 • Ibovespa: -0,42% (170.415,13 pts.) • S&P 500: +1,65% (7.554,29 pts.) • Nasdaq: +3,07% (26.683,94 pts.) • Dow Jones: +0,92% (51.671,03 pts.) • Dólar: +0,11% (R$ 5,066) • Euro: +0,24% (R$ 5,870) • Petróleo Brent (agosto): -4,76% (US$ 83,17) • Ouro (agosto): +2,7% (US$ 4.351,60)
Contexto: O Ibovespa devolveu os ganhos registrados no início do pregão e encerrou esta segunda-feira (15) em queda, pressionado principalmente pelo desempenho das ações da Petrobras, impactadas pela forte desvalorização do petróleo no mercado internacional.
No câmbio, o dólar mudou de direção ao longo do dia. Após operar em baixa durante a manhã, a moeda norte-americana passou a avançar frente ao real à tarde, mesmo com a perda de força em relação a outras moedas no exterior.
Os movimentos dos mercados foram influenciados pelo anúncio de um acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio e permitir a retomada da navegação no Estreito de Ormuz, corredor estratégico para o abastecimento global de energia.
A perspectiva de normalização do fluxo da commodity reduziu preocupações com a oferta mundial e contribuiu para a queda dos preços do petróleo.
O cenário também favoreceu os mercados acionários norte-americanos, que fecharam em alta.
O destaque ficou para o Dow Jones, que alcançou um novo recorde de fechamento, impulsionado pela diminuição dos temores inflacionários associados aos custos de energia. |
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 Bolsas globais sobem e petróleo despenca após acordo entre EUA e Irã

Os principais índices de ações subiram nesta segunda-feira (15), enquanto os preços do petróleo recuaram, já que um acordo de paz preliminar entre os Estados Unidos e o Irã devem aliviar as pressões inflacionárias em nível global e diminuir a necessidade de aumento das taxas de juros.
O Dow Jones atingiu uma máxima histórica, enquanto o otimismo em relação ao acordo levou o europeu Stoxx 600 a um fechamento recorde.
Os EUA e o Irã anunciaram que concordaram em encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz, notícia que levou alívio aos operadores de petróleo, embora o pacto possa depender do fim das hostilidades de Israel no Líbano e adie as negociações sobre o programa nuclear de Teerã.
O Irã afirmou que o tráfego pelo Estreito de Ormuz será regulado por Teerã e Omã.
Os mercados já haviam precificado um provável acordo, mas a confirmação foi suficiente para fazer os preços do petróleo caírem próximo de 5%.
Investidores afirmaram que isso pode ser um alívio para os bancos centrais que se reúnem esta semana, aliviando um pouco da pressão para apertar a política monetária a fim de evitar um aumento nas expectativas inflacionárias impulsionado pelos preços da energia. |
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Lucinda Pinto: Queda no petróleo autoriza aposta em corte de juros

Lucinda Pinto, analista do CNN Money, fala sobre as perspectivas para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central), com resultado divulgado na quarta-feira (17).
🔗 Confira a análise completa |
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Terça-feira (16/06)
Brasil 8h - FGV divulga o IGP-10 de junho 9h - IBGE publica dados de vendas do varejo em abril
Zona do Euro 6h - Eurostat divulga dados do custo do trabalho em março
Estados Unidos 9h30 - C. Bureal publica números de novas construções residenciais em maio |
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