Casa de Portinari celebra museus-casas em iniciativa internacional | O Museu Casa de Portinari participou, nos dias 5 e 6 de abril, da primeira edição dos Dias Internacionais dos Museus-Casas, iniciativa de alcance global promovida pela Associazione Nazionale Case della Memoria, em parceria com o DEMHIST – Comitê Internacional de Casas Históricas do Conselho Internacional de Museus (ICOM) – e o ICLCM – Comitê Internacional para Museus Literários e de Compositores. O evento reforça o papel dessas instituições na preservação do patrimônio e na aproximação com os públicos. A programação do Museu contou com atividades especialmente desenvolvidas para a data, incluindo visitas educativas, uma exposição virtual com projeção em sala do próprio espaço e o Giro do Saber — jogo interativo que desafiou os visitantes a testarem seus conhecimentos sobre a história da casa, a vida de Candido Portinari e o acervo da instituição. As ações convidaram os visitantes a refletirem sobre a presença viva da memória de Portinari no espaço, destacando a importância da casa onde viveu e trabalhou para a construção de sua identidade como artista. A iniciativa reforça o compromisso do Museu com a educação patrimonial e com o fortalecimento dos laços entre patrimônio, comunidade e diálogo com o presente. | |  | Vinho na taça? No Museu e Auditório, ele está na tela! | Vinho também pode virar arte! A exposição temporária “Vinhorela – vinho e aquarela” já está em cartaz no Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro, em parceria com o coletivo Vale Plein Air. A mostra reúne obras criadas com uma combinação pouco comum: vinho e aquarela, explorando paisagens e elementos culturais do Vale do Paraíba. A técnica surpreende não só pelo visual, mas também pelo processo. O vinho, diferente dos pigmentos tradicionais, continua se transformando com o tempo — o que deixa cada obra ainda mais única e imprevisível. A exposição fica aberta até 11 de maio, das 9h às 18h. Aos domingos, a entrada é gratuita. Quer saber das próximas novidades? Acompanhe o site e as redes sociais do Museu e Auditório! |
|  | Documentário encerra programação da Semana dos Povos Indígenas | Até o dia 17 de abril, o Museu Índia Vanuíre realiza a 53ª Semana dos Povos Indígenas, uma das programações mais tradicionais da instituição. A iniciativa valoriza a diversidade cultural e o protagonismo dos povos originários, com ações que aproximam o público de saberes, histórias e vivências indígenas. Entre os destaques da edição está a exibição gratuita do documentário “Museu Oeste: Um Novo Olhar Krenak”, no dia 17, às 19h. Dirigido por Tatiana Cantalejo, o filme aborda a trajetória da cacica Lidiane Krenak na preservação da memória de seu povo e será seguido de bate-papo com a diretora e a própria liderança indígena. Além da sessão de cinema, esta edição da Semana contou com rodas de conversa, oficinas de saberes tradicionais e vivências com representantes de diferentes etnias. Para saber mais sobre as próximas atividades do Museu, acompanhe o site e as redes sociais! |
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 | Manifesto convoca à proteção integral da Mata Atlântica | Em celebração ao Dia dos Povos Indígenas, o Museu das Culturas Indígenas será palco do lançamento do “Manifesto em Defesa do Tombamento do Bioma Mata Atlântica como Patrimônio Material e Imaterial Brasileiro”. O evento acontece no dia 17 de abril, às 10h, e reunirá representantes de povos indígenas da Mata Atlântica, além de organizações da sociedade civil, instituições de pesquisa, ambientais e culturais. O documento destaca a importância da Mata Atlântica como território sagrado e berço cultural de diversos povos indígenas. Com menos de 12% de sua cobertura original, o bioma enfrenta grave ameaça de desmatamento e extinção de espécies animais. O manifesto pede o tombamento oficial para garantir proteção, reconhecer saberes ancestrais e preservar a vida em harmonia com a floresta. “Para os povos indígenas, a floresta é sagrada. Ela não é apenas um espaço físico, mas um território espiritual onde os ciclos da vida se conectam com todos os seres vivos, humanos e não-humanos, que nela habitam”, destacam os signatários do manifesto. |
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