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05 junho, 2026

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05 de junho — Dia Mundial do Meio Ambiente - Brasil Escola - UOL





No dia 5 de junho de 1983, entrava no ar a Rede Manchete de Televisão, que viria a se transformar numa das principais redes de TV do país, ultrapassando a Rede Globo em audiência em vários momentos, com uma trajetória marcada por muitos sucessos e também por crises e polêmicas, que a levariam a um final melancólico no dia 17 de maio de 1999.


Eva Wilma, Adolfo Celi, Marília Celi, John Herbert e Ilka Soares, na década de 1960, na peça Boeing-Boeing.

Estreava nas telinhas da Globo, no dia 5 de junho de 2000, a novela "Laços de Família", escrita por Manoel Carlos.
Dirigida por Ricardo Waddington, a novela conta a história do amor incondicional que uma mãe tem por sua filha. Esta mãe é, claro, mais uma Helena do autor e foi interpretada muito bem por Vera Fischer. Já a filha, a mimada Camila, foi vivida por Carolina Dieckmann. A trama, ambientada no bairro do Leblon, começa às vésperas do Réveillon de 2000, com um pequeno acidente de trânsito envolvendo a protagonista e Edu (Reynaldo Gianecchini estreando na televisão), um médico recém-formado. Os dois têm uma discussão, mas depois acabam vivendo um intenso romance, que sofreu forte rejeição da tia do rapaz (Alma - Marieta Severo) por causa da diferença de idade, ele era vinte anos mais novo que ela.
Helena é uma empresária bem-sucedida, de 45 anos --- que tem outro filho além de Camila (um rapaz íntegro chamado Fred - Luigi Baricelli) ---, sócia de uma clínica de estética, e tem a fiel escudeira Yvete (Soraya Ravenle) como melhor amiga e confidente.
O culto Miguel (Tony Ramos), dono da livraria Dom Casmurro e pai de dois filhos: a rebelde Ciça (Júlia Feldens) e o simpático Paulo (Flávio Silvino), que apresenta graves sequelas neurológicas após um desastre de carro que vitimou a esposa de Miguel, nutre uma paixão platônica pela protagonista e foi justamente em frente à sua livraria que ela e Edu se conheceram por meio do acidente de trânsito.
Inicialmente, a história é voltada para a rejeição que o romance de Helena e Edu sofre perante a sociedade. E a principal opositora é a arrogante Alma, tia do rapaz, uma ricaça ironicamente casada com um homem bem mais novo (o galinha Danilo - Alexandre Borges). Ela é proprietária de um haras, entregue aos cuidados de Pedro (José Mayer), homem rústico e primo de Helena, que é alvo da obsessão da ninfeta Íris (Deborah Secco), filha de Ingrid (Lilia Cabral) e Aléssio (saudoso Fernando Torres), este também pai de Helena.
A trama sofre uma primeira virada quando Camila e Edu começam a se envolver. O choque de ver a filha e o namorado apaixonados deixa Helena transtornada e a relação familiar sofre um forte baque, deixando o afeto de lado, cedendo lugar a constantes conflitos e embates pesados. As brigas entre mãe e filha eram fortes e a arrogância de Camila despertou a fúria do público que ficou do lado de Helena, repetindo uma situação que viraria uma constante nas obras de Maneco: as filhas das Helenas serem sempre odiadas, vide Joyce (Carla Marins), de "História de Amor" e Maria Eduarda (Gabriela Duarte), de "Por Amor".
Após muitos conflitos e brigas, Helena decide se afastar de Edu para que a filha seja feliz com seu ex. Para isso, aceita as investidas de Miguel e inicia um bonito romance com ele. Camila acaba se casando com Edu, engravida e a felicidade domina a trama. Entretanto, uma nova virada promove uma sucessão de cenas emocionantes no folhetim de Manoel Carlos: Camila perde o bebê que esperava e descobre que tem leucemia. A partir de então, um ciclo dramático se inicia, focando no amor incondicional que uma mãe tem por sua filha.
A sequência da raspagem dos cabelos de Camila, ao som de 'Love by grace' (Lara Fabian), entrou para a história da teledramaturgia. A cena emocionou o Brasil.
A única chance de cura da personagem é um transplante de medula, mesmo depois de várias sessões de quimioterapia. O doador em potencial seria Fred, seu irmão, porém, acabam descobrindo que eles não eram filhos do mesmo pai. Isso porque Helena mantinha em segredo o relacionamento que teve com seu primo Pedro anos atrás, este o verdadeiro pai de Camila. Após a revelação, a protagonista abre mão mais uma vez da sua felicidade, se afasta de Miguel, e se envolve com Pedro para tentar engravidar e gerar um doador para a filha. Apesar da idade avançada para uma gravidez, ela acaba conseguindo atingir seu objetivo e a bebê (chamada de Vitória) nasce, realizando assim o transplante com sucesso.
Além desta trama central emocionante e muito bem desenvolvida por Maneco, a novela apresentou várias outras histórias interessantes e que emplacaram. Por exemplo, a vida de Capitu (ótima Giovanna Antonelli), uma prostituta que sustenta os pais (Pascoal - Leonardo Villar e Ema - Walderez de Barros), o filho e paga sua faculdade com o dinheiro dos programas. Ela ainda se envolve com Fred, despertando a fúria da arrogante Clara (Regiane Alves), esposa do filho de Helena. Destaque também para os vilões Orlando (Henrique Pagnocelli), ex-cliente obcecado por Capitu, e Maurinho (Luiz Nicolau), pai do seu filho. Sem dúvida, um dos melhores núcleos paralelos do folhetim.
Ainda havia também o romance quente protagonizado por Pedro e pela veterinária Cíntia (Helena Ranaldi). Já a comicidade da trama ficava por conta de Danilo, o mulherengo marido de Alma, que acaba engravidando a empregada (Rita, estreia de Juliana Paes nas novelas). Outra boa situação era a impotência de Viriato (Zé Victor Castiel), marido de Yvete, que tentava curar o problema do marido de várias maneiras.
Além dos profissionais já mencionados, é preciso destacar também Thalma de Freitas, Umberto Magnani, Xuxa Lopes, Eliete Cigarini, André Valli, Beatriz Lyra, Yara Lins, Lionel Fisher, Manoelita Lustosa, Alexandra Richter, Lavínia Vlasak e Marly Bueno

Hoje é o aniversário de 82 anos de Wanderléa, chamada também carinhosamente de Ternurinha. Wanderléa Charlup Boere Salim, é descendente de libaneses e nasceu em Governador Valadares, município localizado no interior de Minas Gerais, no dia 5 de junho de 1944.
O contato de Wanderléa com a música começou ainda na infância, aos 10 anos de idade ela já ganhava concursos de rádio. Em 1962, a artista lançou seu primeiro compacto e em 1963 seu primeiro LP. Antes de lançar seu primeiro LP, no entanto, ela se dedicava à carreira musical e cantava em boates quando tinha cerca de 15 anos. Por ser menor de idade, Wanderléa precisava pedir autorização ao juizado de menores e seus pais precisavam assinar. No início, o pai de Ternurinha não apoiava sua carreira musical, mas aos poucos entendeu que ela tinha muito potencial.
O auge da carreira da artista foi quando ela integrou a Jovem Guarda, movimento musical e cultural que fez muito sucesso nos anos 1960. O movimento tinha Wanderléa, Roberto Carlos e Erasmo Carlos, que morreu em novembro do ano passado e hoje também estaria aniversariando, como figuras centrais. Os três apresentavam um programa na Record TV chamado Jovem Guarda, que foi lançado em 1965 e era transmitido nas tardes de domingo.
O programa, que bateu recordes de audiência, surgiu a partir de um convite da própria emissora, a fim de estimular o interesse dos jovens pelo novo estilo musical. A atração da Record TV contava inclusive com apresentações de rock ao vivo e contribuiu para a revelação de diversos artistas, além de ter ajudado a propagar o movimento.
O programa da TV Record ficou no ar entre os anos de 1965 e 1968. Com o fim da Jovem Guarda, Wanderléa continuou na carreira musical, dedicando-se como cantora pop.
Durante sua trajetória artística, ela também se destacou ao fazer participações no cinema. Em 1968, viveu uma das protagonistas do filme brasileiro Juventude e Ternura, dirigido por Aurélio Teixeira. Além disso, Wanderléa também participou do filme Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa (1970), no qual contracenou com os colegas Erasmo Carlos e Roberto Carlos. O filme foi dirigido por Roberto de Farias e acompanha as aventuras do trio da Jovem Guarda. A cantora ainda esteve em outras produções como Agnaldo – Perigo à Vista (1969) e Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968).


Tributo em memória de Erasmo Carlos, que estaria completando 85 anos.
Nascido Erasmo Esteves, na cidade do Rio de Janeiro, no dia 5 de junho de 1941, foi amigo de infância de Tim Maia, com quem formou a banda The Sputniks em 1957. Talvez o grupo desconhecido com mais estrelas da história do Brasil, também teve Roberto Carlos na formação.
Roberto e Tim se desentenderam e levaram ao fim os Sputniks. Erasmo chegou a trabalhar como assistente do produtor Carlos Imperial, e seguiu na música com o grupo The Boys of Rock, mais tarde rebatizado The Snakes.
Erasmo foi um dos maiores pioneiros do rock brasileiro e, a partir dos anos 1960, fez parceria com o cantor e compositor Roberto Carlos, compondo várias músicas juntos, gravadas em seus discos de carreira solo e também de Roberto, além de brindar outros artistas com composições do dueto.
Junto com Roberto Carlos e Wanderléa, esteve efetivamente envolvido no projeto Jovem Guarda, onde foi apelidado de Tremendão.
Ícone da Jovem Guarda, desbravador e otimista por natureza, o tremendão foi do rock às baladas românticas durante seis décadas, jovial até o fim. Erasmo foi, para Roberto e para o resto do Brasil, o amigo corajoso e sincero que nos ajudou a entender a rebeldia, o amor e a vida.
"Gente certa é gente aberta...Se o amor me chamar eu vou". Erasmo Carlos seguiu o chamado desse verso, de sua canção “Gente aberta”, durante 81 anos de vida e mais de 60 de carreira. Nas canções provocativas e nas reflexivas, sempre teve uma sensibilidade arrebatadora.

Celebrando hoje, seu aniversário de 58 anos de vida, a jornalista e apresentadora Sandra Annenberg. Nascida na cidade de São Paulo, no dia 5 de junho de 1968, Sandra é formada em jornalismo na Faculdades Integradas Alcântara Machado (Fiam).
Iniciou a carreira na TV fazendo comerciais ainda aos 6 anos. Filha do engenheiro eletrônico Alexandre Annenberg Neto e da produtora de TV e teatro Débora Takser, na infância Sandra costumava passar as férias nos estúdios da TV Cultura, onde sua mãe trabalhava, e já demonstrava afinidade com o mundo artístico. Até que certa vez ganhou de presente de aniversário da mãe uma participação como figurante num teleteatro chamado "Peixes-Banana".
Na época, decidiu que queria trabalhar na TV, e já sonhava atuar no cinema. Aos 7 anos começou a fazer comerciais, somando mais de 50. Mas os ventos levaram Sandra para outro âmbito. Em 1982, com apenas 14 anos, tornou-se repórter no programa "Crig-Rá" na TV Gazeta fazendo entrevistas com jovens e abordando assuntos sobre sexo, virgindade e fidelidade.
Em 1983, Sandra apresentou o programa "Show do Esporte", e no ano seguinte esteve à frente da atração infantil "TV Criança", ambos na TV Bandeirantes. Neste mesmo ano, a jornalista retorna à TV Cultura e comanda o esportivo "Vitória", além do programa de música clássica "Grandes Concertos e dos Festivais de MPB".
Por volta de 1984, ela retomou sua profissão de atriz e foi chamada para fazer uma pequena participação no espetáculo "Um Dia Muito Especial", ao lado de Tarcísio Meira e Glória Menezes. Em 1985, estreou no elenco do programa "Siticom Bronco" (Bandeirantes), que contou com a participação de Ronald Golias, Renata Fronzi e Nair Bello. Em 1988, fez a minissérie "Chapadão do Bugre".
Na Globo, Sandra Annenberg participou do seriado "Tarcísio & Glória" (1988), e em 1989 fez "Pacto de Sangue" e sua carreira como atriz perdurou até o ano de 1990, quando migrou para o SBT para participar da novela "Cortina de Vidro".
Mas os ventos novamente fizeram com que Sandra Annenberg retomasse sua trajetória jornalística. Após estrear na TV Record o programa "TV Franchising", ganhou notoriedade e chamou atenção do jornalismo da Globo. Em 1991, aos 23 anos, estreou como garota do tempo no telejornal "São Paulo Já". No mês seguinte, Sandra passou a apresentar a previsão também no "Jornal Nacional".
Em 1993, estreou na bancada do "Fantástico" ao lado de Celso Freitas e Fátima Bernardes. Entre 1996 e 1997 apresentou o "SPTV 1ª Edição". No ano seguinte, em 1998, Sandra retorna ao Rio de Janeiro para trabalhar como editora-executiva do "Jornal Hoje".
Em 2000, a jornalista torna-se correspondente internacional em Londres, mas retorna ao Brasil três anos depois para apresentar o "Jornal Hoje".
A partir de junho de 2012, Sandra Annenberg passou a acumular seu trabalho no "JH" com a apresentação dos programas reunidos no Globo Cidadania - Globo Ecologia, Globo Ciência, Globo Educação, Globo Universidade e Ação.
Passou a apresentar desde agosto de 2014 a atração "Como Será?". Atualmente é apresentadora do Globo Repórter


O ator, apresentador de televisão, cantor, compositor e músico Wandi Doratiotto, que nasceu Wanderley Doratiotto, na cidade de São Paulo, no dia 5 de junho de 1953, está completando 73 anos.
Na juventude, concluiu o curso de Música e Educação Artística pela Faculdade Mozarteum de São Paulo. No rádio, apresentou os programas Quase Lindo, na Rádio USP FM,e Múltipla Escolha, na Rádio Musical FM. Em 1976, torna-se integrante do grupo Premeditando o Breque, com o qual gravou vários discos. Em 2001 gravou um disco solo com o título “Pronto”. Depois em 2017 gravou com seu filho Danilo Moraes e o músico Swami Jr. o excelente álbum “Miolo Mole”. Tem também um trabalho com Maurício Pereira e Paulo Freire “Três é Bom”.
Na televisão, atuou no programa Nas Ondas do Rádio e na novela Kananga do Japão, ambos na Rede Manchete e posteriormente em outras produções de emissoras como a Globo. Na TV Cultura, atuou em programas infantis, como Rá-Tim-Bum, X-Tudo e Castelo Rá-Tim-Bum. Na mesma emissora, apresentou, de 1991 a 2008, o programa musical Bem Brasil. Pelos cálculos do apresentador , foram quase 1 mil programas aos domingos na TV Cultura de 1991 a 2008 com shows ao vivo de bandas, cantores e cantoras do rock nacional e da música popular brasileira no Sesc, em São Paulo. Para os fãs de boa música, após quase 18 anos, o programa retorna na grade da emissora neste domingo, 7, a partir das 12h.
Também tem em seu currículo várias peças teatrais, participações no cinema e discos solo.

Lílian Lemmertz, uma das maiores atrizes do nosso país, saia de cena no dia 5 de junho de 1986.
Gaúcha de Porto Alegre, começou a carreira em sua cidade, mas convidada por Cacilda Becker, foi trabalhar em São Paulo, onde construiu uma sólida e prestigiadíssima carreira no teatro, TV e cinema.
Lilian Lemmertz era dessas atrizes que não pediam licença quando entravam em cena. Quando estava no palco ninguém desgrudava o olho dela, era simplesmente enigmática.
Lilian, mãe da atriz Júlia Lemmertz, morreu prematuramente, aos 48 anos de idade, vítima de um enfarte do miocárdio, sozinha em seu apartamento no Rio de Janeiro. Lilian estava ensaiando o espetáculo Ação entre amigos, com direção de Paulo Betti.







Falecimentos: Anthony Head (72)