Charles Spencer Chaplin foi um menino criado praticamente pelo irmão mais velho, Sidney, que ele tinha uma veneração, dando o nome de um filho.
O Pai, alcoólatra, morreu aos 36 anos. Vivia nos bares, e muitas vezes, o pequeno Charles o vi bebendo com mulheres no colo.
A cena dos pãezinhos dançando nos garfos, no Filme “Em Busca do Ouro”, ele viu o pai fazendo numa dessas visões.
A Mãe “vamos combinar”: boa coisa não era: vinha de um casamento e deixou dois filhos com o ex marido, trazendo só o Sidney. Na época, separar de marido já não era bem visto, deixar filhos, nunca é bem visto.
Doente, sempre tinha ataques esquizofrênicos. Sempre Sidney dava um chá e ela se acalmava.
Um dia, ela teve um desses ataques e só estava o pequeno Charles. Sem Saber o que fazer, correu procurando socorro. Moravam em casas de subsolos, no subúrbio de Londres.
Os vizinhos chamaram a ambulância e a levaram para internar.
Domingo, os irmãos foram ver a Mãe e quando sozinho com ela, ouve uma frase que ficou eternamente em sua cabeça: “Você poderia ter me dado um chá...” Cena Divinamente mostrada no Filme “Chaplin” com Robert Downey Jr, interpretada pela filha dele, Geraldine Chaplin.

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Logo depois, ficaram órfãos e Sidney mantinha Sustento dele e do irmão.
Charles foi trabalhar cedo. Primeiro fazendo pontas, mas se destacou nas filmagens e a história seguinte todas Sabemos: nem precisa de rosto, basta a imagem de um chapéu, uma bengala e os sapatos e todos Sabem que trata-se de uma pessoa que tinha tudo para ser um menor abandonado, e ficar reclamando ser mais uma vítima da Sociedade mas preferiu ser o Maior de sua época, que ficou marcado para todos os tempos.



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