A ele é atribuído o "fordismo", isto é, a produção em grande quantidade de automóveis a baixo custo por meio da utilização do artifício conhecido como "linha de montagem", o qual tinha condições de fabricar um carro a cada 98 minutos, além dos altos salários oferecidos a seus operários — notavelmente o valor de 5 dólares por dia, adotado em 1914.[6]
Ford via no consumismo uma chave para a paz, o que o levou certa vez a dizer: "o dinheiro é a coisa mais inútil do mundo; não estou interessado nele, mas sim no que posso fazer pelo mundo com ele".[7] Ele não confiava em contabilistas, tendo reunido uma das maiores fortunas do mundo sem ao menos possuir auditoria em sua companhia. A companhia teve sua primeira auditoria depois que Henry Ford II se tornou seu diretor[carece de fontes]. O intenso empenho de Henry Ford para baixar os custos resultou em muitas inovações técnicas e de negócios, incluindo um sistema de franquias que instalou uma concessionária em cada cidade da América do Norte, e nas maiores cidades em seis continentes. Ford deixou a maior parte de sua grande riqueza para a Fundação Ford, mas providenciou para que sua família pudesse controlar a companhia permanentemente.
| Henry Ford, ca. 1919 | |
| Nascimento | 30 de julho de 1863 Springwells, Michigan Estados Unidos |
| Morte | 7 de abril de 1947 (83 anos)Dearborn, Estados Unidos |
| Nacionalidade | |
| Cônjuge | Clara Jane Bryant |
| Filho(s) | Edsel Ford |
| Ocupação | empreendedor |
Henry Ford, 1888.
Viva Clara Claridade