Por que, sete décadas após sua publicação, a obra-prima de Guimarães Rosa ainda assombra e ilumina. “Ao leitor de primeira viagem, permito-me um só conselho: não se espante nem desanime”, escreve Eduardo Giannetti na piauí. “Grande sertão é tesouro que se entrega aos poucos, à custa de amorosa pertinácia e empenho – tesouro que, uma vez desvelado, nunca se exaure, mas ressurge renovado a cada leitura. Só aos poucos é que o escuro é claro. Digo por mim. Primeiro estranha-se, depois embruxa-se.” Leia aqui o artigo completo.