SVO: outro Grande e Importante Paulista que NUNCA é lembrado por Escolas de Samba...
| José Bonifácio de Andrada e Silva | |
|---|---|
| José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência do Brasil, por Benedito Calixto | |
| Nascimento | 13 de junho de 1763 Santos |
| Morte | 6 de abril de 1838 (74 anos)Niterói |
| Nacionalidade | |
| Cônjuge | Narcisa Emília O'Leary |
| Filho(s) |
|
| Ocupação | naturalista, estadista, poeta |
| José Bonifácio de Andrada e Silva | |
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| José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência do Brasil, por Benedito Calixto | |
| Nascimento | 13 de junho de 1763 Santos |
| Morte | 6 de abril de 1838 (74 anos)Niterói |
| Nacionalidade | |
| Cônjuge | Narcisa Emília O'Leary |
| Filho(s) |
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| Ocupação | naturalista, estadista, poeta |
José Bonifácio de Andrada e Silva (Santos, 13 de junho de 1763 — Niterói, 6 de abril de 1838[1]) foi um naturalista, estadista e poeta brasileiro. É conhecido pelo epíteto de "Patriarca da Independência" por ter sido uma pessoa decisiva para a Independência do Brasil.
Pode-se resumir brevemente sua atuação dizendo que foi ministro do Reino e dos Negócios Estrangeiros de janeiro de 1822 a julho de 1823. De início, colocou-se em apoio à regência de D. Pedro de Alcântara. Proclamada a Independência, organizou a ação militar contra os focos de resistência à separação de Portugal, e comandou uma política centralizadora. Durante os debates da Assembleia Constituinte, deu-se o rompimento dele e de seus irmãos Martim Francisco Ribeiro de Andrada e Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva com o imperador. Em 16 de julho de 1823, D. Pedro I demitiu o ministério e José Bonifácio passou à oposição. Após o fechamento da Constituinte, em 11 de novembro de 1823, José Bonifácio foi banido e se exilou na França por seis anos. De volta ao Brasil, e reconciliado com o imperador, assumiu a tutoria de seu filho quando Pedro I abdicou, em 1831. Permaneceu como tutor do futuro imperador até 1833, quando foi demitido pelo governo da Regência.
Gravura de José Bonifácio
D. Pedro I
"Senhor. O dado está lançado: de Portugal não temos a esperar senão escravidão e horrores. Venha V.A.R. quanto antes e decida-se, porque irresoluções, e medidas d'água morna, à vista desse contrário que não nos poupa, para nada servem, e um momento perdido he uma desgraça."
Carta de José Bonifácio a D. Pedro, datada de 1º de setembro de 1822. Acervo do Museu Paulista.
Carta de José Bonifácio a D. Pedro, datada de 1º de setembro de 1822. Acervo do Museu Paulista.
A declaração da Independência
A princesa e depois Imperatriz Leopoldina de Habsburgo
Visconde de Cairu e José Bonifácio, em quadro do pintor R. Nunes, disponível na Câmara de Vereadores de Salvador, Bahia.
Manuel Inácio de Andrade Souto Maior Pinto Coelho, o marquês de Itanhaém, que substituiu José Bonifácio na função de tutor.
Carta do Imperador D. Pedro II outorgando o título de Viscondessa do Ipiranga para Gabriela de Andrada