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A inteligência artificial está ajudando a desenvolver novos medicamentos contra Parkinson, antibióticos contra bactérias resistentes e a cura de doenças raras, com rapidez nunca imaginada por cientistas. A IA está se mostrando particularmente útil para encontrar tratamentos para doenças raras, frequentemente ignoradas pelas indústrias farmacêuticas, devido à falta de incentivo financeiro oferecido pela pequena quantidade de potenciais pacientes. |
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Um novo exame desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Genebra conseguiu detectar 90% dos casos de câncer colorretal em testes iniciais — resultado próximo aos 94% alcançados pela colonoscopia, atual padrão ouro do diagnóstico. A descoberta aponta para uma alternativa não invasiva e de baixo custo que pode transformar o rastreamento de um dos tipos de câncer mais letais do mundo. |
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Cientistas criaram réplicas virtuais dos corações doentes de pacientes que mostraram aos médicos como tratar melhor o coração real. O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Um dos primeiros ensaios clínicos feitos com esses modelos personalizados sugere que eles podem melhorar o tratamento da taquicardia ventricular, uma arritmia notoriamente difícil de tratar e uma das principais causas de parada cardíaca súbita. |
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Uma única injeção pode ser suficiente para que o organismo de um paciente com diabetes tipo 1 passe a produzir insulina por conta própria. É o que propõe um tratamento experimental chamado de KRIYA-839 , que usa instruções genéticas para transformar células musculares em produtoras de insulina, sem editar o DNA do paciente. O objetivo é substituir a dependência diária dos pacientes de injeções ou bombas de insulina por uma intervenção pontual. |
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Medicamentos análogos ao GLP-1, como a semaglutida (princípio ativo do Wegovy e Ozempic) e a tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro), utilizados para perda de peso e diabetes, podem também oferecer benefícios inesperados para a saúde mental , segundo um novo estudo conduzido por cientistas da Finlândia e da Austrália. Os resultados da pesquisa mostraram que o uso dos medicamentos esteve associado a menos hospitalizações e afastamentos do trabalho relacionados a problemas psiquiátricos. |




