19 abril, 2014

Ainda não entenderam, que o que corrompe o homem.... by Raquel Santana





" Ainda não entenderam, que o que corrompe o homem, é o que sai do seu interior?

Jamais o que entra..."

(Jesus de Nazaré)


Imaginem um homem com aparência de algum homem nascido no Oriente Médio.

Acrescente à essa conhecida aparência, barba, cabelos longos, pele bem morena.

Um homem que passava o dia inteiro andando pelas ruas e sinagogas, sob um sol escaldante.

Sempre acompanhado das pessoas mais desprezíveis da sua época. Como os cobradores de impostos, simples e humildes pescadores, pessoas que segundo a Lei Mosaica nem seriam dignas de serem olhadas.Quanto mais, as terem como irmãos ou amigos em comuns.

Pois então...era essa à aparência e a vida do Iluminado Jesus.

Essas palavras que estão logo acima, foi uma das suas respostas, quando o questionaram por comer junto com seus companheiros sem lavarem as mãos.

Lavar as mãos para os judeus daquela época, não era um simples "lavar de mão".

Era todo um ritual que se seguia como lavar até à altura dos cotovelos, para depois serem considerados "limpos" para saborearem as suas refeições entre eles, suas famílias ou amigos judeus.

Os líderes daquela época, sempre estavam repletos dos mais diversos motivos para questionarem a conduta do Mestre. Sempre tão diferente dos seus irmãos judeus daquela época.

Ele como sempre, tinha uma sábia resposta para calar a boca de todos eles. Fazer morrer todas as falsas razões que se arranjavam para o colocar na "parede"!

Uma coisa é certa, não tem como negar toda uma sabedoria maior nas palavras do Mestre ao responder de maneira tão enfática e sábia aos seus sempre presentes acusadores.

Qual a razão para tanta e excessiva preocupação com toda nossa aparência?

Em tudo que fazemos como cerimoniais?

O que corrompe o ser humano é que ele faz de acordo com seu interior.

Seja algo bom ou mal, sempre virá do seu âmago!

Jamais das suas mais diversas maneiras de se comportar em sociedade, através das "perfeitas" e aceitáveis formas de se comportar em sociedade.

Sejam elas, em "frescuras" ou em normas tidas como sérias para serem seguidas.

O perfeito talher...

O ideal copo...

A maneira como se vestem...

Como se sentam à mesa...

Esqueceu ou não teve tempo de lavar as mãos?

Que tudo isso significa diante do nosso coração e da nossa mente, onde estão todas as nossas mais verdadeiras intenções nessa vida?

Absolutamente nada!

O nosso "eu" jamais poderá ser visto...Ele sempre será percebido e sentido pelos outros. Sem nada importar a maneira como nos vestimos, como somos nas nossas mais diversas e "estranhas" aparências.

No nosso íntimo..no nosso amor maior...na nossa essência... todos nós, nos encontramos em um único sentimento.

O do amor Maior!

Que sempre independerá das nossas aparências para florescer em toda sua beleza e intensidade!

Assim como a do Mestre floresceu!

Por sempre ter se preocupado em fazer florescer o seu interior. De todos que se aproximavam dele; independente das suas aparências.


" E o vendo, não os reconhecerão...Será contado como "escória"..."

( Livro de Isaias - Profecia sobre o "Messias")


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