito Santo. A legenda ainda se fortaleceu em São Paulo com a filiação do vice-governador Felício Ramuth. O PP e o MDB também saltaram de 2 para 4 governadores. Nos municípios, o União Brasil segue como o partido com mais prefeituras das capitais, o Podemos foi o partido que mais cresceu e chegou a quatro prefeituras de capitais, mas por outro lado o PL perdeu espaço, pois tinha cinco prefeitos e deixa de comandar três capitais. Veja todos os dados do levantamento. Corinthians demite o técnico Dorival Júnior. O Corinthians perdeu na noite de ontem por 1 a 0 para o Internacional, em plena Neo Química Arena, agravando a crise do clube, que chegou a nove jogos consecutivos sem vitória. O resultado foi determinante para a diretoria resolver trocar o comando da equipe e, mesmo às vésperas de estrear na Libertadores, o clube demitiu o técnico Dorival Júnior. Além de Dorival, deixam o clube os auxiliares Lucas Silvestre e Pedro Sotero, o preparador físico Celso de Rezende, e os analistas de desempenho Guilherme Lyra e João Marcos Soares. Com a demissão, o Corinthians terá de arcar com uma multa equivalente a três salários da comissão técnica, em um valor aproximado de R$ 8 milhões. Dorival foi o 10º técnico demitido em dez rodadas do Campeonato Brasileiro. Veja quais são. EUA dizem ter recuperado piloto de caça abatido no Irã. O presidente Donald Trump disse ontem que tropas americanas resgataram no Irã o segundo tripulante do caça dos Estados Unidos derrubado na sexta-feira. Um dos pilotos já havia sido encontrado no dia da queda. Segundo a imprensa americana, duas aeronaves utilizadas na missão ficaram presas em uma pista de pouso arenosa após o resgate do militar, mas acabaram sendo socorridas por uma segunda equipe. Mais tarde, o presidente americano disse que o coronel resgatado estava "gravemente ferido", sem dar mais detalhes. Segundo ele, não houve baixas americanas na operação de resgate, que teria envolvido centenas de soldados de forças especiais. O Irã afirmou na sexta-feira ter atingido o caça dos EUA com dois tripulantes, e o governo americano não contestou. Apesar de o Pentágono não comentar o incidente, em entrevista à rede de televisão NBC News, Donald Trump afirmou que o caso não afeta negociações com Teerã. Saiba mais. No governo Bolsonaro, INSS trocou regra para permitir cartão do Master. O Instituto Nacional do Seguro Social fez alterações em regras sobre o crédito consignado para permitir o funcionamento de um cartão de benefícios que impulsionou o Banco Master entre 2022 e 2025, até a sua liquidação. Uma dessas mudanças foi implementada pelo órgão federal 16 dias após o recebimento de um ofício do Master com a intenção de operação do cartão. A criação de normas específicas no último ano do governo Jair Bolsonaro alavancou as operações do Credcesta, uma modalidade de crédito consignado do Master que incluía serviços adicionais, como desconto em farmácia e auxílio-funeral. Ele funcionou como um motor do banco, expandiu-se por 24 estados e 176 municípios, com foco em servidores públicos nas esferas estaduais e municipais. Dados compilados pelo INSS e extraídos pela Dataprev mostram que os contratos do Credcesta saltaram de 104,8 mil em 2022 para 2,75 milhões em 2024. Saiba mais. Facebook avaliou vício nas redes com base em casos no Brasil. O conglomerado de redes sociais de Mark Zuckerberg avaliava casos de uso compulsivo de suas plataformas desde 2019, segundo documentos internos obtidos pela Justiça americana. Os dados serviram de base para a decisão do júri americano que considerou, no mês passado, a Meta e o YouTube culpados pelo efeito viciante de suas tecnologias. A big tech acompanhava usuários de Brasil, Estados Unidos e Índia que reportavam mal-estar com sua relação com as redes sociais. Um brasileiro de 24 anos à época declarou que o tempo que gastava na plataforma era "como um vício". "Abrir o aplicativo a cada meia hora não é saudável", relatou ele no estudo de referência produzido pelo Facebook em 2018. No relatório interno, a big tech concluiu que o "uso problemático" da plataforma era definido pela "falta de controle" e o "sentimento de culpa" pelo uso da rede social. Saiba mais. |