Diziam as manchetes mais cedo que as bolsas hoje ignoraram a guerra e subiram. Deu no que deu. No começo da manhã, tava tudo no positivo, e o Ibovespa chegou a anotar mais de 1,5%. Mas aí o presidente do Fed Jerome Powell, que fez discurso em Harvard nesta segunda, falou sobre a possibilidade de cortes de juros (difícil), inflação (pressão total), petróleo (“Vai dar ruim essa alta”, mais ou menos isso, traduzindo o economês de Powell). Aí a ignorada da manhã do mercado virou desespero com a ignorância elevada do conflito. “Não adianta menosprezar”, dizem especialistas, como se as tensões fossem uma pessoa. “A guerra não curte desdém.” Pois bem. As falas de Powell, focadas nas consequências geopolíticas e comerciais do terror no Oriente Médio, explodiram nos índices mundo afora - e aí o humor mudou de um jeito inapelável: foi tudo pra baixo em Nova York, com o Ibov perdendo fôlego (Petrobras e Vale deram um gás e seguraram a onda). Dureza. Não tem refresco - e nem pro ouro, Tesouro e ativos de grandes investidores. Ignorar jamais!
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Não tem respiro pra ninguém. Queda do metal levanta dúvidas entre investidores sobre seu papel de proteção, mas analistas ainda veem o ouro como ativo de segurança. Porto Seguro? Até minha viagem pro sul da Bahia tá em risco. Assim não dá!
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Proteja-se e salve-se quem puder, quase isso. Com a guerra no Irã, comportamento dos ativos reacende debate sobre proteção e risco nas carteiras. Os ativos estão enlouquecendo, mas vamos botar a cabeça no lugar - espia só.
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Pode apostar que sim: iniciativas para instruir as novas gerações em como lidar com dinheiro avançam nas escolas, mas enfrentam uma indústria que transforma risco em entretenimento e afeta renda, comportamento e saúde mental. Que deprê!
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Mercado não ignora a loucura: títulos voltaram a ser oferecidos a 14% ao ano ou IPCA + 7%; volatilidade pode gerar marcação negativa na carteira, mas especialistas veem oportunidades. Anpta aí, rapaziada, pra não surtar. |
Sim, tem gente alocando. O cenário de volatilidade global e os desafios fiscais domésticos impõem a necessidade de uma revisão profunda nas estratégias de portfólio. Saravalle abre picadas nesse mato sem cachorro e cheio de buracos. Segura e vai! |
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