Giovanna Gold, nascida Giovanna Goldfarb Padilha Sodré, na capital da Bahia, Salvador, no dia 4 de junho de 1964, está completando 62 anos.
Giovanna iniciou sua carreira profissional como modelo, e em 1982, teve sua primeira experiência como atriz, num pequeno papel na minissérie Global "Quem Ama Não Mata". Já em 1990, teve projeção nacional, ao interpretar a Zefa, no grande sucesso da extinta TV Manchete "Pantanal". Foi destaque também como a Alzira da versão Global de 1993 de "Mulheres de Areia'' e a Carmen da versão de 2013/15 de "Chiquititas", no SBT
Giovanna iniciou sua carreira profissional como modelo, e em 1982, teve sua primeira experiência como atriz, num pequeno papel na minissérie Global "Quem Ama Não Mata". Já em 1990, teve projeção nacional, ao interpretar a Zefa, no grande sucesso da extinta TV Manchete "Pantanal". Foi destaque também como a Alzira da versão Global de 1993 de "Mulheres de Areia'' e a Carmen da versão de 2013/15 de "Chiquititas", no SBT
A atriz e cineasta norte-americana Angelina Jolie está completando 51 anos. Angelina Jolie Voight, nasceu em Los Angeles, Califórnia, no dia 4 de junho de 1975.
Completa hoje de 62 anos o ator Ângelo Antônio.
Nascido em Curvelo, Minas Gerais, no dia 4 de junho de 1964, Ângelo Antônio Carneiro Lopes começou a cursar teatro no CPT – Centro de Pesquisa Teatral e logo ingressou no EAD – Escola de Arte Dramática da USP.
A carreira na televisão começou em 1990 na novela “Pantanal” na Rede Manchete, onde deu vida ao personagem Alcides. O sucesso da novela acabou projetando-o a construir uma carreira de sucesso.
Nascido em Curvelo, Minas Gerais, no dia 4 de junho de 1964, Ângelo Antônio Carneiro Lopes começou a cursar teatro no CPT – Centro de Pesquisa Teatral e logo ingressou no EAD – Escola de Arte Dramática da USP.
A carreira na televisão começou em 1990 na novela “Pantanal” na Rede Manchete, onde deu vida ao personagem Alcides. O sucesso da novela acabou projetando-o a construir uma carreira de sucesso.
No dia 4 de junho de 1979, ia ao ar pela TV Globo, o primeiro capítulo da novela "Cabocla". Assim como muitos folhetins e minisséries conhecidos do grande público, a história de Cabocla nasceu não na TV, mas na literatura. O ponto de partida para a obra de Benedito Ruy Barbosa foi o livro homônimo de Ribeiro Couto, publicado originalmente pela editora Tecnoprint, em 1931.
Muita gente não sabe, mas essa versão de 1979, não foi a primeira versão desse delicioso folhetim. A primeira se deu em 1959, na extinta TV Rio, em um período em que os folhetins ainda não eram diários, indo ao ar de duas a três vezes por semana. Nesta edição, Glauce Rocha e Sebastião Vasconcelos viveram Zuca e Luís Jerônimo.
Passadas exatas duas décadas, Benedito Ruy Barbosa marcou época ao produzir, para a TV Globo, a primeira versão diária de Cabocla. Com Glória Pires e Fábio Jr. como os mocinhos, a história se tornou em êxito memorável da faixa das 18h, fato que motivou o canal a investir, 25 anos depois, em um remake da história.
A novela contava a história do jovem Luís Jerônimo (Fábio Jr), que deixa o Rio de Janeiro para se cuidar de uma pneumonia no ar puro de Vila da Mata, no interior do Espírito Santo. Na fazenda do Coronel Boanerges (Cláudio Corrêa e Castro), grande amigo de seu pai, Luiz conhece a tímida e cabocla Zuca (Glória Píres), afilhada do coronel. Os dois se apaixonam e enfrentam todas as dificuldades, principalmente por Zuca ser a namorada do Peão Tobias (Roberto Bomfim) e pela chegada da espanhola Pepa (Arlete Salles), apaixonada por Luís.
Em suas tramas paralelas a novela conta a história política da cidade através de Boanerges e Justino (Gilberto Martinho) e o amor que nasce entre seus filhos - Neco (Kadu Moliterno) e Belinha (Simone Carvalho), para acirrar ainda mais essa disputa.
Cabocla foi mais um grande sucesso de Benedito para o horário das seis onde o autor falava com maestria do que mais gosta: a vida rural e seus desdobramentos.
Com direção de Herval Rossano, ainda no elenco nomes como: Fátima Freire, Patrícia Bueno, Neuza Amaral, Ana Ariel, Milton Moraes, Maurício do Valle, Ísis Koschdoski, Cosme dos Santos, entre muitos outros.
Essa singela história de amor entre a Cabocla Zuca e Luis Jerônimo, foi belamente contada mais uma vez em 2004, trazendo como protagonistas Vanessa Giácomo e Daniel de Oliveira.
Muita gente não sabe, mas essa versão de 1979, não foi a primeira versão desse delicioso folhetim. A primeira se deu em 1959, na extinta TV Rio, em um período em que os folhetins ainda não eram diários, indo ao ar de duas a três vezes por semana. Nesta edição, Glauce Rocha e Sebastião Vasconcelos viveram Zuca e Luís Jerônimo.
Passadas exatas duas décadas, Benedito Ruy Barbosa marcou época ao produzir, para a TV Globo, a primeira versão diária de Cabocla. Com Glória Pires e Fábio Jr. como os mocinhos, a história se tornou em êxito memorável da faixa das 18h, fato que motivou o canal a investir, 25 anos depois, em um remake da história.
A novela contava a história do jovem Luís Jerônimo (Fábio Jr), que deixa o Rio de Janeiro para se cuidar de uma pneumonia no ar puro de Vila da Mata, no interior do Espírito Santo. Na fazenda do Coronel Boanerges (Cláudio Corrêa e Castro), grande amigo de seu pai, Luiz conhece a tímida e cabocla Zuca (Glória Píres), afilhada do coronel. Os dois se apaixonam e enfrentam todas as dificuldades, principalmente por Zuca ser a namorada do Peão Tobias (Roberto Bomfim) e pela chegada da espanhola Pepa (Arlete Salles), apaixonada por Luís.
Em suas tramas paralelas a novela conta a história política da cidade através de Boanerges e Justino (Gilberto Martinho) e o amor que nasce entre seus filhos - Neco (Kadu Moliterno) e Belinha (Simone Carvalho), para acirrar ainda mais essa disputa.
Cabocla foi mais um grande sucesso de Benedito para o horário das seis onde o autor falava com maestria do que mais gosta: a vida rural e seus desdobramentos.
Com direção de Herval Rossano, ainda no elenco nomes como: Fátima Freire, Patrícia Bueno, Neuza Amaral, Ana Ariel, Milton Moraes, Maurício do Valle, Ísis Koschdoski, Cosme dos Santos, entre muitos outros.
Essa singela história de amor entre a Cabocla Zuca e Luis Jerônimo, foi belamente contada mais uma vez em 2004, trazendo como protagonistas Vanessa Giácomo e Daniel de Oliveira.
O cenário paradisíaco da fictícia Ilha de Santa Cruz, de "O Sorriso do Lagarto", foi palco de uma história recheada de paixão, crimes, loucuras e mistérios. Exibida em 1991 pela Rede Globo, a minissérie tinha como enredo central o triângulo amoroso entre o biólogo e pescador João Pedroso (Tony Ramos), a bela e infeliz Ana Clara (Maitê Proença) e o inescrupuloso Dr. Ângelo Marcos, interpretado pelo saudoso Raul Cortez.
Escrita por Walther Negrão e Geraldo Carneiro e baseada na obra homônima de João Ubaldo Ribeiro e com direção de núcleo de Roberto Talma, "O Sorriso do Lagarto" tem como locação a cidade histórica de Paraty, no Rio. E é nesse ambiente que o assassinato de Maria das Mercês (Sofia Papo) marca o início da história.
Do clima de investigação também nasce a trágica e intensa história de amor entre Ana Clara, esposa do corrupto e perigoso Dr. Ângelo Marcos, o secretário de Saúde da cidade, com João Pedroso. Quando o amante é também assassinado em uma emboscada armada por Ângelo, Ana Clara, grávida do biólogo, enlouquece e assume outra personalidade.
Outro destaque é a trama paralela com o misterioso Dr. Lúcio Nemésio (José Lewgoy), que realiza experiências genéticas clandestinas no hospital público da ilha. Com o objetivo de criar uma sub-raça com seres desprovidos de algumas características humanas, ele usa mulheres humildes como cobaias.
No elenco, estão grandes atores ainda como: Lúcia Veríssimo, Pedro Paulo Rangel, Regina Dourado, Rodolfo Bottino, Cláudio Mamberti, Silvia Buarque, Marcelo Picchi, Alexandre Frota, Ana Paula Bouzas, Ana Beatriz Nogueira, Flávio Migliaccio, Fabio Sabag e Daniel Hertz.
O ator Chiquinho Brandão, que interpretava Chico Bagre, e já havia gravado cerca de 20 capítulos, morreu no dia da estreia da minissérie, em 4 de junho de 1991, uma terça-feira, em um acidente automobilístico, sem completar o seu trabalho. Os autores providenciaram a chegada de um primo, Stepan Nercessian, para ocupar o lugar dele. Uma espécie de cronista da aldeia de pescadores.
Último trabalho na televisão do ator Carlos Augusto Strazzer, que faleceu no dia 19 de fevereiro de 1993
Escrita por Walther Negrão e Geraldo Carneiro e baseada na obra homônima de João Ubaldo Ribeiro e com direção de núcleo de Roberto Talma, "O Sorriso do Lagarto" tem como locação a cidade histórica de Paraty, no Rio. E é nesse ambiente que o assassinato de Maria das Mercês (Sofia Papo) marca o início da história.
Do clima de investigação também nasce a trágica e intensa história de amor entre Ana Clara, esposa do corrupto e perigoso Dr. Ângelo Marcos, o secretário de Saúde da cidade, com João Pedroso. Quando o amante é também assassinado em uma emboscada armada por Ângelo, Ana Clara, grávida do biólogo, enlouquece e assume outra personalidade.
Outro destaque é a trama paralela com o misterioso Dr. Lúcio Nemésio (José Lewgoy), que realiza experiências genéticas clandestinas no hospital público da ilha. Com o objetivo de criar uma sub-raça com seres desprovidos de algumas características humanas, ele usa mulheres humildes como cobaias.
No elenco, estão grandes atores ainda como: Lúcia Veríssimo, Pedro Paulo Rangel, Regina Dourado, Rodolfo Bottino, Cláudio Mamberti, Silvia Buarque, Marcelo Picchi, Alexandre Frota, Ana Paula Bouzas, Ana Beatriz Nogueira, Flávio Migliaccio, Fabio Sabag e Daniel Hertz.
O ator Chiquinho Brandão, que interpretava Chico Bagre, e já havia gravado cerca de 20 capítulos, morreu no dia da estreia da minissérie, em 4 de junho de 1991, uma terça-feira, em um acidente automobilístico, sem completar o seu trabalho. Os autores providenciaram a chegada de um primo, Stepan Nercessian, para ocupar o lugar dele. Uma espécie de cronista da aldeia de pescadores.
Último trabalho na televisão do ator Carlos Augusto Strazzer, que faleceu no dia 19 de fevereiro de 1993
Pedro Neschling descobriu que tinha deficiência auditiva aos 18 anos. Filho da atriz Lucélia Santos e do maestro John Neschling, Pedro sentiu que sua audição começou a falhar ao longo do seu crescimento e quando chegou na fase adulta, percebeu que já não estava escutando muita coisa. Foi exatamente na época em que ele estava iniciando a carreira de ator e foi através de um trabalho no teatro, que ele fez uma audiometria, onde descobriu que os dois ouvidos já estavam comprometidos. Pedro Neschling estreou na TV em 2003 e nessa época, emendou um trabalho atrás do outro, porém, sua perda auditiva, começou a atrapalhar sua carreira. Ele conta que não sabe como teve uma carreira de ator por tanto tempo sem escutar. Até então, ele se recusava a seguir as instruções médicas e colocar aparelhos auditivos, isso fez com que ele deixasse de lado a carreira em frente às câmeras e passou a trabalhar atrás delas. Ele tinha preconceito pelo fato de ser deficiente e não entendia que usar aparelho auditivo, seria a mesma coisa de alguém que usa óculos. Foi só em 2020 que ele decidiu usar o aparelho e desde então, viu sua vida mudar completamente e foi depois disso, que se sentiu seguro para voltar a atuar. Quando recebeu o convite para o remake de "Renascer" e soube que poderia aparecer na TV com o aparelho no ouvido, ele aceitou fazer a novela.
Nesta semana, ele fez uma publicação em suas redes sociais, para abordar o tema e lamentou que muitas pessoas ainda sintam vergonha de assumir a condição ou de utilizar equipamentos que auxiliam na audição. Segundo ele, existe um estigma que acaba afastando pacientes de tratamentos capazes de melhorar significativamente a qualidade de vida.
Na postagem, ele explicou que sua rotina passou por uma transformação importante após aderir ao uso dos aparelhos e que espera encorajar outras pessoas que convivem com problemas auditivos a procurarem ajuda.
Memorial da TV, Cinema, Teatro e das Artes em Geral.
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| 12:30 - 03 DE JUNHO DE 2026 |
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