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A Apple anunciou John Ternus como seu novo CEO. Ele substituirá Tim Cook, que está à frente da empresa desde 2011 — quando Steve Jobs renunciou ao cargo por motivos de saúde, pouco antes de sua morte. Cook deixará o posto após 15 anos liderando a companhia, e passará a exercer a função de presidente do conselho de administração da Apple. Já Ternus, atual chefe de engenharia de hardware e funcionário da empresa há 25 anos, assumirá como CEO em 1º de setembro. |
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Dario Amodei, CEO da Anthropic, se reuniu na última semana com Susie Wiles, chefe de gabinete da Casa Branca. A empresa negocia disponibilizar ao governo americano o Mythos , seu mais recente modelo de inteligência artificial, descrito pela própria companhia como um risco para a segurança cibernética. A aproximação acontece após meses de conflito entre a Anthropic e o governo Trump, causados pela recusa da empresa em aceitar que seus modelos Claude fossem usados pelo Departamento de Defesa em armas autônomas e sistemas de vigilância em massa. |
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Na última edição do NegNews, a cofundadora, sócia e Chief Revenue Officer da Tess AI, Milena Maia, falou sobre o boom dos agentes de IA e contou como as lideranças podem trabalhar junto com os funcionários para adotar a tecnologia com sucesso e sem estresse. Fundada no Rio em novembro de 2024 para “ajudar empresas de diferentes portes a criar seus próprios agentes de IA”, a startup recebeu aportes de US$ 5 milhões de fundos do México e do Vale do Silício em março, com o objetivo de expandir suas operações nos EUA. |
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A Forbes divulgou na última semana sua lista anual AI 50, que reúne as 50 melhores empresas de inteligência artificial do mundo. Gigantes como a OpenAI e a Anthropic continuam sendo as maiores da lista, enquanto caminham para possíveis IPOs. Outros destaques são: a Physical Intelligence, focada no desenvolvimento de modelos para robôs; a Mistral, que vende seus modelos para grandes empresas e governos europeus; e a Suno, que está transformando o setor musical com geração de músicas por IA. |
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O governo da Suécia está retomando a adoção de livros físicos, papel e lápis nas salas de aula para reverter os níveis de compreensão de leitura, que estão em queda no país. Mas o retorno aos instrumentos analógicos vem causando críticas das empresas de tecnologia, educadores e cientistas da computação, que defendem que a medida poderá prejudicar as perspectivas de emprego dos estudantes e até a economia da nação nórdica. |




