Se o chefe da quadrilha do Mensalão entrar pelo portão da embaixada de Cuba e esta lhe conceder asilo, o Brasil será obrigado a fornecer salvo-contudo e deixar o bandidão condenado sair livremente do país. O Brasil tem tratados assinados neste sentido. Basta que Cuba entenda que o condenado por corrupção é um perseguido político. A Bolívia, que assinou os mesmos tratados, também estava obrigada a fornecer salvo-conduto para o senador Molina, mas fez corpo mole por mais de um ano. Até que Saboia decidiu dignificar a diplomacia do Brasil. Portanto, não se surpreendam se o Zé partir novamente para Cuba. E que por lá faça uma plástica e volte como contratado pelo "Mais Médicos".


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