04 julho, 2013

E por falar em Respeito, aonde andam voces?!?





Artistas vão a Brasília para apoiar aprovação de lei sobre direito autoral

Roberta Miranda postou em seu Instagram fotos onde aparece ao lado de Otto, Carlinhos Brown, Rogério Flausino e Thiaguinho.


Artistas como Roberta Miranda, Otto, Erasmo Carlos, Gaby Amarantos, Jair Rodrigues, Carlinhos Brown, Rogério Flausino, Thiaguinho, entre outros, estão em Brasília para apoiar aprovação de lei sobre direitos autorais. O projeto de lei 129 propõe mudanças no Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). Caso seja aprovado, o Ecad será fiscalizado por um orgão técnico que terá a participação dos autores das músicas.
Em Brasília, Roberta Miranda postou em seu Instagram imagens ao lado dos colegas. "PLS 129 tem o meu apoio!", escreveu ela.
Mas nem todos os artistas são a favor do projeto. Segundo Ancelmo Gois em "O Globo", Lobão fez um vídeo que será exibido nesta quarta, 3, na sessão do Senado, criticando a proposta. Segundo a coluna, no vídeo Lobão diz que "querem estatizar o Ecad" e que tudo "vai ficar muito pior do que já é". Além do músico, artistas como Aldir Blanc, Martinho da Vila e Fafá de Belém também seriam contra.
Rogério Flausino, Gaby Amarantos, Carlinhos Brown, Otto, Roberta Miranda, Péricles, Thiaguinho (Foto: Instagram/ Reprodução)Rogério Flausino, Gaby Amarantos, Carlinhos Brown, Otto, Roberta Miranda, Péricles, Thiaguinho (Foto: Instagram/ Reprodução)
Roberta Miranda e Erasmo Carlos (Foto: Reprodução/ Instagram)Roberta Miranda e Erasmo Carlos (Foto: Reprodução/ Instagram)
Roberta Miranda e Jair Rodrigues (Foto: Reprodução/ Instagram)Roberta Miranda e Jair Rodrigues (Foto: Reprodução/ Instagram)



Caxirola vetada: ministro enterra sonho bilionário de Brown

José Eduardo Cardozo avisou que chocalho está proibido até na Copa de 2014


A estreia das caxirolas de Carlinhos Brown na Arena Fonte Nova
A estreia das caxirolas de Carlinhos Brown na Arena Fonte Nova - Edson Ruiz/Estadão Conteúdo
Os atrasos e falhas ainda preocupam, mas pelo menos de um mico o Brasil já se livrou antes da Copa do Mundo de 2014. A caxirola está oficialmente fora dos estádios da competição, anunciou nesta sexta-feira o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. O chocalho de plástico inventado pelo cantor Carlinhos Brown já tinha sido descartado para a Copa das Confederações por decisão do chefe de segurança do Comitê Organizador Local (COL). Agora, o governo se manifesta publicamente sobre o projeto bilionário que ele próprio tinha autorizado - e admite que permitir a entrada do objeto nos estádios seria arriscado. A caxirola continuará sendo vendida nas lojas, mas é improvável que o objetivo ambicioso de Brown e seus sócios - produzir até 50 milhões de unidades - seja alcançado. A "vuvuzela brasileira" tem tudo para se confirmar como um grande fiasco, mesmo depois de ser anunciada como instrumento oficial do Mundial de 2014 durante um evento realizado no Palácio do Planalto, com a presença da presidente Dilma Rousseff, entusiasta da novidade. "Houve uma análise técnica sobre a segurança da caxirola e viu-se que não é objeto adequado. Essa posição vai ser mantida", disse Cardozo, em referência à posição já anunciada pelo COL. A empresa que fabrica a caxirola chegou a tentar mudar o projeto, deixando o objeto mais leve e flexível, mas isso não foi o bastante para convencer o governo.



No mês passado, durante uma partida entre Bahia e Vitória, torcedores da equipe tricolor protestaram atirando no gramado as caxirolas que tinham sido distribuídas gratuitamente antes do jogo. Os jogadores do Bahia tiveram de retirar os objetos de plástico do campo para que a partida pudesse ter sequência, num episódio que acabou ficando conhecido como "a revolta das caxirolas". O chocalho de plástico foi vetado no clássico seguinte, depois de uma reunião que contou com a participação de representantes da PM, da prefeitura, da Federação Baiana de Futebol, da Justiça e de torcidas organizadas. O uso das caxirolas como arma despertou a preocupação da Fifa e do COL, que já estudava banir o objeto das partidas do Mundial para evitar qualquer tipo de risco. Na segunda, o chefe de segurança do COL, Hilário Medeiros foi categórico ao comentar o assunto. "Não é permitida a entrada de torcedores com qualquer instrumento musical, e a caxirola entra neste quesito", avisou Medeiros em entrevista coletiva no Rio de Janeiro. "Estamos adotando isso já nos jogos-testes e, na Copa das Confederações, a regra também vai valer." O governo federal, através do Ministério do Esporte, avisou que não tinha se pronunciado oficialmente a respeito do assunto. A pasta chancelou o projeto de Brown como uma das ações culturais oficiais do Mundial, abrindo a porta para que Brown iniciasse a captação de recursos para a empreitada.

Brown, a caxirola, Dilma e a torcida do Bahia

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O lançamento da invenção...



No Ministério do Esporte, Carlinhos Brown mostra sua criação

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