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Ao menos três propostas que pedem pelo fim da escala 6x1 tramitam no Congresso simultaneamente. Se o fim da jornada de trabalho de 44 horas semanais for aprovado, a alteração deve impactar a rotina de diversos trabalhadores. Essa mudança, no entanto, não deve ser estendida a trabalhadores autônomos, informais e com escalas especiais, como médicos, advogados, professores e entregadores de aplicativo. |
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As mulheres — sobretudo em cargos e funções de entrada — estão mais propensas a perder a sua função para a inteligência artificial. Isso ocorre porque há uma concentração maior delas em ocupações com tarefas rotineiras e estruturadas, justamente as mais suscetíveis à automação. Diante desse cenário, a IA amplifica a desigualdade em escala e velocidade inéditas, exigindo uma resposta coordenada de empresas, governos e sociedade. |
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Os formatos de trabalho híbrido e remoto estão perdendo força, enquanto a quantidade de empresas voltando ao presencial vem aumentando. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), o modelo presencial passou a representar 56,5% das empresas, enquanto o híbrido recuou para 38,6% e o remoto caiu para 4,9% no Brasil. A pesquisa revela redução na adoção da jornada de quatro dias: empresas que utilizam esse modelo caíram de 9,7%, em 2024, para 5,2% em 2025. |
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O LinkedIn acaba de divulgar o “Guia para Recém-Formados 2026”, que conta com um mapeamento de cargos, funções e setores que mais cresceram na contratação de profissionais em início de carreira no Brasil. “Os dados mostram uma combinação entre áreas técnicas, especialmente ligadas à digitalização, e funções mais amplas, conectadas à operação e ao crescimento dos negócios”, diz Rafael Kato, head editorial do LinkedIn. |



