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22 junho, 2026

ICL Notícias

 

22 de junho de 2026

DESTAQUES

Juízes e procuradores flexibilizam férias para terem seis meses de folga por ano


Conselho da Justiça Federal e Ministério Público Federal mudam regra para possibilitar fracionamento em 12 parcelas de cinco dias cada

(Folhapress) – Já agraciados por 60 dias de férias por ano, juízes e integrantes do Ministério Público flexibilizaram regras para parcelamento do período de descanso de modo a poderem folgar seis meses por ano — número que pode ser ampliado por outras licenças criadas. A mudança também permite elevar o pagamento de indenizações sem abrir 

mão de períodos longos de descanso.


O benefício contrasta com o de trabalhadores da iniciativa privada. Um empregado na escala 6×1, que o Congresso discute proibir por meio de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), tem 78 dias de folga por ano. Já um juiz federal ou procurador pode ficar 178 dias sem trabalhar — 128% a mais. Um funcionário ou servidor na jornada 5×2 tem 124 dias de descanso anuais.


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NOTÍCIAS DO DIA

Colômbia inicia a apuração oficial das eleições; Cepeda contesta 33 mil urnas

Revista Liberta sofre ataque cibernético após reportagem sobre Caso Master

Flávio Bolsonaro teve um segundo encontro com Vorcaro, revela colunista do Globo

Ciro Nogueira vendeu fazenda para offshore em paraíso fiscal representada por seu advogado


REVISTA LIBERTA

O senador-bomba e a bola da vez


Acuado pelas investigações da PF no caso Master, David Alcolumbre tenta explodir governo Lula em ano eleitoral


David Alcolumbre não é um político qualquer. Oriundo de família de comerciantes, seus pais eram proprietários da loja Shalom Autopeças, onde ele trabalhou antes de ingressar na política. Aos 24 anos, foi eleito vereador de Macapá. Numerosa, a família Alcolumbre manda no Amapá, com atuação em setores como comércio, postos de combustíveis e atividades agropecuárias.(...)


Leia mais na coluna César Calejon

Congresso que vem aí precisa ter bancada comprometida em fiscalizar RPPSs


Partidos políticos, sindicatos de funcionários públicos e tribunais estaduais de contas devem se comprometer com mandatos de cunho fiscalizatório


O vazio regulatório dos processos de captação e investimentos de fundos administrados por meio de RPPSs não ficou sem consequências. Ele foi ocupado por fraudes. A lista delas é longa e o padrão é sempre o mesmo: gestor indicado politicamente (...).


Leia mais na coluna de Reserva Exclusiva


ARTIGOS EXCLUSIVOS

Corte no orçamento da educação: como universidades perdem recursos com o crescimento das emendas em Brasília?


O dinheiro retirado da educação desaparece do orçamento? Entenda como funcionam os cortes, as emendas parlamentares e a disputa por recursos públicos.

Indígenas e quilombolas: por que o orçamento secreto não chega aos territórios tradicionais?


Bilhões de reais circularam por emendas parlamentares nos últimos anos. Entenda por que esse dinheiro não chega à populações indígenas e quilombolas.

Rio Largo: o dinheiro desapareceu?

R$ 90 milhões chegaram à cidade. Os resultados, porém, não apareceram.


Rio Largo, em Alagoas, recebeu cerca de R$ 90 milhões por meio de emendas parlamentares. O volume de recursos prometia melhorar a infraestrutura e os serviços públicos da cidade, mas a realidade encontrada foi outra: obras questionadas, problemas históricos sem solução e uma investigação que levou à prisão de um ex-prefeito acusado de participar de um esquema de corrupção.


O caso é um dos destaques da série documental Orçamento Secreto, que revela como o dinheiro público circulou por diferentes municípios brasileiros.


A transmissão é gratuita e acontece no dia 28 de junho, às 20h. Inscreva-se e acompanhe a investigação completa.


COLUNA ICL


O mal-estar no futebol


Há um incômodo latente que atravessa o espírito de todo brasileiro quando o assunto é a Seleção brasileira de futebol


Há um incômodo latente que atravessa o espírito de todo brasileiro quando o assunto é a Seleção brasileira de futebol. É um mal-estar difuso, que transita entre a melancolia de um futebol que já não convence e a constatação de que a camisa mais pesada do mundo, aquela que ostenta o maior número de estrelas, parece ter se esvaziado de seus craques de outrora. Onde repousa a magia que nos habituamos a chamar de nossa?


Mas esse incômodo – um verdadeiro mal-estar no futebol e, por extensão, na civilização – não se restringe às quatro linhas. Ele nasce da dura percepção de que, para além do ludopédio, o que verdadeiramente dita as regras é a engrenagem fria dos negócios.(...)


Leia mais na coluna de Lindener Pareto Jr.