PLDO de 2026
A equipe econômica vai apresentar hoje o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026. A proposta vai trazer as principais projeções fiscais do governo para o próximo ano, incluindo a projeção do valor do salário mínimo, metas fiscais, estimativas de inflação, crescimento do PIB, trajetória da dívida, limites de despesas, valores de emendas parlamentares e revisão de gastos públicos. O texto deve prever salário mínimo de R$ 1.627 a partir de janeiro de 2026, um reajuste de 7,18% sobre os atuais R$ 1.518. A quantia, no entanto, ainda pode ser alterada até a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. O projeto também deve reafirmar a meta de superávit primário de 0,25% do PIB para 2026, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual para mais ou para menos. O PLDO orienta a elaboração da proposta orçamentária (PLOA) de 2026, que deve ser enviada ao Congresso até 31 de agosto e votada até o fim do ano. |
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PL da Anistia
O PL mudou a estratégia perante o pedido de anistia a envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, para tentar resistir a pressões de governistas e firmar o apoio mínimo à urgência do projeto. O requerimento de urgência foi protocolado pelo líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), no início da tarde de ontem. Se aprovado, o pedido faz com que o projeto possa pular etapas internas e ser analisado diretamente em plenário. Com isso, também foi tornada pública a lista dos deputados que assinaram o pedido. Antes, a ideia do PL era manter a listagem em segredo e protocolar o pedido somente após o feriado de Páscoa. Até porque o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), responsável pela pauta do plenário, está fora em viagem. Agora, no entanto, na avaliação de Sóstenes, apurou a reportagem, expor quem já apoiou o pedido até o momento pode aumentar adesões futuras e evitar que outros tentem tirar as assinaturas protocoladas. |
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Bolsonaro internado
Após realizar mais um procedimento cirúrgico na região abdominal, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve ficar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, por pelo menos duas semanas. Segundo a equipe médica, as primeiras 48 horas do pós-operatório são decisivas. A indicação da equipe médica é para que Bolsonaro receba antibióticos de forma preventiva e faça sessões de fisioterapia para evitar que perca massa muscular. Por conta da obstrução intestinal, o ex-presidente está, desde a última sexta-feira (11), impedido de se alimentar, e segue um protocolo de nutrição por via venosa. Segundo o especialista, o procedimento transcorreu conforme o esperado, sem complicações. No entanto, devido à complexidade e duração prolongada da cirurgia, o organismo tende a desenvolver uma resposta inflamatória significativa, o que pode desencadear uma série de eventos no pós-operatório. |
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Novo Código Civil
De regras sobre o casamento e reprodução assistida até normas sobre o uso de inteligência artificial no país: uma atualização do Código Civil brasileiro está em análise no Senado. A proposta traz uma série de inovações como normas sobre o direito digital e a ampliação do conceito de família. Elaborada por uma comissão de juristas, a reforma do Código foi apresentada oficialmente como projeto de lei em janeiro deste ano pelo senador e ex-presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O parlamentar foi o responsável por criar, em 2023, o colegiado que analisou as mudanças. A legislação em vigor é de 2002 e corresponde à segunda versão do Código, a primeira é de 1916, quando foi criado. A lei é uma das que mais se aproxima do cotidiano da vida da população brasileira ao regulamentar temas sobre direitos da família, de empresas e tratar de temas como heranças, contratos e dívidas. |
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Mark Zuckerberg
O presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, depôs ontem em um julgamento de alto risco em Washington, no qual autoridades antitruste dos EUA acusam a empresa de gastar bilhões de dólares na aquisição do Instagram e WhatsApp para neutralizar concorrentes do Facebook. A Comissão Federal de Comércio (FTC) busca forçar a Meta a reestruturar ou vender o Instagram e o WhatsApp. Zuckerberg afirmou que uma decisão de 2018 que priorizou conteúdos compartilhados por amigos no Facebook, em vez de vídeos e outras postagens públicas, falhou em captar a mudança de comportamento dos usuários, que passaram a compartilhar mais via mensagens privadas do que por meio de atualizações no feed. Ele estimou que atualmente cerca de 20% do conteúdo no Facebook e 10% no Instagram é gerado por amigos dos usuários. |
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US$ 2,2 bilhõesÉ o valor de subsídios anuais da Universidade de Harvard que serão congelados pelo governo Trump. Leia mais |
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 "Acho que a elite brasileira deveria ter vergonha, porque precisou um torneiro mecânico sem diploma para ser o presidente que mais fez universidade na história desse país"Luiz Inácio Lula da Silva (PT), presidente do Brasil, sobre investimentos em educação. Leia mais |
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O vice-presidente dos EUA, JD Vance, deixou cair, na segunda-feira (14), o troféu do time de futebol americano da Universidade Estadual de Ohio, campeão do torneio NCAA. Os atletas participavam de uma cerimônia na Casa Branca. Assista. |
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