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Desde a última terça-feira (27/4), um tribunal federal na Califórnia se tornou palco do mais novo capítulo da rixa entre Elon Musk e Sam Altman . Musk acusa Altman — com quem cofundou a OpenAI — de tê-lo enganado e de ter traído a missão original sem fins lucrativos da empresa responsável pelo ChatGPT. A OpenAI, por sua vez, afirma que Musk é movido por inveja, e acusa Musk de tentar atrapalhar um de seus principais concorrentes no ramo da inteligência artificial. |
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A Anthropic, empresa de inteligência artificial dona do chatbot Claude, planeja abrir um escritório no Brasil . A companhia espera inaugurar a operação após 2027. O processo de estruturação, no entanto, deve começar ainda no segundo semestre deste ano. O brasileiro Mike Krieger, chefe de produto da Anthropic e também cofundador do Instagram, vai ser um dos intermediários da transição para o Brasil: “Vou ao país em meados do ano para desenvolver essas parcerias”, disse. |
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O Google assinou um acordo confidencial que permite ao Departamento de Defesa dos EUA usar seus modelos de IA para “qualquer finalidade governamental legal”. O compromisso foi noticiado após funcionários do Google pedirem ao CEO da big tech, Sundar Pichai, que impedisse o Pentágono de usar sua IA, diante de preocupações de que ela pudesse ser empregada de maneiras prejudiciais. Se confirmado, o acordo colocaria o Google ao lado da OpenAI e da xAI, que também fecharam contratos semelhantes com o governo dos EUA. |
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A Ineffable Intelligence, um laboratório britânico de IA fundado há poucos meses por David Silver, ex-pesquisador da DeepMind, levantou US$ 1,1 bilhão em financiamento, atingindo uma avaliação de US$ 5,1 bilhões. O objetivo é criar um "superaprendiz " capaz de descobrir conhecimento e habilidades sem depender de dados humanos, aproveitando o aprendizado por reforço — uma técnica na qual os sistemas de IA aprendem por tentativa e erro, em vez de estudar exemplos gerados por humanos. |
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Taylor Swift protocolou três pedidos de registro de marca junto ao Escritório de Patentes e Marcas dos EUA (USPTO) na última sexta-feira (24). A escolha do formato é estratégica: registros de direitos autorais cobrem apenas reproduções de obras existentes, mas as IAs generativas atuais criam conteúdo novo semelhante. O registro de marca poderia atuar bloqueando qualquer “uso similar" à marca registrada. Ainda não há precedente da prática nos tribunais americanos. |




