Trecho do documentário de Roberto Moreira que registra a vida e a obra do escritor Paulo Setúbal. Faz parte da série de DVDs Encontros do Itaú Cultural sobre artistas e outras personalidades da história do Brasil.
Disponível para empréstimo gratuito na midiateca da sede do Itaú Cultural em São Paulo ou em bibliotecas e instituições parceiras do Instituto. Mais informações: (11) 21681777
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Alma Cabocla - Paulo Setúbal
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- Paulo Setúbal, advogado, jornalista, ensaísta, poeta e romancista brasileiro (m. 1893).
Era casado com Francisca de Sousa Aranha (filha de Olavo Egídio de Sousa Aranha e de Vicentina de Queiroz Aranha), com quem teve três filhos: Maria Vicentina, Teresinha e Olavo Egídio Setúbal.
Formou-se, em 1914, bacharel em direito, em São Paulo. Na época já havia tido poema publicado na primeira página do jornal A Tarde. Em 1920 ocorreu a publicação de seu livro de poesia Alma Cabocla, cuja edição, de três mil exemplares, esgotou-se em um mês. Entre 1925 e 1935 publicou vários romances históricos, entre eles A Marquesa de Santos, O Príncipe de Nassau e A Bandeira de Fernão Dias. Em 1926, trabalhou como colaborador do jornal O Estado de S. Paulo. Nos anos de 1928 e 1930 foi deputado estadual, mas renunciou ao mandato por ter agravada sua tuberculose.
Publicou, nos anos seguintes, livros de contos, crônicas e memórias. Poeta vinculado à estética parnasiana, Paulo Setúbal tematizou em seus versos a vida dos camponeses, dos caboclos do interior de São Paulo. Pela escolha do tema, na época foi chamado de "poeta regional".
Foi também famoso e respeitado autor de obras de temática histórica, dentre as quais se destacam o romance A Marquesa de Santos (1925) e o livro de crônicas O Ouro de Cuiabá (1933).
Academia Brasileira de Letras
Foi eleito em 6 de dezembro de 1934 para a Academia Brasileira de Letras, sucedendo a João Ribeiro na cadeira 31. Foi recebido em 27 de julho de 1935, pelo acadêmico Alcântara Machado.
Quando se fixou em São Paulo dedicou-se à carreira de advogado e atuou na política como deputado estadual, mas logo renunciou ao mandato com o agravamento de sua doença – ele tinha tuberculose.
Dedicou-se à literatura. Iniciou-se, então, a sua principal fase de produção literária em que o seu gênero por excelência foi o romance histórico. Era um dos escritores mais lidos do país. Foi consagrado pela Academia Paulista e pela Academia Brasileira de Letras. Faleceu em 4 de maio de 1937, em São Paulo.
Algumas obras: Alma cabocla, A marquesa de Santos, Nos bastidores da história, Confíteor. “... Crime absurdo, /O crime de nascer. Eu espio-o, vivendo. /Maldita a vida que promete e falta! /Que mostra o céu prendendo-nos à terra,/Que dando as asas não permite o vôo.” in Confiteor, cap. XVIII
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_m_z/paulosetubal/index.php?p=5028
Sabedoria, Saúde e $uce$$o: Sempre.