O clima no mercado não é de festa, como já aconteceu no passado, quando o Ibovespa superava marcas históricas. Se fosse, também não seria tão simples agendar o “churrasco dos 200 mil pontos”.
Quando o mundo melhora e a gente pensa “agora vai”, não vai. Leia-se: quando as negociações no Oriente Médio avançam e permitem maior apetite por risco, o petróleo cai, puxando a Petrobras e, junto, o Ibovespa.
O contrário também é verdadeiro. Enquanto você emendava o feriado de Tiradentes, o Irã fechou Ormuz de novo. E o IBOV subiu.