02 junho, 2026

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Tributo em memória do jornalista, repórter investigativo e produtor Tim Lopes, falecido no dia 2 de junho de 2002.
Gaúcho de Pelotas, Arcanjo Antonino Lopes do Nascimento, é lembrado por ser um profissional que lutava pelas minorias.
Tim, se disfarçou muitas vezes para denunciar o que estava errado. Foi pedreiro e mostrou a dura vida nos canteiros de obras, fingiu ser dependente químico e denunciou irregularidades em clínicas de tratamento. Chegou até a dormir na rua para contar a história de menores abandonados.
Formado em jornalismo pela Faculdade Hélio Alonso (FACHA), no Rio de Janeiro, seu primeiro trabalho foi na revista Domingo Ilustrada, do jornalista Samuel Wainer. E seu apelido de Tim Lopes foi dado pelo jornalista Samuel Wainer por sua semelhança com o cantor Tim Maia. Ele foi um repórter investigativo da Globo de 1966 até sua morte em 2002 na comunidade da Vila Cruzeiro.
Tim Lopes foi morto aos 51 anos, enquanto fazia uma reportagem sobre abuso sexual de menores e tráfico de drogas em bailes funks na favela da Vila Cruzeiro, que faz parte do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio


No dia 2 de junho de 1975, a Rede Globo levava ao ar no seu horário ainda novato das 18 horas, a novela "O Noviço". Escrita por Mário Lago, a novela era baseada na peça de Martins Pena.
Com direção de Herval Rossano, a novela contava a história de Ambrósio (Jorge Dória), um homem ganancioso que está de olho na herança da viúva Florência (Isabel Ribeiro), a quem começa a cortejar e planeja afastar todos seus herdeiros do seu caminho, como o sobrinho Carlos (Pedro Paulo Rangel) e os filhos Juca (Fábio Mássimo) e Emília (Maria Cristina Nunes), e pretende mandá-los todos para um convento. Carlos vira noviço, contra sua vontade, e começa a infernizar a vida dos frades e a quebrar as regras da vocação.
Carlos namora Emília com quem sonha em se casar, fugindo várias vezes do mosteiro para encontrar a amada, mas sempre é capturado.
Ainda no elenco dessa divertida novela estavam: Luís Linhares, Marilu Bueno, Haroldo de Oliveira, André Valli, Germano Filho, entre outros.

Depois de passar pela TV Globo, onde escreveu "Supermanoela”, o autor Wálter Negrão voltou para a TV Tupi e fez uma bonita parceria com Chico de Assis. Nascia assim “Ovelha Negra” , novela do horário das 20 horas, que estreava na extinta emissora, no dia 2 de junho de 1975.
Dirigida pelos competentes Edison Braga e Atílio Riccó, a história de Negrão e Assis falava de um homem, Júlio Monteiro, que era considerado em uma pequena cidade no interior, Águas de Santana, o “ovelha negra” de uma família tradicional e de posses, e que se rebela contra as autoridades da cidade e a hipocrisia das pessoas que vivem lá, lançando sua candidatura a prefeito e atraindo dessa forma ainda mais a ira dos poderosos do local.
Para viver o personagem central foi convidado o ator Rolando Boldrin que vinha de uma bom trabalho em “Os Inocentes”, e também nesta história de Walther Negrão e Chico de Assis ele viria a contracenar e fazer o par romântico com Cleyde Yáconis, que aqui interpretava uma escritora de sucesso, Laura. Mais um belo trabalho da dupla.
Para compor o elenco da atração a TV Tupi não poupou esforços e chamou todos os atores que estavam à disposição, compondo um elenco de grandes nomes e com trabalhos marcantes na história. Entre eles: Serafim Gonzales, Kate Hansen, Laura Cardoso, Ivan Mesquita, Joana Fomm, Edgard Franco, Ewerton de Castro, Lia de Aguiar, Jonas Bloch, Wanda Stefania, Carlos Augusto Strazzer, Geórgia Gomide, Mário Benvenutti, Carminha Brandão, Leonor Lambertini, João José Pompeo, Léa Camargo, Abrahão Farc, Adoniran Barbosa, Francisco Di Franco, Dante Ruy, Maria Vasco, Antonio Pitanga, Oswaldo Campozana e Paco Sanches.
Edney Giovenazzi teve um grande momento da sua carreira, vivendo o padre politizado da cidade



O melhor momento da TV Bandeirantes na teledramaturgia foi nos anos 1980, quando a emissora produziu e apresentou algumas novelas que conquistaram o público e lhe garantiram bons índices de audiência. Um dos responsáveis direto por isso foi o diretor Walter Avancini, que ao chegar na emissora em 1980, deu uma repaginada total no departamento de teledramaturgia da emissora. E o primeiro lançamento foi um remake de uma novela que já havia feito muito sucesso em 1965, na TV Excelsior: "A Deusa Vencida", original de Ivani Ribeiro e anteriormente interpretada por Glória Menezes, Tarcísio Meira, Edson França e que marcou a estréia de Regina Duarte nas novelas.
Desta vez, a novela ganhou uma atualização e a história de um casamento que é realizado por imposição para perdoar uma grande dívida de jogo e se torna uma união de aparência, teve sua ação trazida para o final do século XIX.
O papel da deusa do título, que já havia sido de Glória Menezes anteriormente, desta vez ficou com a linda e talentosa Elaine Cristina, vinda da TV Tupi, e que como a bela e geniosa Cecília Maciel teve um de seus melhores momentos na televisão.
Como o jovem fazendeiro bem sucedido Fernando Albuquerque, papel que na primeira versão era de Edson França, Avancini trouxe Roberto Pirillo, um bom ator e que era galã na TV Globo.
A paixão de Cecília no entanto era Edmundo Amarante, o filho de um rico e avarento comerciante que passa uma temporada na Europa, e que na versão anterior coube a Tarcísio Meira e agora era defendido pelo cantor e ator nas horas vagas, Agnaldo Rayol.
O papel da jovem Malu, que marcou a estreia, em 1965, de Regina Duarte nas novelas, desta feita também ficou com uma novata, Neuci Lima, escolhida por Avancini depois de vários testes.
A correta direção de Edson Braga e Sérgio Mattar também contribuiu para o bom desenrolar da trama e o desempenho do elenco, que embora pequeno para as novelas da época, teve belos trabalhos que ficaram nas cabeças dos telespectadores.
A novela marcou a estreia de Márcia Maria na Bandeirantes, ela que vinha de várias novelas como estrela na agora encerrada TV Tupi. Aqui Márcia Maria defendeu o segundo papel feminino, o da doce e prestativa Sofia, irmã postiça de Fernando Albuquerque, que acaba mudando sua postura no decorrer da trama quando alguns segredos são desvendados.
Destaques também na novela para os veteranos Altair Lima como o fidalgo falido Lineu e para Luiz Carlos Arutim como o avarento comerciante Amarante, em dois brilhantes trabalhos.
O elenco se completava com Neuza Borges, Leonor Lambertini, Oscar Felipe, que sofreu um infarto e morreu inesperadamente no meio da novela, sendo substituído por Felipe Levy, Paulo Ildefonso, Zélia Toledo, Ivana Bonifácio, Ademilton José, Afonso Nigro, Luiz Antonio e Osvaldo D’Ávila.
"A Deusa Vencida" teve uma produção esmerada da TV Bandeirantes e foi lançada no horário das 18 horas, conquistando na primeira semana as donas de casa e provando que o faro de Avancini funcionou. A novela estreou em 2 de junho de 1980 e ficou no ar até o final de setembro.


Entre 2 e 26 de junho de 1992, o Brasil acompanhou Donato, serial killer vivido por Miguel Falabella na minissérie do autor Dias Gomes, "As Noivas de Copacabana".
Ambientada em 1989, no Rio de Janeiro, a minissérie tinha como protagonista um assassino em série, Donato Menezes (Miguel Falabella), obcecado por mulheres vestidas de noiva. Morador do bairro de Copacabana, na Zona Sul da cidade, Donato leva uma vida acima de qualquer suspeita. É um conceituado restaurador de obras de arte e noivo da bela Cinara (Patrícia Pillar). Os dois só não se relacionam sexualmente. Donato mata suas vítimas seguindo um meticuloso ritual. Seduz as mulheres e as estrangula em pleno ato sexual, sempre quando elas estão vestidas de noiva. Só dessa forma ele consegue atingir o orgasmo.
Miguel Falabella esteve impecável na pele do serial killer. Era seu primeiro protagonista e um dos raros momentos em que pudemos vê-lo em um papel dramático. A beleza plástica do ator contrastava com a sua patologia, e isso deixava as vítimas ainda mais fáceis de serem seduzidas.
A Direção da minissérie ficou a cargo do experiente diretor Roberto Farias, que havia dirigido o filme "Assalto ao Trem Pagador" (1962) e a minissérie "A Máfia no Brasil"(1984), ambos policiais elogiadíssimos pela crítica. À frente da minissérie, o diretor seguiu fielmente o texto de Dias Gomes.
Vale a pena relembrar essa minissérie e boas interpretações de outros nomes do elenco como Reginaldo Faria, Patrícia Pillar, Christiane Torloni, Ana Beatriz Nogueira, Yara Lins, Hugo Carvana, Ricardo Petraglia, Raul Cortez, Zezé Polessa, Branca de Camargo, Tássia Camargo, Milton Gonçalves, Ewerton de Castro, Suely Franco, Maria Gladys, Chica Xavier, Nelson Dantas, Marcelo Faria, Patrícia Perrone e Márcia Cabrita.

Criada em 1956, por Manoel da Nóbrega, a "Praça da Alegria" foi o humorístico que permaneceu por mais tempo no ar. Passou pelas emissoras TV Paulista, TV Rio, TV Tupi e Rede Globo.
No dia 2 de junho de 1957, estreou na TV Record. Sentado num banco, o anfitrião Manoel da Nóbrega recebia os mais diversos tipos, representados por gigantes da comédia brasileira.



O ator e diretor Caio Blat, nascido Caio Blat de Oliveira, na cidade de São Paulo, no dia 2 de junho de 1980, está completando 46 anos.

Apaixonado por livros e literatura, Caio Blat desde pequeno sonhava em ser ator. Com 8 anos de idade, foi descoberto por uma agência, virou um rosto conhecido, e aí partiu para a televisão.
Ganhou fama em novelas da TV Globo, mas começou a carreira bem cedo, ainda na TV Cultura, em 1991, aos 11 anos, quando entrou no elenco do seriado "Mundo da Lua". Teve uma passagem pela TV Globo e depois para o SBT, para o elenco da primeira fase de "Éramos Seis". Na emissora, ainda fez "As Pupilas do Senhor Reitor" e "Fascinação". Até que em 1999 foi em definitivo para a TV Globo, emissora que foi contratado por 25 anos.
Primo dos atores Ricardo Blat e Rogério Blat, Caio tem também um currículo de respeito no cinema e no teatro


John Travolta e seu saudoso filho Jett. Jett morreu aos 16 anos, depois de sofrer uma convulsão durante uma viagem de férias com a família às Bahamas, em 2009. A morte precoce do garoto aconteceu no Old Bahama Bay Hotel, após uma queda no banheiro do quarto em que estava hospedado. Ele teria sido encontrado por um funcionário. Tentativas de reanimá-lo foram feitas pelo próprio Travolta, mas o adolescente morreu no local do acidente.


Carmem Miranda e seu irmão, o remador Amaro Miranda. Ele competiu nos Jogos Olímpicos de Verão de 1932 e foi campeão carioca de remo em 1938

Antônio Pitanga e Vera Manhães e do irmão Rocco Pitanga.
Eles foram fotografados nesta segunda, por Rogério Fidalgo da Agnews, no CCBB, onde a partir desta semana, hospeda a maior mostra dedicada à trajetória de Antônio Pitanga de 86 anos.
A "Mostra Pitanga" vai contar com a exibição de 39 filmes de diferentes fases do cinema nacional, além de sessões comentadas, debates com convidados, cursos, leituras dramáticas e um catálogo inédito dedicado à carreira do ator

Memorial da TV, Cinema, Teatro e das Artes em Geral.





Dia Internacional da Kombi: uma homenagem ao ícone da Volkswagen





A Casa Torta

O Assassinato de Roger Ackroyd: Cem anos em junho de 2026

Reportagem de Duda Menezes para a Folha de Pernambuco com o título "O melhor livro de Agatha Christie completa 100 anos" fala sobre os cem anos de "O Assassinato de Roger Ackroyd":

Em junho de 2026 é hora de comemorar, ler ou talvez reler? uma das principais obras-primas de Agatha Christie que chega aos 100 anos de publicação. O assassinato de Roger Ackroyd, publicado originalmente em junho de 1926, é um dos livros mais vendidos, aclamados e admirados da autora, e segue chocando novos leitores.

Aqui temos os principais elementos que a tornaram tão conhecida: Hercule Poirot, seu detetive mais famoso, uma vila inglesa com poucos habitantes, vizinhos supostamente solícitos e amigáveis, personagens na meia-idade, muita fofoca, um crime brutal que abala a vizinhança e todo o emaranhado de álibis e suspeitos arquitetados com a engenhosidade que lhe rendeu o título de Rainha do Crime.

Agatha é conhecida por chocar, suas tramas apresentam reviravoltas difíceis de antever, em O assassinato de Roger Ackroyd ela eleva o desfecho a outro patamar, a ponto do leitor muitas vezes ter vontade de ler tudo novamente só para perceber o que deixou passar batido.

Leia a matéria completa clicando aqui.

Na Wikipédia:

O romance foi publicado no Reino Unido em junho de 1926 por William Collins, Filhos,[2] tendo sido anteriormente serializado como Quem matou Ackroyd? entre julho e setembro de 1925 no Notícias noturnas de Londres. Uma edição americana de Dodd, Mead and Company seguida em 1926.

O romance foi bem recebido desde sua primeira publicação, e foi chamada de obra-prima de Christie. Em 2013, a Associação Britânica de Escritores Criminais o elegeu o melhor romance policial de todos os tempos. É um dos mais conhecidos de Christie e os romances mais controversos, seu inovador final de reviravolta tendo um impacto significativo no gênero.

Contém spoilers, em
https://en.wikipedia.org/wiki/The_Murder_of_Roger_Ackroyd


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