15 junho, 2014

O Bem-amado Paulo Gracindo - Unidos da Ponte 1988






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Unidos da Ponte 1988 12/14- O Bem-amado Paulo Gracindo


Eu sou rei
Sedento de emoção
Na trajetória de um astro
Eu sou personagem
Herói ou vilão
Na novela, amor (amor, amor)
Chega a emocionar
Na comédia
No palco da alegria
Faz meu povo gargalhar

Os Anos Dourados voltaram
A Nacional está no ar, no ar, no ar
Sucupira está em festa
Odorico Bem Amado
Vai "Genipapear"

Segue a arte
Em busca da perfeição
Paulo Gracindo é presente
Hoje estréia em grande gala
No teatro da ilusão

Eu queria, eu queria
Meu cantar, meu cantar
Esperança brasileira (bis)
Que a brisa ligeira
Espalha no ar

1911 - Paulo Gracindo, ator brasileiro (m. 1995).
Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, mais conhecido como Paulo Gracindo, (Rio de Janeiro, 16 de julho de 1911Rio de Janeiro, 4 de setembro de 1995) foi um ator brasileiro.
Paulo Gracindo se considerava alagoano, pois foi viver em Maceió ainda bebê. Sonhava ser ator, o pai era um obstáculo, e lhe dizia No dia em que você subir a um palco, saio da plateia e te arranco de lá pela gola. Paulo Gracindo respeitou a proibição até a morte do pai. Aos vinte anos, mudou-se para o Rio, dormiu na rua e passou fome. Investiu num namoro com a filha de um português para entrar no grupo de teatro de maior prestígio da época, o Teatro Ginástico Português. Batizado Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, no palco mudou o nome: Uns me chamavam de Petrópolis, outros de Pelopes. A empregada me chamava de Envelope. Num dos primeiros trabalhos, a personagem de Gracindo ficava dois minutos no palco, o que levou um crítico a fazer o seguinte comentário: De onde veio esse rapaz que não faz nada e aparece tanto? Participou das maiores companhias teatrais dos anos 30 e 40.
Fez sucesso na Rádio Nacional, apresentando o Programa Paulo Gracindo. Com a radionovela O Direito de Nascer, encantou no papel de Alberto Limonta; e no programa de rádio Balança mas Não Cai interpretou, com Brandão Filho, o quadro do Primo Pobre e Primo Rico.
Na televisão fez personagens inesquecíveis, como o Tucão da telenovela Bandeira 2 (1971), o Coronel Ramiro Bastos em Gabriela (1975), o João Maciel de O Casarão (1976), o padre Hipólito de Roque Santeiro (1985) e o Primo Rico, no humorístico Balança mas Não Cai. Mas, o mais marcante foi o prefeito Odorico Paraguaçu, de O Bem Amado de Dias Gomes (1973; 1980-1984). Em 1990, atuou em Rainha da Sucata como o Betinho (Alberto Figueiroa), nas quais tinha um bordão que ficou muito conhecido, o famoso "coisas de Laurinha!".
Fez poucos filmes, mas foi um dos atores preferidos da geração do Cinema Novo. Fez um papel em Terra em Transe, de Glauber Rocha. Achava a sétima arte complicada demais: É coisa de chinês, dizia.
Morreu aos 84 anos. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro. É pai do também ator Gracindo Júnior, e avô dos atores Gabriel Gracindo, Pedro Gracindo e Daniela Duarte.

Carreira





Na televisão

No cinema

  • 1937 - João Ninguém
  • 1938 - Tererê não Resolve
  • 1939 - Anastácio
  • 1939 - Está Tudo Aí
  • 1939 - Onde Estás, Felicidade?
  • 1941 - 24 Horas de Sonho
  • 1941 - O Dia É Nosso
  • 1950 - Estrela da Manhã
  • 1953 - Balança, mas não Cai
  • 1957 - De Pernas pro Ar
  • 1962 - Copacabana Palace
  • 1965 - A Falecida
  • 1967 - Tarzan and the Great River
  • 1967 - Terra em transe
  • 1967 - Cara a Cara
  • 1967 - Na Mira do Assassinato
  • 1968 - Antes, o Verão
  • 1968 - Copacabana me Engana
  • 1969 - O Bravo Guerreiro
  • 1970 - Salário Mínimo
  • 1975 - Blablablá (curta-metragem)
  • 1978 - A Morte e a Morte de Quincas Berro D'Água
  • 1978 - Tudo Bem
  • 1979 - Amor Bandido
  • 1986 - Trancado por Dentro
  • 1987 - Exu-Pia, Coração de Macunaíma


Ligações externas





























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Brandão Filho, Paulo Gracindo, Ziembinski e Mário Lago. Quatro símbolos nacionais

Paulo Gracindo, sua mulher Dona Dulce e a filha mais velha do casal

Paulo Gracindo com sua mulher Dona Dulce e o filho Gracindo Jr. bebê

Paulo Gracindo com os filhos pequenos
Paulo Gracindo em família






















 







Paulo Gracindo e Gracindo Jr.



Paulo Gracindo com Ângela Maria 

Paulo Gracindo com Emilinha Borba

 
Paulo Gracindo com Felipe Carone em Bandeira 2

Paulo Gracindo com os colegas de Bandeira 2 Miriam Pires, Felipe Carone, Elizangela, Stephan Nercessian e Ilka Soares

Paulo Gracindo com Ida Gomes, Dorinha Duval e Dirce Migliaccio em o Bem Amado

Paulo Gracindo com Carlos Eduardo Dolabella em O Bem Amado
Paulo Gracindo com Lima Duarte em O Bem Amado



Paulo Gracindo com Dina Sfat, José Wilker e Lima Duarte em Os Ossos do Barão

Paulo Gracindo com Aracy Balabanian em O Casarão 

Paulo Gracindo com Aracy Balabanian em O Casarão

Paulo Gracindo com Yara Cortes em O Casarão

Paulo Gracindo com Yara Cortes em O Casarão

Paulo Gracindo com Yara Cortes em O Casarão
Paulo Gracindo com Cláudio Correia e Castro, Maria Zilda e Ary Fontoura em Hipertensão




Paulo Gracindo com Beth Castro

Paulo Gracindo 
Paulo Gracindo 

Fotos - acervo de Orias Elias - revistas Amiga (Bloch Editores), Contigo (Editora Abril), Sétimo Céu (Bloch Editores), Romântica (Editora Vecchi), Melodias  (Editora APA), Manchete (Bloch Editores), Cartaz (Rio Gráfica e Editora SA), Intervalo (Editora Abril), Capricho (Editora Abril), O Cruzeiro, Jornais Diário de São Paulo, Folha de São Paulo, Imprensa Oficial, site TV Globo 

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