Enquanto o Brasil discute o fim da escala 6x1, a Argentina caminha na direção oposta. O país aprovou em fevereiro uma reforma que passou a permitir, entre outras medidas, jornadas de até 12 horas diárias , respeitando o limite máximo de 48 horas semanais. O governo de Javier Milei defende que a reforma "moderniza" as relações trabalhistas, gera investimentos e ajuda a recuperar a economia. Trabalhadores e sindicatos têm protestado nas ruas contra as mudanças, que consideram um retrocesso e uma ameaça aos direitos e bem-estar dos argentinos, enquanto especialistas apontam que os efeitos positivos são mais limitados do que projeta a Casa Rosada. |
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