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| Aquilo que você gostaria de saber |
| | Este é um envio de cortesia da nova newsletter semanal do UOL, sobre a cidade São Paulo. Olá, leitora ou leitor. Esta é a primeira edição da newsletter UOL SP, uma curadoria do noticiário de São Paulo. Fatos que saem daquele cercadinho de crime, acidentes, chuvas fortes e falta de luz que acabam dominando nosso cotidiano. Agora vamos ao que interessa. |
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| | Começa nesta quinta-feira, 1º de maio, a exposição "Andy Warhol: Pop Art", a maior já feita sobre o artista multimídia Andy Warhol fora dos EUA. O evento acontece no Museu da Arte Brasileira da Faap (MAB Faap) até 30 de junho. Reportagem de Davi Galantier Krasilchik na Folha antecipou detalhes do que será exibido. Há clássicos de Warhol, como as latas de sopa Campbell's e os retratos colorizados de Marilyn Monroe (bem como os de outras celebridades de sua época). Há desenhos dos tempos em que ele foi ilustrador publicitário no começo de carreira. As peças unem diferentes fases da vida do maior nome da pop art, sem se preocupar com a cronologia. Também há uma seção sobre a banda de rock Velvet Underground, liderada por Lou Reed, que Warhol apadrinhou e produziu nos anos 1960, além de desenhar a famosa capa de disco com uma singela banana. "Warhol sempre lidou muito bem com o ideal da indústria e da reprodução em série. É um conceito que está muito distante da cópia. Ele pode ter produzido dezenas de 'Marilyns' [Monroe] ou diversos Elvis [Presley], mas cada um deles é diferente do outro", afirma Roberto Souza Leão, um dos realizadores da megamostra. Os ingressos custam de R$ 50 a R$ 70. Leia aqui matéria completa da Folha. |
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 | Nelson Antoine/Estadão Conteúdo | 35 milhões de pastilhas! | A reforma do edifício São João, onde fica a sede do Banco do Brasil, vai trocar ou reparar 35 milhões de pastilhas coloridas. Esse revestimento foi uma tendência dos anos 1940 aos 1970, conta Vicente Vilardaga na coluna 'Andanças na metrópole'. Dividindo pela população da cidade, isso dá cerca de 3 pastilhas para cada habitante. |
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|  | Jefferson Rudy/Agência Senado | Collor, prefeito de SP? | Para quem não se lembra, Fernando Collor, ex-presidente agora preso em Alagoas, candidatou-se à Prefeitura de São Paulo em 2000 pelo PRTB, com Levy Fidélix como vice. Ele estava com os direitos políticos cassados, então teve a candidatura impugnada 5 dias antes do pleito. Naquele momento, tinha 1% de intenções de voto... |
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 | Fui chamada de maluca. | | Elaine Alves | moradora de São Paulo, 37 anos, que tem uma coleção de 15 bebês reborn - bonecas que se assemelham muito a bebês humanos reais - sobre a abordagem de uma mulher num shopping |
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 | Arriscar espertezas ao volante pode ser prejudicial ao carro | Getty Images/iStockphoto |
| Trânsito | O que NÃO fazer com seu carro |
| Motorista de São Paulo (assim como de todo o Brasil), há coisas que parecem esperteza fazer com o carro, mas que só desgastam e danificam o coitado. O UOL Carros trouxe cinco dicas do que não fazer ao volante. Seja para demonstrar uma suposta habilidade, seja por simples desconhecimento, muitos adotam práticas que, no fim das contas, detonam o próprio carro, elevam o consumo e até podem trazer risco à própria segurança e à de terceiros. Quem adota esses maus hábitos, geralmente, está convicto de que dirige bem e lida mal com eventuais críticas de terceiros. Como dizem, uma dose de humildade não faz mal a ninguém, e nunca é tarde para aprender. As dicas do que não é bom fazer são: - 'Descansar' o pé no pedal de embreagem
- Descer na 'banguela'
- Passar de lado na lombada
- Frear em cima da hora
- Segurar carro na embreagem
Leia matéria completa do UOL |
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 | A chef Helena Rizzo | Carolina Vianna/Divulgação |
| Cozinha | Gastronomia em casa |
| A CasaFolha, plataforma de cursos online da Folha de S. Paulo, oferece três aulas gratuitas em vídeo do curso "Alta gastronomia em casa" com Helena Rizzo, a chef do restaurante Maní, em Pinheiros, eleita a melhor do mundo em 2014. Pela primeira vez, Helena divide com o público os segredinhos embutidos em seu modo de pensar a cozinha: com sabor, intenção, sensibilidade e técnica. E as aulas não são para dar receitas. Ela divide sua experiência de vida desde sentir cheiros e gostos na infância até todo o aprendizado que a tornou uma chef premiada. As três aulas disponíveis são: - O gosto pela comida;
- De modelo a chef;
- Aprendizados na Itália e na Espanha
Para acessar as aulas, clique aqui. |
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 | Fachada da Rua Javari, estádio do Juventus da Mooca | André Martins/UOL |
| Futebol | Juventus em hibernação |
| Ir ver um jogo do Juventus da Mooca no acanhado, antiquado e charmoso estádio da rua Javari é tanto uma tradição quanto um passeio cult para gerações mais novas. Mas isso não vai acontecer pelo resto de 2025: por dificuldades financeiras, o clube decidiu não participar da Copa Paulista. Com isso, a eleição para a presidência do Juventus, na quarta passada, virou uma luta renhida em que a situação correu sério risco de ser derrotada pela oposição, que não se conformou com a paralisação das atividades por oito meses —as atividades do Juventus ficam resumidas à série A2, a segunda divisão do campeonato Paulista. Não haverá mudança no calendário porque o atual presidente Dilson Tadeu Deradeli se reelegeu com 53 votos contra 51 do candidato oposicionista Marcello Betone. O Juventus tem planos de transformar o time em SAF (Sociedade Anônima do Futebol) para vender a administração. Isso desmembraria o time do resto do clube, que já foi o maior do Brasil em número de associados. A quantidade de sócios ajudava a manter a equipe de futebol na primeira divisão estadual, mas os tempos são outros agora. Reportagem de André Martins no UOL contou o que rolou no dia da votação. Leia matéria completa |
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 | Vista da favela de Paraisópolis com o bairro do Morumbi ao lado | Eduardo Anizelli/Folhapress |
| Habitação | Favelas superlotadas |
| Análise da Folha baseada em dados do Censo 2022 apontou uma alta concentração de pessoas nas favelas de São Paulo. A reportagem de Paula Soprana e Vitor Antonio foi publicada na edição de domingo (27). Há uma média de 35 mil pessoas por km² nas favelas mapeadas da capital. No resto da cidade, a média é muito menor: 6 600 pessoas por km². No Rio de Janeiro, a densidade populacional nas favelas é de 25 mil pessoas por km². Paraisópolis, na zona sul, é a favela mais populosa de São Paulo e tem uma densidade bastante superior à média da cidade: 71,1 mil habitantes por km². E fica bem atrás da comunidade de Castelinho, também na zona sul, que apresenta uma densidade de 145 mil pessoas por km². "São muitas casas em poucos metros quadrados, quando o vizinho está fazendo algum reparo em casa e precisa fechar o registro, a nossa água também é cortada", conta a estudante Beatriz Miranda Vaz, 22, nascida e criada em Paraisópolis. A análise também mostrou que a falta de esgoto tratado é o grande problema das favelas paulistanas. A rede ainda é inadequada em 19% das residências, o que corresponde a 263 mil habitantes. Leia matéria completa da Folha |
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 | Getty Images | Memorial do papa | O papa Francisco foi sepultado no sábado (26), e já há projetos na Alesp para colocar seu nome por aí. Na capital, seria no Memorial da América Latina --o local passaria a se chamar Memorial da América Latina - Papa Francisco. O projeto foi proposto pelo deputado estadual Emídio de Souza (PT). |
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|  | Cesar Candido dos Santos/UOL | QR Code no trânsito | Faixa com a mensagem 'Daniel, decidi te expor' em viaduto era marketing de MC Daniel e Gloria Groove para lançar música nova. Tomara que ninguém tenha perdido o controle do volante para acessar o QR Code... A ação fere o Código de Trânsito Brasileiro e a lei municipal, diz Paula Gama, de UOL Carros. |
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 | Voo TAM 3054 se chocou contra prédio | Divulgação/ Netflix |
| Memória | Documentário de uma tragédia |
| O pior acidente aéreo do Brasil aconteceu em 17 de julho de 2007, quando um avião da TAM vindo de Porto Alegre não conseguiu parar ao pousar no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e chocou-se contra um prédio da mesma empresa. Foram 199 mortes. "É algo permanente, uma ferida que não vai se extinguir jamais", contou Angelo Defanti, diretor do documentário "Congonhas: Tragédia Anunciada", à repórter Fernanda Talarico, de Splash. "Essa dor não pode ser em vão e não pode ser explorada. Mas essa dor também não pode ser desviada." Defanti diz que a inspiração para o documentário veio em 2016, quando visitou o memorial das vítimas, que fica em frente ao aeroporto. "Aquele memorial não servia para memória de nada. Será que estamos esquecendo?", relembra o diretor. Ao investigar o caso, Defanti descobriu "um arquipélago de problemas". "Não foi um erro isolado, mas uma sucessão de falhas gravíssimas. Conforme estudávamos, renovava-se nosso pasmo", diz. Se houve algo de bom na tragédia, foi a melhora da aviação brasileira em vários aspectos, avalia o diretor. "A aviação nacional é hoje uma das mais respeitadas do mundo, mas precisou daquele acidente para acordar." O documentário está disponível na Netflix desde a semana passada. Leia a entrevista exclusiva |
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