Clara Nunes na Avenida - Portela 1980
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Clara Nunes na Avenida - Portela 1981
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Clara Nunes na Avenida - Portela 1983
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Clara Nunes - Conto De Areia
Era um peito sóCheio de promessa era só
Conto de Areia Clara Nunes
É água no mar, é maré cheia ômareia ô, mareia
É água no mar...
Contam que toda tristeza
Contam que toda tristeza
Que tem na BahiaNasceu de uns olhos morenos Molhados de mar.
Não sei se é conto de areia
Não sei se é conto de areia
Ou se é fantasiaQue a luz da candeia alumia
Pra gente contar.
Um dia morena enfeitada
Um dia morena enfeitada
De rosas e rendas
Abriu seu sorriso de moça
E pediu pra dançar.
A noite emprestou as estrelas Bordadas de prata
A noite emprestou as estrelas Bordadas de prata
E as águas de AmaralinaEram gotas de luar.
Era um peito só cheio de promessa (2x)
O vento que rola das palmasArrasta o veleiro
E leva pro meio das águasde IemanjáE o mestre valente vagueia
Olhando pra areia sem poder chegar
Adeus, amor
Adeus, meu amorNão me espera
Adeus, meu amorNão me espera
Porque eu já vou me embora
Pro reino que esconde os tesouros
De minha senhora
Desfia colares de conchasPra vida passar
Desfia colares de conchasPra vida passar
E deixa de olhar pros veleiros
Adeus meu amor eu não vou mais voltar
Foi Beira-Mar, foi Beira-Mar quem chamou
Foi Beira-Mar, foi Beira-Mar quem chamou
Foi Beira-Mar ê, foi Beira-Mar (2x)
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Toninho Nascimento conta a historia de como fez Contos de Areia com Romildo