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15 junho, 2026

ACAM Portinari | Newsletter Junho 2026

 

Na parte superior da imagem, sobre fundo cinza claro, aparece o logotipo da ACAM Portinari – Organização Social de Cultura. Ao centro, há uma fotografia em formato retangular. A imagem mostra duas mulheres sentadas lado a lado diante de um notebook. À esquerda, uma mulher de cabelos escuros e lisos usa uma faixa estampada na cabeça, brincos e uma blusa em tom alaranjado. À direita, outra mulher de cabelos cacheados presos parcialmente por uma faixa colorida veste uma blusa verde com listras discretas. Ambas observam a tela do computador à frente. Ao fundo, aparecem elementos desfocados de um ambiente interno e uma terceira pessoa parcialmente visível. Nas laterais da composição, sobre o fundo cinza, há padrões gráficos geométricos em tom branco. Na parte inferior da fotografia, uma faixa amarela destaca a base da imagem.

Educação museal em pauta nos
Boletins para Educadores

Confira os Boletins para Educadores dos museus administrados pela ACAM Portinari. As publicações reúnem textos produzidos pelas equipes dos Núcleos Educativos sobre mediação cultural, formação de públicos e experiências desenvolvidas junto aos diferentes visitantes atendidos pelas instituições.

No Museu Casa de Portinari, a publicação discute a relação entre a obra de arte e o observador a partir do conceito de “fato museal”, formulado pela museóloga Waldisa Rússio. O texto aborda o papel do educador na criação de experiências que favoreçam a observação, o diálogo e a construção de sentidos diante das obras.

No Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro, o boletim propõe uma reflexão sobre os desafios da mediação em um museu de arte e sobre o papel dos educadores na construção de visitas educativas. O conteúdo parte de questões frequentemente apresentadas pelos visitantes para discutir estratégias que ampliem o olhar para além dos aspectos biográficos dos artistas.

No Museu Índia Vanuíre, a publicação destaca a educação não formal como ferramenta de aprendizagem e apresenta experiências desenvolvidas com crianças da educação infantil. O texto aborda a importância do contato com diferentes vivências culturais desde os primeiros anos de vida e ressalta o potencial do Museu para trabalhar temas de forma interdisciplinar.

Já no Museu das Culturas Indígenas, a edição trata das visitas mediadas para educadores e de sua contribuição para a implementação do ensino da história e das culturas indígenas e afro-brasileiras nas escolas (Lei 11.645/2008). A reflexão destaca o encontro com mestres de saberes indígenas como uma oportunidade de aproximar educadores de diferentes cosmovisões, contribuindo para práticas pedagógicas mais contextualizadas e comprometidas com a diversidade cultural.

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Na parte superior da imagem, sobre fundo cinza claro, aparece o logotipo do Museu Casa de Portinari. Ao centro, há uma fotografia em formato retangular. A imagem mostra um grupo de crianças em uma atividade de futebol realizada em área externa. Em primeiro plano, visto de costas, um menino veste camiseta vinho, calça azul e boné preto com detalhes vermelhos. Ele chuta uma bola amarela em direção ao gol. A rede ocupa grande parte da cena e aparece entre a câmera e os participantes. Do outro lado, várias crianças observam ou participam da brincadeira, distribuídas pela quadra. Ao fundo, destaca-se a fachada amarela da Casa de Portinari, com portas e janelas azuis, além de árvores e elementos do espaço externo. À direita da fotografia, uma pessoa adulta acompanha a atividade. Nas laterais da composição, sobre o fundo cinza, há padrões gráficos geométricos em tom branco. Na parte inferior da fotografia, uma faixa cinza acompanha a base da imagem.

“Futebol e Arte” entram em campo na Casa de Portinari

Casa de Portinari entrou no clima da Copa do Mundo com a exposição “Futebol e Arte”, instalada na esplanada do Museu. A atividade explora a presença do futebol na obra de Candido Portinari e tem como ponto de partida as lembranças de infância vividas pelo artista em Brodowski (SP), tema que aparece em diferentes momentos de sua produção e em algumas de suas pinturas mais conhecidas.

Em frente à casa onde Portinari cresceu, conteúdos educativos e atividades lúdicas ajudam a contar como o futebol fez parte de seu cotidiano e da história da cidade. Nas obras dedicadas ao tema, o artista retrata partidas disputadas em ruas, praças e terrenos abertos, registrando um esporte presente nas brincadeiras e no dia a dia de diferentes gerações.

A atividade também destaca a forte ligação de Brodowski com o futebol. Praticado na cidade desde o início do século XX, o esporte permanece vivo por meio de clubes, equipes amadoras e campeonatos locais. Foi nesse ambiente, marcado por jogos improvisados e encontros entre amigos, que Portinari encontrou inspiração para criar algumas das imagens que se tornaram referências de sua trajetória artística.

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Na parte superior da imagem, sobre fundo cinza claro, aparecem os logotipos do Auditório Claudio Santoro e do Museu Felícia Leirner. Ao centro, há uma fotografia em formato retangular. A imagem mostra uma mulher de cabelos curtos sentada no palco. Ela toca uma guitarra elétrica e canta diante de um microfone. Ao seu redor, aparecem equipamentos de som, amplificadores, caixas acústicas, pedais e uma pequena mesa. Ao fundo, destaca-se o painel do festival Arte no Outono, com o logotipo em formato de folha e o texto “ARTE NO OUTONO Nº 5” em letras claras sobre uma composição de tons avermelhados. Feixes de luz roxa iluminam o palco e atravessam a cena em diferentes direções. As laterais do palco apresentam paredes de tijolos aparentes iluminadas em vermelho. Nas laterais da composição, sobre o fundo cinza, há padrões gráficos em tom branco. Na parte inferior da fotografia, uma faixa verde acompanha a base da imagem.

Arte no Outono celebra resultados da 5ª edição

Quase 5 mil pessoas acompanharam a programação do 5º Festival Arte no Outono – Encontros da Estação, realizado entre os dias 9 e 24 de maio no Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro. Ao longo de três finais de semana, o público assistiu a 10 atrações e mais de 13 horas de música ao vivo dedicadas a diferentes momentos e estilos da música brasileira.

Maria Gadú, Oswaldo Montenegro, MPB4, Demônios da Garoa, Wilson Simoninha e Paula Lima ao lado da Orquestra FLMA estiveram entre os artistas que passaram pelo palco do Festival. A programação também reservou espaço para os pequenos, com os grupos Os Passarinheiros e Triii, que levaram música, brincadeiras e interação às crianças que puderam curtir os espetáculos com entrada gratuita às sextas-feiras.

Inspirado pelo tema “Encontros da Estação”, o Festival fez do outono um tempo de celebração. Ao longo dos três finais de semana, cada espetáculo acrescentou novos elementos a uma programação construída para valorizar a pluralidade de expressões presentes na cena musical brasileira.


 
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Na parte superior da imagem, sobre fundo cinza claro, aparece o logotipo do Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre. Ao centro, há uma fotografia em formato retangular. A imagem mostra duas mulheres em uma área externa, posicionadas ao lado de dois totens informativos na cor vermelha. À esquerda, uma mulher de cabelos escuros, óculos, camiseta azul-escura e calça preta sorri para a câmera. À direita, outra mulher veste camiseta vermelha, casaco verde e bermuda verde, também voltada para a câmera. Os totens apresentam informações sobre a Terra Indígena Vanuíre e sobre os territórios indígenas da região, além de textos, mapas, logotipos e códigos QR. Ao fundo, aparece uma construção com paredes claras e cobertura de estruturas de madeira. O chão é de terra avermelhada. Nas laterais da composição, sobre o fundo cinza, há padrões gráficos geométricos em tom branco. Na parte inferior da fotografia, uma faixa vermelha acompanha a base da imagem.

Museu amplia acesso a informações sobre
Terras Indígenas da região

Como desdobramento da 24ª Semana Nacional de Museus, a equipe do Museu Índia Vanuíre realizou a entrega de totens informativos nas Terras Indígenas Vanuíre, Icatu e Araribá. A iniciativa foi desenvolvida a partir do tema deste ano, “Museus: unindo um mundo dividido”, e busca ampliar o conhecimento sobre os territórios indígenas do Centro-Oeste Paulista, destacando sua importância histórica, cultural e social para a região.

Os totens apresentam informações sobre localização, identidades culturais e ações desenvolvidas pelas comunidades. O conteúdo foi organizado para facilitar o acesso a informações sobre cada território e contribuir para a divulgação de aspectos relacionados à organização comunitária, às práticas culturais e às iniciativas conduzidas pelas aldeias.

Ao destacar as Terras Indígenas como espaços de memória, cultura, resistência e produção de saberes, a ação amplia o acesso à informação e contribui para uma compreensão mais ampla sobre a presença e a trajetória desses povos. A iniciativa também fortalece os vínculos construídos entre o Museu e as comunidades, resultado de um trabalho desenvolvido de forma colaborativa ao longo dos anos.

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Na parte superior da imagem, sobre fundo cinza claro, aparece o logotipo do Museu das Culturas Indígenas. Ao centro, há uma ilustração em formato retangular. A cena mostra uma paisagem em tons de verde, composta por campos e árvores ao fundo. Na parte superior da ilustração, um grupo de pássaros coloridos voa de um lado para o outro. As aves apresentam diferentes tamanhos e cores, incluindo vermelho, azul, amarelo, branco, preto e verde-água. Algumas possuem bicos longos e penas estilizadas. Na parte inferior, uma figura humana caminha sozinha pelo campo, vestindo roupas claras e carregando um objeto vermelho. Elementos gráficos geométricos em azul e verde compõem a vegetação em primeiro plano. Nas laterais da composição, sobre o fundo cinza, há padrões gráficos geométricos em tom branco. Na parte inferior da fotografia, uma faixa cinza acompanha a base da imagem.

MCI e Goethe-Institut promovem mostra gratuita de animações sobre povos indígenas e meio ambiente

Como parte das celebrações de seus quatro anos, o Museu das Culturas Indígenas (MCI) promove, entre 16 e 19 de junho, uma mostra gratuita de curtas de animação voltada ao público infantil e familiar. Realizada em parceria com o Goethe-Institut São Paulo e o Midiativa, a iniciativa apresenta produções que abordam temas relacionados aos povos indígenas, à preservação ambiental e às relações de cuidado com a natureza, por meio de histórias acessíveis para diferentes idades.

A seleção reúne filmes como “A Árvore dos Autistas”, que trata da relação entre infância, diversidade e natureza; “A Menina e o Pote”, inspirado em tradições orais indígenas; “A Viagem de Ícaro”, que aborda questões ambientais por meio da animação; e “Mãtãnãg, a Encantada”, que apresenta elementos da cosmologia indígena em uma narrativa voltada ao público jovem. As obras oferecem diferentes perspectivas sobre cultura, território, memória e convivência.

Com exibição contínua e entrada gratuita, a mostra convida famílias, educadores e visitantes de todas as idades a conhecer histórias que estimulam a imaginação, valorizam os saberes ancestrais e promovem o respeito à diversidade dos povos e territórios. A programação acontece nos dias 16, 17 e 19 de junho, das 9h às 18h, e no dia 18 de junho, das 9h às 13h.

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