SVO: Charge do OraPois...devem ter errado o nome...não é o Joãozinho...é o Serginho....

Supremo inocenta Sérgio Moraes
Deputado que declarou que "se lixa" para a opinião pública é inocentado da acusação de uso indevido de dinheiro público
O STF (Supremo Tribunal Federal) inocentou nesta quinta-feira, por unanimidade, o deputado Sérgio Moraes (PTB-RS) da acusação de uso indevido do dinheiro público em benefício próprio. O deputado ficou conhecido por ter declarado, em 2009, que "se lixa" para a opinião pública ao comentar possível arquivamento de um processo contra um colega na Comissão de Ética da Câmara.
O Ministério Público Federal acusava o deputado de instalar um telefone na mercearia do pai com verba pública quando era prefeito de Santa Cruz do Sul (RS), em 1997, para chamadas pessoais. A denúncia foi recebida em 2002 pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). A defesa do político alegava que o telefone era usado por toda a comunidade, já que a localidade era de difícil acesso.
No julgamento desta tarde, o relator Luiz Fux votou pela improcedência da ação penal, alegando que não ficou provado que o político agiu em causa própria nem que as chamadas foram feitas em uso próprio. "No processo criminal tudo deve ser claro (...), não basta a alta probabilidade”.
O ministro também destacou que a linha telefônica comunitária foi instalada no armazém do pai do acusado dez anos antes da gestão de Moraes na prefeitura, e que as testemunhas de acusação mencionaram a existência de outros telefones comunitários na cidade.
De:
"Band - Notícias" no-reply@band.com.br
Para:
cidad3@yahoo.com.br
http://br.groups.yahoo.com/group/Cidad3_ImprensaLivre/message/14167
Deputado que declarou que "se lixa" para a opinião pública é inocentado da acusação de uso indevido de dinheiro público
O STF (Supremo Tribunal Federal) inocentou nesta quinta-feira, por unanimidade, o deputado Sérgio Moraes (PTB-RS) da acusação de uso indevido do dinheiro público em benefício próprio. O deputado ficou conhecido por ter declarado, em 2009, que "se lixa" para a opinião pública ao comentar possível arquivamento de um processo contra um colega na Comissão de Ética da Câmara.
O Ministério Público Federal acusava o deputado de instalar um telefone na mercearia do pai com verba pública quando era prefeito de Santa Cruz do Sul (RS), em 1997, para chamadas pessoais. A denúncia foi recebida em 2002 pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). A defesa do político alegava que o telefone era usado por toda a comunidade, já que a localidade era de difícil acesso.
No julgamento desta tarde, o relator Luiz Fux votou pela improcedência da ação penal, alegando que não ficou provado que o político agiu em causa própria nem que as chamadas foram feitas em uso próprio. "No processo criminal tudo deve ser claro (...), não basta a alta probabilidade”.
O ministro também destacou que a linha telefônica comunitária foi instalada no armazém do pai do acusado dez anos antes da gestão de Moraes na prefeitura, e que as testemunhas de acusação mencionaram a existência de outros telefones comunitários na cidade.
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